Eesha Khare, de Saratoga (Califórnia), disse que a motivação para ela criar esse capacitador foi porque a bateria do seu celular sempre morre. Ela diz que seu projeto tem inúmeras vantagens sobre as baterias convencionais, porque aceita até dez vezes mais ciclos de recarga e por ser também flexível, permitindo seu uso em telas, tecidos e vestuários.
Na feira, o supercapacitador de Eesha foi utilizado para acender um LED, mas o projeto tem grande potencial para a indústria. Apesar de estar longe de uma aplicação comercial, o modelo que se carrega completamente em 30 segundos ajuda a pesquisa de novas tecnologias.
Fonte:Intel,NBC News
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