quarta-feira, 30 de maio de 2018

Ideia de intervenção militar move caminhoneiros em greve


Parte dos manifestantes foi levada a acreditar que, após sete dias de paralisação, Exército assumiria o País










Ao atender a ligação da vizinha octogenária que queria saber onde encontrar combustível, Ramiro Cruz Jr., de 34 anos, comemorou: "Eu não disse para senhora que eu ia parar o País... Ah, no posto Shell, lá você encontra gasolina".

Ramiro é um dos ativistas pró-intervenção militar que estiveram ao lado dos caminhoneiros e, segundo palavras do próprio, atuaram para "catequizar e dar conhecimento aos motoristas de caminhão". O que ele chama de catequizar é, principalmente, defender a queda do governo e uma intervenção militar. 

Pré-candidato a deputado federal pelo PSL (partido do presidenciável Jair Bolsonaro) e coordenador do movimento Despertar da Consciência Patriótica, Cruz trabalhou com caminhões - primeiro, ajudando na administração da transportadora do pai; depois, como caminhoneiro autônomo. Esse período de forte envolvimento com a classe teria feito com que ele estreitasse laços com os dois lados da operação. Ou seja, patrões e empregados.

Hoje, ele participa de mais de 50 grupos de WhatsApp voltados exclusivamente aos caminhoneiros e suas causas, mas garante que não cumpre ordem de ninguém. Além disso, criou o próprio grupo, o UnaTrans (que ainda pretende oficializar e transformar em associação). Por meio desses grupos, ele mantém uma comunicação minuto a minuto com vários caminhoneiros - transmitindo vídeos, textos e áudios que, em sua grande maioria, pregam a continuidade da greve, elogiam o período militar e criticam quase toda a classe política. 

Em sua página do Facebook, Cruz compartilha vídeos apoiando os grevistas e escreve textos de forte teor triunfalista: "A vitória está próxima! Caminhoneiros + Povo x Legalidade x Legitimidade = Queda da Bastilha brasileira!!! Não vamos afrouxar, que venha a Força Nacional de Segurança e o escambau a quatro, aqui é facão no toco e não arredaremos pé um só milímetro, pois somos o povo e o povo se uniu..." Ele nega apoio do PSL ou de Bolsonaro.

Como Ramiro, outros personagens trabalham nos bastidores para incutir a ideia intervencionista na cabeça dos caminhoneiros. O jornal O Estado de S. Paulo conversou com um ex-líder da categoria que contou como era assediado constantemente por simpatizantes da intervenção militar. Eles buscam representantes do setor para encampar a ideia de que o melhor para o Brasil é a entrada do Exército no poder. Muitas vezes, a proposta é abrir mão das pautas originais para focar nesse tema. 

Nas conversas de WhatsApp, isso pode ser verificado com clareza. Mesmo depois de o governo aceitar os pedidos, os motoristas de caminhão continuavam irredutíveis em finalizar a greve. O argumento é que o "grande objetivo", que é um Brasil melhor - e não mais o preço do diesel -, não foi alcançado. Durante os nove dias de greve, os caminhoneiros acreditavam na tese de que passados sete dias e seis horas da greve o Exército poderia assumir o poder.

Na manhã de terça-feira, 29, a ficha de que uma intervenção militar não vai ocorrer começou a cair. "Cadê o Exército? O prazo acabou. Vai terminar tudo em pizza outra vez?", questionava um participante dos grupos de WhatsApp. Decepcionados, eles se voltaram contra o Exército. Nas mensagens, diziam que os militares eram "vendidos" e que "estavam com o governo".

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Isso não significa, porém, que desistiram da batalha. Eles passaram a focar em esforços para fazer o presidente Michel Temer renunciar. Para isso, decidiram atacar a população que não está se engajando nos protestos. "Nós estamos parados, temos família e contas para pagar. Mas queremos o fim da corrupção, queremos um Brasil melhor. Então todos temos de ir para as ruas. Não é justo lutarmos sozinhos", destacava um caminhoneiro, no WhatsApp. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Fonte: Correio Brasiliense 

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Facebook quer ver suas fotos nuas.

Logo do facebook

Facebook está pedindo aos usuários britânicos para enviar fotos nuas de si para a rede social, para se vingar do parceiro ou parceira.
Se você está preocupado que uma foto íntima de você possa ser compartilhada por outra pessoa, a ideia é bloqueá-la antes de aparecer on-line.
Uma tecnologia semelhante é usada para tentar impedir a disseminação de imagens de abuso infantil.
O Facebook está testando o sistema na Austrália e está estendendo o teste para o Reino Unido, EUA e Canadá.
Um porta-voz disse à Newsbeat que a idéia está aberta para as pessoas no Reino Unido agora.
O Facebook não revelou detalhes sobre como foi o julgamento na Austrália - mas, obviamente, a ideia exige um enorme salto de fé.
Você enviaria fotos sexualmente explícitas de você mesmo para o Facebook?
Você poderia ter certeza de que a imagem seria tratada com sensibilidade - e crucialmente, não compartilhada?

Como funciona

Se houver uma imagem com a qual você esteja preocupado, o Facebook diz que você deve entrar em contato com o parceiro para o teste. No Reino Unido, é a Revenge Porn Helpline.
A equipe entrará em contato com o Facebook e você receberá um link para fazer o upload da foto. A equipe entrará em contato com o Facebook e você receberá um link para fazer o upload da foto.
















Legenda da MídiaASSISTA: Minha história pornô de vingança

Quem vai ver minha foto nua?

A chefe global de segurança do Facebook, Antigone Davis, disse à Newsbeat que as fotos só serão vistas por "um grupo muito pequeno de cerca de cinco revisores especialmente treinados".
Eles vão dar a foto uma impressão digital única - algo chamado hashing.
Esse código será então armazenado em um banco de dados. Se alguém tentar enviar a mesma foto, o código será reconhecido e será bloqueado antes de aparecer no Facebook, Instagram e Messenger.
As fotos originais não serão armazenadas.










Uma mensagem do FacebookDireitos autorais da imagemDUNCAN MIDDLETON

A ideia definitivamente funcionará?

Antigone Davis admite que "não há garantia de 100% quando se trata de tecnologias de correspondência de fotos".
Isso porque é possível manipular imagens de modo que elas sejam diferentes do original. Mas ela diz que eles estão ficando melhores nisso.
Todo esse sistema só funciona se você realmente tiver a imagem que está preocupada.
Se, por exemplo, o seu ex tirou muitas fotos no celular e você não as tem, essa ideia não ajuda.
A Revenge Porn Helpline do Reino Unido registrou um grande aumento ano a ano nos incidentes relatados desde que foi lançada em 2015.
A linha direta recebeu pouco mais de 500 relatórios em 2015 e mais de 1.000 em 2017.
Fonte: BBC

Acidente de avião em Honduras: jato particular se divide ao meio em pouso forçado

Todos a bordo sobreviveram ao pouso forçado do jato fretado que ia do Texas para Honduras.



Uma visão geral mostra equipes de resgate ao lado dos destroços de uma aeronave G200 da Gulfstream

A aeronave Gulfstream G200 estava em um voo particular de Austin, Texas, quando derrapou da pista e entrou em uma vala no Aeroporto Internacional Toncontin. As autoridades deram relatos conflitantes de quantos estavam a bordo da aeronave, alguns dizendo seis ou nove. "Graças a Deus não há mortes", disse um policial.Uma testemunha disse à AFP que ajudou cinco homens e uma mulher a sair do avião, todos "praticamente ilesos". Andrew Charlton, especialista em aviação, disse à BBC que acredita que essa aeronave seja "pesada demais", com carga, galley (cozinha) e banheiros nas traseiras. "Uma aeronave está sob enorme pressão quando atinge a velocidade de 200 milhas por hora. Você projeta aviões para suportar isso." Ele especulou que uma tensão ou fissura microscópica no metal pode ter aumentado a pressão sobre as rodas, levando à ruptura da estrutura. "As pessoas teriam ficado sentadas mais à frente, e ninguém sendo morto é uma prova do uso dos cintos de segurança", disse ele, acrescentando que haverá uma investigação completa para garantir que acidentes semelhantes possam ser evitados no futuro.Cercado por montanhas e com uma pista muito curta, o aeroporto de Toncontin é considerado um dos mais traiçoeiros do mundo. O governo está construindo um novo aeroporto internacional a cerca de 50 km da capital.
Fonte: BBC

sexta-feira, 4 de maio de 2018

RECORTES DE JORNAL: O ESTATUTO TEM QUE MUDAR

    VEJAM A SEGUIR NOTÍCIAS DO BRASIL  INFRAÇÕES COMETIDAS POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES E COMO VEM CRESCENDO:




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Resultado de imagem para crimes hediondos cometidos por menor Fonte:tavares-falatudo



Menores são apenas “apreendidos” após cometerem crimes, mesmo hediondos | Foto: Willian Gualberto/PM-RN                                                                  Hoje, os menores roubam, traficam droga, integram gangues, depredam escolas e, graças ao Estatuto da Criança e do Adolescente, já nem precisam ir para a rua — homiziam-se no seio da própria família, como se nada tivesse ocorrido  

 Como já reconhecia Hector Babenco antes mesmo da aprovação do Estatuto. Por mais idealistas e operantes que sejam os conselhos tutelares, eles são impotentes para resolver o problema de menores precocemente monstruosos, como o que atirou no olho de sua namorada de 14 anos um dia antes de chegar à maioridade. E fatos como esse só vêm aumentando a cada dia, desde a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente em 13 de julho de 1990.
Fonte : 
jornalopcao
Resultado de imagem para manchetes de jornais decada de 90 crimes cometidos por menores  Resultado de imagem para manchetes de jornal crimes cometidos por adolescentes no brasil

A atenção à criança e ao adolescente no Brasil TEORIA DO DISCERNIMENTO (1890) Primeira legislação específica para crianças e adolescentes, já na República. Pessoas entre 9 e 14 anos deveriam ser avaliadas para saber se tinham ou não discernimento sobre os delitos que praticaram. Se sim, poderiam ser punidas. MAIORIDADE PENAL AOS 14 ANOS (1923) Crianças de até 14 anos não poderiam ser punidas por crimes. A autoridade responsável ainda deveria registrar “o estado físico, mental e moral do menor, e a situação social, moral e econômica dos pais” ou do responsável pela guarda. PRIMEIRO CÓDIGO DE MENORES (1927) Estabeleceu pela primeira vez a maioridade penal aos 18 anos. Os jovens entre 14 e 17 anos que cometessem crimes deveriam ser levados a instituições de “preservação” e “reforma”. SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA AOS MENORES (1941) Getúlio Vargas instala o modelo de assistência aos menores de 18 anos centralizada no governo federal, subordinado ao Ministério da Justiça, encaminhando menores abandonados a colônias e reformatórios. MILITARES E AS FEBEMS (1964) A ditadura militar desmontou o SAM de Vargas e instaurou a Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor (Funabem). Uma das ações foi criar as Fundações Estaduais de Bem-Estar do Menor (Febem), onde 53 mil crianças foram internadas entre 1967 e 1972. NOVO CÓDIGO DE MENORES (1979) Estabelece que os menores de 18 anos sob responsabilidade do Estado eram os em “situação irregular” — o que incluía jovens vítimas de maus-tratos, “em perigo moral” por viver em “ambiente contrário aos bons costumes”, autores de “infrações penais”, jovens com “desvio de conduta”, entre outras situações. Não tratava de prevenção nem de garantia de direitos específicos para essa população, e sim de como lidar com um conflito já instalado. EMENDA CRIANÇA (1985) O Congresso aprovou a Emenda Criança, que reconhecia os jovens como sujeitos de direitos (ou seja, têm direitos garantidos por lei) e resultou na criação dos dispositivos constitucionais responsáveis pelo surgimento do ECA. A Constituição de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente, neste contexto, representam “uma importante mudança de paradigma, vindo a refutar antigas concepções de infância e adolescência associadas à passividade, ou à imagem da criança como alguém que ‘um dia será’ um sujeito”, escreve Irene Rizzini, diretora do Ciespi (Centro Internacional de Estudos e Pesquisas sobre a Infância), em artigo de 2015.

Fonte: nexojornal.


E só está redução para 16 anos não adianta pois os aliciadores de menores começarão a aliciar menores de 8,9,10....15 anos para praticarem crimes. A lei deveria enquadrar a criança partir da inteligencia da criança pois se ela teve a ideia de praticar o ato deve responder por ele mais de forma diferente de um adolescente ou adulto. Nos EUA as crianças pagam pelos crimes sem redução pena seria uma maneira de muitos temerem a prisão. Vocês já devem ter notado que todo atirador nos EUA que matam varias pessoas se suicidam. Sabem por que? Lá as leis funcionam quem mata sabe que vai ficar muitos anos preso até prisão perpetua ai eles acham melhor tirarem a própria vida ao invés de ficarem presos. 



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