Cerca de 30 manifestantes ainda ocupam duas faixas da avenida Delfim Moreira, desta vez sentido Copacabana, na altura da rua Aristídes Espínola, no Leblon, na zona sul do Rio.
O local é onde mora o governador Sérgio Cabral (PMDB). Segundo o Centro de Operações da Prefeitura, o grupo transita pela via há pelo menos cinco dias.
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Entre os manifestantes há estudantes, professores e ativistas que pedem a saída do governador do cargo. Com cartazes com dizeres "fora Cabral" e "cadê o Amarildo", o grupo pede a adesão de moradores e motoristas ao protesto pacífico.
Três carros da Polícia Militar fazem a segurança da portaria do governador. Grades móveis estão posicionadas nas duas pontas da Aristídes Espínola para, no caso de a manifestação se aproximar da portaria de Cabral, a rua seja fechada.
Uma nova manifestação está sendo convocada por moradores da Rocinha para as 17h desta quinta-feira no local. Foi na comunidade que o pedreiro Amarildo de Souza, 47, desapareceu há duas semanas. Ele morava com sua família na região.
Protesto contra Cabral no Rio
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