domingo, 14 de julho de 2013

Ator do seriado 'Glee', Cory Monteith é encontrado morto no Canadá

Canadense, 31 anos, que interpretava Finn Hudson, morreu em Vancouver.
Causa da morte ainda não foi identificada, mas não há sinal de crime.  Do G1, em São Paulo

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O ator Cory Monteith do seriado "Glee" foi encontrado morto neste sábado (13) em um hotel em Vancouver, no Canadá, segundo a polícia.
Ele interpretava o galã Finn Hudson na série de TV da emissora americana Fox, desde que ela começou em 2009.
O canadense Monteith, de 31 anos, estava hospedado no Hotel "Fairmont Pacific Rim" na parte baixa da cidade, disse Doug Lepard, chefe do Departamento de Polícia de Vancouver, em entrevista.
De acordo com ele, a causa da morte não pôde ser imediatamente identificada pela polícia e pelos paramédicos, mas não havia sinais de crime.
De acordo com informações da CNN, os médicos legistas devem realizar a necropsia na segunda-feira (15).  O corpo de Monteith foi descoberto por volta de meio-dia, no horário local, pelos funcionários do hotel depois que ele perdeu o horário do checkout, informou Lepard.
Ele teria morrido cerca de duas horas antes disso, segundo fontes ouvidas pela agência EFE.
O ator tinha dado entrada no hotel no dia 6 de julho.
Aparentemente, havia várias pessoas no quarto do ator, no 21º andar do hotel, em algum momento da sexta à noite.
Porém, o chefe de polícia afirmou que nas câmaras de segurança do hotel é possível ver Monteith voltando para o seu quarto sozinho nas primeiras horas da manhã de sábado.
Dependência química
Em abril deste ano, Cory Monteith passou um tempo numa clínica de reabilitação para tratar de uma dependência química, assumida por ele em 2011, em entrevista à revista "Parade".
Na época, ele contou que havia começado a usar drogas aos 13 anos, e foi internado pela primeira vez aos 19, depois da intervenção da mãe e de amigos.
Ele chegou a dizer que se considerava "sortudo" pelo fato de estar vivo.
Questionado sobre se a morte tinha relação com abuso de drogas, o policial Doug LePard recusou-se a comentar.
Joshua Jackson (à esquerda), Lea Michele e Cory Monteith participam de apresentação no New York City Center no dia 18 de maio de 2009, em New York (Foto: AFP)Joshua Jackson), Lea Michele e Cory Monteith participam de apresentação no New York City Center no dia 18 de maio de 2009, em New York (Foto: AFP)
Finn Hudson
Na série "Glee", Monteith interpretava o personagem Finn Hudson, um jogador de futebol americano que se transformava em um cantor de um grupo musical.
O ator cresceu na cidade de Victoria, na Colúmbia Britânica.
Em sua conta no Twitter, Monteith se descrevia como "alto, esquisito, canadense, ator, baterista, pessoa".
Ele começou a carreira em uma série de pequenos papéis. Entre 2006 e 2007, atuou na série de ficção científica "Kyle XY", da rede ABC, e na série "Kaya", da MTV americana.
Mas a fama veio com o seriado adolescente "Glee", ambientado na pequena cidade de Lima, no estado americano de Ohio. A série estreou em 2009.
Ele marcou com seu personagem, com seu romance conturbado com a protagonista da série, Rachel Berry, interpretada por Lea Michele.
Monteith e Michelle repetiram o romance na vida real.
Em comunicado na página de "Glee", os produtores executivos da série disseram que estavam "profundamente entristecidos pelas notícias trágicas".
"Cory era um talento excepcional e uma ainda mais excepcional pessoa", diz o texto. "Era uma verdadeira alegria trabalhar com ele, e todos vamos sentir sua falta tremendamente. Nossos pensamentos e orações estão com sua família e com seus amados."
Uma necropsia deve ser feita na segunda-feira (15). Fonte: G1

SAP confirma morte de dois presos e rebelião na Penitenciária de Itirapina

68 visitantes, entre adultos e crianças, são mantidos reféns desde às 11h.
Impedimento da visita de mulher de preso teria sido estopim da confusão.      A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) confirmou a morte de dois presos durante uma rebelião que teve início neste domingo (14), na Penitenciária de Itirapina(SP), que fica a 210 quilômetros de São Paulo. Segundo a SAP, 68 pessoas, entre homens, idosos, gestantes e crianças, são mantidas reféns desde as 11h.

A Penitenciária de Itirapina tem capacidade para 210 presos no regime fechado, mas abriga 602. Muitas viaturas da PM vieram de várias cidades para reforçar a situação. O helicóptero Águia também foi acionado. Policiais e a direção da penitenciária negociam a liberação dos visitantes. A assessoria de imprensa da SAP informou que não há ameaças a familiares e nem danos ao patrimônio.
A mãe de um presidiário, que não quis ser identificada, disse que o incidente teve início quando uma visitante foi barrada na entrada. O marido dela, que está preso, começou a protestar contra a penitenciária e, então, os detentos não deixaram mais ninguém sair do local.
A mulher, que conseguiu sair antes da confusão tomar uma proporção maior, afirma que viu um preso carregando a cabeça de outro que teria sido decapitado no local. Segundo ela, o fato da visitante ser barrada foi apenas o estopim para que os detentos fizessem outras reivindicações como o aumento do horário de visita até as 16h. Atualmente, ele é encerrado às 15h. A Polícia Militar diz ainda que os detentos querem celulares. Fonte : G1

sábado, 13 de julho de 2013

Acidente grave com ônibus deixa mortos e feridos na BR-259, em MG

Acidente ocorreu na noite desta sexta (12), próximo ao distrito de Goiabal.
Feridos foram encaminhados para o Hospital Municipal de Valadares.

                                                   Veículo saiu de Sobradinho-DF, e seguia para Setubinha, município da região nordeste de Minas Gerais. (Foto: Reprodução/InterTV)    Pelo menos 10 pessoas morreram e outras 10 ficaram gravemente feridas em um acidente na noite desta sexta-feira (12), próximo ao distrito de Goiabal, no km 223, da BR-259, a aproximadamente 60km de Governador Valadares, no Leste de Minas Gerais. O acidente teria acontecido quando o ônibus descia uma serra em curva e possivelmente perdido o freio.
Os feridos foram encaminhados para o Hospital Municipal e os corpos foram levados para o Posto de Perícia Integrada (PPI), em Governador Valadares. Até a manhã deste sábado a empresa não havia divulgado para a imprensa a lista com os nomes das vítimas e dos demais passageiros do ônibus.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, no ônibus havia 42 passageiros além de dois motoristas. Os passageiros eram fiéis das igrejas Assembleia de Deus e Batista. Eles participariam de um encontro evangélico. O veículo saiu de Sobradinho, no Distrito Federal, e seguia para Setubinha, município localizado na região nordeste de Minas Gerais. Além das malas, os bagageiros também estavam cheios de roupas e alimentos que seriam entregues à famílias do Vale do Jequitinhonha. Não havia crianças. Com base nas informações dos passageiros, toda a documentação do veículo estava em dia.
“O ônibus apresentou defeito no sistema de freio. O problema tinha sido resolvido durante a viagem. A intenção era fazer uma parada em Governador Valadares para todo mundo descansar. Porém, antes de chegar ouvi barulhos, avisei ao motorista, mas não deu tempo de fazer nada e parece que o ônibus perdeu o freio”, conta o pedreiro Udson Moreira Carvalho que estava no ônibus.
“A gente não conseguiu identificar as vítimas. Os sobreviventes foram socorridos de forma aleatória, alguns em ambulâncias municipais, outros com ferimentos menos graves pegaram carona. O que podemos confirmar é que era um ônibus de turismo, a documentação estava em dia e o motorista era habilitado. Dos 10 mortos, 8 eram mulheres e 2 homens”, afirma a tenente do Corpo de Bombeiros, Euneíse Costa.
O motorista que dirigia o veículo, abalado, não quis gravar entrevista. O motorista auxiliar disse que o ônibus não estava em alta velocidade e que eles tinham se revezado ao volante por algumas vezes. “Nenhum de nós estávamos cansados. Vínhamos nos revezando. Na hora do acidente houve desespero e pânico dentro do ônibus”, relata o motorista auxiliar Pedro Rocha.
O tráfego nos dois sentidos chegou a ser interditado, mas depois, uma das pistas foi liberada, mesmo assim com trânsito lento. Algumas pessoas acenderam velas no local em solidariedade às vítimas. Fonte: G1

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Telexfree consegue bloquear investigação

Inquérito foi suspenso no Acre para se concentrar num só Estado                                                                 Edson Chagas - GZ                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  O inquérito policial que investiga, no Acre, irregularidades da empresa capixaba Telexfree foi suspenso por uma liminar da Justiça. Além dos donos da empresa, pelo menos cinco associados da companhia estão na mira do procedimento criminal acriano.


A Telexfree entrou com uma ação solicitando o arquivamento do inquérito do Acre, na última quarta-feira. A decisão a favor da empresa foi concedida pelo desembargador Francisco Djama, do Tribunal de Justiça no mesmo dia. Porém, o mérito do pedido ainda será analisado. A empresa é alvo de inquéritos policiais e cíveis no Acre e também em diversos Estados, inclusive no Espírito Santo.

Em Vitória, a companhia é investigada pela Delegacia de Defraudações de Vitória (Defa) sob a acusação de formação de pirâmide financeira.

No Acre, além de crime contra a economia popular, a Telexfree é investigada por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

O advogado da empresa, Horst Fuchs, explica que a suspensão do inquérito policial do Acre está relacionada à quantidade de investigações criminais abertas em outros Estados.  “É ilegal ter tanto inquérito aberto para investigar o mesmo crime. O Direito proíbe esse acumulo de acusações. Para conseguir a liminar, o argumento que usamos é que já respondemos um outro inquérito no Espírito Santo. Queremos concentrar as investigações no Estado, principalmente, porque já conseguimos uma decisão aqui impedindo a prisão dos sócios da Telexfree”, diz.

Apesar do bloqueio da continuidade do inquérito criminal, as atividades da corporação continuam suspensas. A liminar que a Telexfree conseguiu não derruba a decisão da juíza acreana Thaís Khalil que impede a empresa de pagar os associados e ainda recrutar novos divulgadores.

Investigação

No Espírito Santo, o inquérito policial aberto contra Telexfree conta com informações reunidas em todos os Estados.

Na próxima semana, os responsáveis pela investigação criminal do Acre devem vir a Vitória para entregar as apurações à Delegacia de Defraudações. A liminar não proíbe a troca de informações entre as duas corporações.

A Polícia Civil do Acre quer ter acesso também ao depoimento prestado pelo dono da empresa, Carlos Roberto Costa, ao delegado-adjunto da Defa, Geraldo Martinho, na última terça-feira.

Suspeita de vínculo com a BBom

As investigações que bloquearam as contas bancárias da BBom, em Goiás, apontam para uma relação da empresa com a Telexfree. As duas são acusadas de formação de pirâmide financeira e negam que tenham qualquer vínculo. As possíveis ligações entre as empresas vieram à tona devido à migração de associados da Telexfree para a BBom.

Segundo o advogado da Telexfree, Horst Fuchs, a corporação desconhece as denúncias. “Não podemos afirmar se a BBom é pirâmide ou não. Só sabemos que a Telexfree é lícita. Com tanta investigação só fica provado que falta regulamentação para o marketing multinível”, diz. Ninguém da BBom foi encontrado para falar.
Fonte: A GAZETA

Justiça nega bloqueio de bens de Eike Batista


Pedido foi feito por acionista minoritário da petroleira OGX                                              Acionista minoritário pediu bloqueio de bens de Eike Batista                                                         Acionista minoritário pediu bloqueio de bens de Eike Batista                                                                                     A Justiça do Rio de Janeiro negou, nesta quinta-feira (11), o pedido de bloqueio dos bens de Eike Batista, feito por um acionista minoritário da OGX, petroleira do grupo do empresário. A liminar pedia ainda que fosse vedada a quitação das dívidas da companhia e do empresário Eike Batista.

Na decisão, a juíza em exercício da 5ª Vara Empresarial da Capital, Maria Isabel Paes Gonçalves, afirma que o bloqueio dos bens daOGX é inadequado. “No momento, convenci-me de que a indisponibilidade dos bens da sociedade não se mostra adequada, vez que poderá gerar mais problemas do que solução”, ressaltou a juíza, segundo nota da assessoria de imprensa da Justiça do Rio.
Na mesma decisão, a juíza relata que não há justificativa para tornar indisponíveis os bens de Eike Batista. "Do exame perfunctório dos fatos, não se extrai a presença dos pressupostos autorizadores à concessão da medida postulada”, decidiu.
Crise de Eike
O empresário, que chegou a ser o oitavo homem mais rico do mundo em março de 2012, quando teve seu patrimônio avaliado em US$ 34,5 bilhões, viu a fortuna do seu grupo EBX encolher cerca de US$ 30 bilhões nos últimos 16 meses, após uma série de atrasos e falhas nas empresas do seu grupo.
Diante dos prejuízos registrados por suas companhias e da desconfiança de bancos e investidores, Eike corre o risco de ter de se desfazer de parte de suas empresas.
A fortuna do empresário Eike Batista, que já chegou a ser avaliada em US$ 34,5 bilhões no ano passado, caiu agora para US$ 2,9 bilhões, segundo o ranking de bilionários da Bloomberg.                   Fonte :R 7

Após propor comitê para discutir caso Telexfree, deputado volta atrás

Moisés Diniz diz ter sido agredido nas redes sociais por divulgadores.
"Esse tipo de pessoa não merece solidariedade", desabafa.                 Deputado estadual Moisés Diniz (Foto: Reprodução/TV Acre)                               Moisés Diniz diz ter desistido de comitê após

agressões em redes sociais                                                 
(Foto: Reprodução/TV Acre)                                                                                                                                                                           Menos de 24h após anunciar a criação de um comitê para discutir a situação dos investidores da empresa Telexfree, o deputado estadual Moisés Diniz (PCdoB-AC) desistiu da ideia. Segundo ele, por ter sido agredido em redes sociais por divulgadores insatisfeitos com a decisão do parlamentar.

"Eu queria fazer um comitê amplo da sociedade com movimentos sociais, para discutir a situação de fato dessa empresa, de milhares de pessoas que estão em situação dificil, mas recebi dezenas de agressões no Facebook, de pessoas que não são do Acre agredindo a Assembleia Legislativa, achando que estou contra a empresa. Então, esse tipo de pessoa não merece solidariedade", diz. Diniz conta que o comitê tinha como objetivo trazer os principais representantes da Telexfree para explicar a situação e o funcionamento da empresa, além de discutir a situação das pessoas que investiram dinheiro nela, caso a empresa não seja mais autorizada a operar.

"Eu queria juntar a sociedade, mas dessa forma me retiro porque não é justo. Esse tipo de comportamento não ajuda a empresa, nem ajuda as pessoas. Por isso me retiro e deixo eles lutarem como acham melhor", conclui.
Entenda o caso
A atuação da empresa em todo o país foi suspensa por decisão da justiça acreana no dia 18 de junho, pela juíza Thais Borges. A Telexfree é suspeita de atuar em um esquema de pirâmide financeira, ilegal no Brasil.

No dia 6 de julho, a juíza Thaís Borges determinou o desbloqueio das contas bancárias de duas empresas Wolrdschanger Intermediação de Negócios LTDA e Simternet Tecnologia da Comunicação LTDA, que fazem parte do grupo Telexfree. No entendimento da magistrada, as contas das empresas não fazem parte do processo em curso.
A última decisão judicial sobre o caso havia sido tomada pela 2ª Câmara Cível Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) que negou o pedido de reconsideração feito pelos advogados de defesa da Telexfree contra a medida que suspende os pagamentos e a adesão de novos investidores à empresa de marketing multinível. Fonte : G1

Entenda por que a Telexfree está sendo investigada

Empresa foi alvo de denúncias de operação de um esquema de pirâmide financeira e Ministério da Justiça decidiu abrir processo administrativo                                                                Cerca de 300 manifestantes bloquearam a BR 116, em frente ao Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio (RS), durante protesto contra a decisão da juíza do Acre que suspendeu as contas bancárias da empresa Telexfree em todo o país, em 02 de julho  Associados protestam contra bloqueio de bens da Telexfree, em Brasília Cerca de 300 manifestantes bloquearam a BR 116, em frente ao Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio (RS), durante protesto contra a decisão da juíza do Acre que suspendeu as contas bancárias da empresa Telexfree em todo o país, em 2 de julho (Marcio Rodrigues/Futura Press)  Telexfree é o nome fantasia da Ympactus Comercial Ltda, empresa suspeita de ter montado um sistema de pirâmide financeira por meio de um negócio de venda de pacotes de telefonia via internet (VoIP, na sigla em inglês) como fachada. A empresa teve seus bens bloqueados pela Justiça do Acre. No site Reclame Aqui, a Telexfree possui uma conta nada animadora - 13.900 reclamações desde setembro de 2012. Desse total, mais de 10.000 não foram sequer respondidas pela empresa. A Telexfree consta em 14º lugar no ranking das companhias mais reclamadas dos últimos doze meses, à frente de bancos, como Itaú e Santander.

Milhares de associados podem ser lesados se a Justiça comprovar a existência da pirâmide. Muitos deles têm se manifestado nas redes sociais - e também nas ruas - a favor da Telexfree. Afinal, a liquidação da empresa significa que boa parte do dinheiro angariado com associados pode virar pó. Um grupo chegou até mesmo a tentar furar o bloqueio de bens da Telexfree por meio de um mandado de segurança. Como os bens estão congelados pela Justiça, nenhum associado tem recebido o retorno sobre seus possíveis investimentos. Contudo, o Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou o pedido. Para saber mais sobre o caso, confira uma lista de perguntas e respostas elaborada pelo site de VEJA.
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O que é a Telexfree?

Trata-se de uma empresa que comercializava sistemas de telefonia por meio da internet (Voice Over Internet Protocol - VOIP) desde 2012. O modelo de negócio, segundo o site da companhia, é o marketing multinível - em que os vendedores ganham em cima do faturamento com a venda dos sistemas. Contudo, desde o início do ano, Procons de vários estados têm recebido denúncias de que a Telexfree é um sistema de pirâmide. Isso significa que, em vez de cada vendedor ganhar em cima do que vende, ganha um porcentual em cima dos novos vendedores que angaria para a rede. Em seu site, a Telexfree também informava que comercializava anúncios na internet. Fonte :Veja

quinta-feira, 11 de julho de 2013

STF arquiva mandado de divulgadores da Telexfree

O presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, determinou o arquivamento de mandado de segurança interposto contra ato do Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJ-AC) por divulgadores de produtos da empresa Telexfree. Com base em jurisprudência do STF (Súmulas 330 e 624), Mello afirmou que o Supremo Tribunal não tem "competência originária" para processar e julgar mandado de segurança contra decisões de TJs.
O processo foi apresentado ao STF, com pedido de medida liminar, por parceiros e divulgadores de produtos da empresa Ympactus Comercial Ltda. - ME (Telexfree Inc.), afirma o tribunal federal, em nota. No mandado, os autores questionavam ato de desembargador que integra o TJ-AC o qual suspendeu os pagamentos de comissões, bonificações e vantagens da rede Telexfree decorrentes de vendas de contas, novos cadastramentos, postagens de anúncios, formação de binários diretos ou indiretos, royalties, entre outros.
"O Supremo Tribunal Federal não dispõe de competência originária para processar e julgar mandado de segurança impetrado contra Tribunais de Justiça estaduais", cita a decisão do presidente em exercício do STF. Menciona ainda "incompetência absoluta do
Supremo Tribunal Federal" sobre o pedido.
Com base em regra contida na Constituição, Mello ressaltou que a Corte não dispõe de "competência originária" para processar e julgar mandados "impetrados contra qualquer tribunal judiciário". De acordo com ele, a intenção desse entendimento, tanto da Constituição em não prever tal competência como da produção de uma súmula pelo órgão, é "a necessidade de inibir indevidas ampliações descaracterizadoras da esfera de atribuições institucionais desta suprema Corte".
Mello lembrou que a jurisprudência do Supremo - ao decidir pela plena recepção do artigo 21, inciso VI, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) pela nova ordem constitucional - tem reafirmado a competência dos tribunais para processar e julgar, em sede originária, os mandados de segurança pedidos contra os atos e omissões ou ainda contra aqueles emanados dos respectivos presidentes, vice-presidentes e juízes. Fonte : Estadão

BBom, Telexfree e mais onze empresas são investigadas por pirâmide financeira

Investigação faz parte de uma ação do MP. BBom e Telexfree tiveram bens bloqueados na Justiça                  Empresa de rastreamento BBOM        Além da BBom e da Telexfree, empresas acusadas de prática de crime financeiro, outras onze companhias estão sendo investigadas pelo mesmo crime, que envolve a criação de pirâmide financeira. A ação faz parte de uma força-tarefa de promotores e procuradores do Ministério Público de diversos estados brasileiros para desmembrar esse tipo de atividade ilegal, entre eles Goiás, Espírito Santo, Acre, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco, 

Ao todo são treze empresas envolvidas em denúncias de irregularidades, de acordo com o promotor Hélio Telho, do Ministério Público Federal de Goiás - eram nove até a semana passada, quando o MP gaúcho começou a investigar as empresas Nnex, Multiclick, Priples e Cidiz. Telho não quis revelar os novos nomes por se tratar de informação temporariamente sigilosa. "Os esforços são conjuntos porque a rapidez com que essas operações se propagam é absurdamente rápida, especialmente por causa das redes sociais", explicou o promotor. "Se comprovada essa prática em outras empresas, uma ação pública será ajuizada", afirmou Telho.
BBom e a Telexfree já tiveram seus bens congelados durante a investigação. No caso da primeira, a inserção de novos integrantes na rede era feita sob a alegação de que eles seriam parceiros em um comércio de rastreadores, que, segundo a investigação, era um negócio de fachada e nem mesmo os rastreadores eram homologados junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No caso da segunda, era comercializado um sistema de telefonia via internet, o VOIP (Voice Over Internet Protocol).
Precauções - Nesses casos, o promotor de Goiás aconselha os envolvidos a guardar todos os comprovantes das operações que fizeram com as empresas - contrato, depósitos e pagamentos - para serem ressarcidos, pelo menos, de parte do dinheiro investido, conforme determinar a Justiça.
O promotor lembra ainda que a prática de pirâmide financeira é crime e pede atenção das pessoas para indícios que podem significar um negócio ilegal. Primeiramente, o promotor indica que os indivíduos desconfiem de qualquer empresa que ofereça ganhos altos em um curto espaço de tempo. Em segundo lugar, Telho recomenda pensar muitas vezes antes de se envolver com uma empresa que diz praticar 'marketing multinível', mas pede dinheiro para aceitar o associado. Há uma diferença importante entre o modelo de negócios denominado 'marketing multinível' ou 'marketing de rede', e o golpe conhecido por pirâmide financeira.

No caso do 'marketing multinível', trata-se de modelo comercial sustentável e legal, no qual o integrante da rede ganha pela venda de produtos ou serviços - e não pelo recrutamento de outros vendedores. Ou seja, seu faturamento será proporcional à receita gerada pelas vendas - a base da sustentabilidade do negócio - e não pelo número de integrantes investindo no negócio.
Na 'pirâmide financeira', os participantes são remunerados somente pela indicação de outros associados, sem levar em consideração a real venda de produtos. Assim, a sustentabilidade do negócio fica comprometida, pois sua base é essencialmente o pagamento dos associados e, em algum momento, atrair novos participantes se torna matematicamente impossível. "O dinheiro que entrava na BBom, por exemplo, era pra pagar o lucro das pessoas que entraram primeiro. Esse tipo de empresa é insustentável a longo prazo", disse Telho, ao explicar que a companhia pode rapidamente falir se a entrada de novos associados é interrompida. Fonte : Veja

UFC 162: Anderson faturou R$ 1,3 mi. Weidman, R$ 108 mil

Anderson Silva é nocauteado por Chris Weidman no UFC 162, em Las VegasA luta em que o cinturão dos médios passou para Weidman durou 6min18s                     Anderson Silva é nocauteado por Chris Weidman no UFC 162, em Las Vegas                                                                              Anderson Silva é nocauteado por Chris Weidman no UFC 162, em Las Vegas - Donald Miralle/Zuffa LLC/Getty Images              Anderson Silva provocou, brincou e foi nocauteado por Chris Weidman, no sábado, em Las Vegas, e cedeu o cinturão dos médios ao americano. Por exatos 6 minutos e 18 segundos em cima do octógono, Anderson levou para casa um cheque de 600.000 dólares (cerca de 1,3 milhão de reais) enquanto o novo campeão embolsou apenas 48.000 dólares (cerca de 108.600 reais) - metade como bolsa e metade pela vitória. Weidman ganhou menos até mesmo que o brasileiro estreante Roger Gracie, que faturou 50.000 dólares (pouco mais de 112.000 reais). Esses valores são apenas da bolsa pela luta, divulgados pela Comissão Atlética de Nevada. Estão fora da conta patrocínios pessoais e participações em pay-per-view. Mesmo com a derrota, Anderson faturou 600.000 dólares (cerca de 1,3 milhão de reais). Se vencesse, receberia bônus de 200.000 dólares (cerca de 451.500 reais) Fonte : Revista Veja

EUA: áudio revela momentos de terror em acidente de avião

Sobreviventes reclamaram que não havia médicos o suficiente para socorro

Avião pega fogo após pouso forçado no aeroporto de São Francisco, nos Estados Unidos
Avião pega fogo após pouso forçado no aeroporto de São Francisco, nos Estados Unidos - David Eun/Twitter
Divulgado nesta quinta-feira, o áudio de vários telefonemas à polícia da Califórnia revela os momentos de terror pelos quais vítimas e testemunhas passaram após o acidente de um avião em São Francisco no sábado passado. Segundo a CNN, equipes de socorro chegaram ao local 2 minutos após o acidente para socorrer os feridos – 123 no total, além de duas mortes -, mas testemunhas ligaram repetidas vezes à polícia pedindo ajuda por achar que o serviço estava demorando demais.
Leia também:
Piloto diz que não conseguia ver a pista antes de acidente
Comissários foram lançados para fora do avião no momento do acidente


“Eu estou vendo um acidente de avião no Aeroporto Internacional de São Francisco (SFO)”, disse uma das primeiras testemunhas que ligou para a polícia. “Um acidente aéreo no SFO?”, pergunta o atendente. “Sim, ouvimos uma grande explosão, e um avião caiu aqui no SFO, ainda não vemos bombeiros ou algo assim”, disse.

A conversa mais chocante é a de um sobrevivente do acidente e o atendente, que pergunta qual é a pista em que o avião caiu. “Nós estamos no aeroporto de São Francisco e nosso avião acabou de cair no pouso, nós precisamos de alguém aqui, alguém aqui o mais breve possível”, disse um passageiro. “Qual pista?”, pergunta o atendente. “Eu não sei qual pista, nós literalmente acabamos de sair do avião”, responde.

“Nós estamos aqui no chão, não sei, há 20 minutos, meia hora”, disse uma mulher à polícia. “Há pessoas aqui esperando na pista com sérios ferimentos na cabeça. Estamos quase perdendo uma mulher aqui, estamos tentando mantê-la viva”, afirmou em desespero.

“Acabamos de sair do avião acidentado e há um monte de gente aqui que precisa de ajuda e não há médicos o suficiente”, disse outro sobrevivente. “Há uma mulher aqui com queimaduras severas na cabeça e não sabemos o que fazer”, afirmou. O atendente disse que a ajuda estava a caminho. 

Acidente - O Boeing 777 da companhia aérea sul-coreana Asiana bateu com a cauda na pista no momento de aterrissagem, girando em 360 graus e depois pegando fogo. Duas adolescentes chinesas de 16 anos morreram no acidente. Das 307 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulação, 123 ficaram feridos. Alguns ainda estão hospitalizados em estado grave.

Agora, o Departamento Nacional de Segurança dos Transportes dos EUA investiga a causa do acidente, em meio a acusações de falha humana por parte dos pilotos. Um deles disse que, a cerca de 500 pés (152 metros) do chão, foi cegado por um clarão. O piloto responsável pelo voo estava em treinamento, tinha pouca experiência com o modelo e realizava seu primeiro pouso – não se sabe se manual ou automático – com a supervisão de um copiloto mais experiente, que por sua vez realizava seu primeiro treino.

Sabe-se que só 90 segundos depois da colisão, quando um tripulante viu fogo no lado de fora, veio a ordem de retirada, e 30 segundos depois chegaram os primeiros veículos de resgate, segundo Deborah Hersman, diretora do Departamento Nacional de Segurança dos Transportes dos EUA. Inicialmente, os passageiros do avião da Asiana Airlines receberam a orientação de não deixar a aeronave depois que ela deslizou na pista do aeroporto da cidade. Três comissários foram ejetados com seus assentos do avião depois que a cauda do aparelho colidiu com um quebra-mar na cabeceira da pista, momentos antes do pouso.
Segundo Deborah, a desocupação imediata do avião não é necessariamente o procedimento padrão, e a decisão correta cabe aos pilotos. "Os pilotos indicaram que estavam trabalhando com o controle da aeronave", disse. "Não sabemos o que os pilotos estavam pensando, mas posso lhes dizer que em acidentes anteriores houve tripulantes que não desocuparam. Eles esperam outros tripulantes chegarem", disse ela. As regras de segurança estipulam que o avião deve ter condições de ser totalmente desocupado em 90 segundos.
Deborah disse que entrevistas com seis dos doze comissários de bordo indicam que não havia incêndio a bordo. A desocupação começou por causa do incêndio externo, combatido pelos comissários com extintores mesmo depois da chegada dos socorristas. Os outros seis comissários permanecem internados e ainda não foram ouvidos.
Os seis comissários que não estão hospitalizados foram apresentados pela Asiana em uma entrevista coletiva. Eles estão sendo tratados como heróis na Coreia do Sul.
(Com agência Reuters)

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