terça-feira, 6 de agosto de 2013

Líder Palmeiras bate São Caetano e chega ao 8ª jogo sem derrota

   O Palmeiras conseguiu manter sua invencibilidade que já dura oito jogos na Série B do Campeonato Brasileiro. Nesta terça-feira, a equipe alviverde bateu o São Caetano por 2 a 1, no Anacleto Campanella, pela 13ª rodada da competição, e se mantém na liderança, com 31 pontos.
Do outro lado, o São Caetano permanece na zona de rebaixamento, na 17ª posição da tabela. São apenas três vitórias, quatro empates, seis derrotas e 13 pontos acumulados. 
Os donos da casa abriram ao placar aos 22 do primeiro tempo, num contra-ataque concluído por Geovane. Os gols palmeirenses saíram na etapa complementar, com Alan Kardec, que deixou quatro marcadores para trás, aos 10min, e com Henrique, aos 14, que aproveitou uma sobra na área e soltou o pé.
Na próxima rodada, sábado, às 16h20, o Palmeiras enfrenta o Paraná, no estádio do Pacaembu, e o São Caetano tenta se reabilitar diante do Sport, no Anacleto Campanella. Fonte : Folha de são Paulo

Divulgadores da Telexfree protestam em São Vicente, SP

Trabalhadores são contra ação do Ministério Público do Acre.
Divulgadores estão sem trabalhar e receber salários.                          Funcionários da Telexfree fazem protesto em São Vicente, SP (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)        Divulgadores da Telexfree fazem protesto em São Vicente, SP (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)                  Divulgadores da empresa Telexfree se reuniram nesta segunda-feira (5) em São Vicente, no litoral de São Paulo, para protestar contra a decisão da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, que acatou uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) e suspendeu os pagamentos dos trabalhadores e a adesão de novos contratos da empresa.


Segundo o MP-AC, a empresa de marketing multinível é suspeita de montar uma pirâmide financeira, não se preocupando com a venda de seus produtos, mas sim em recrutar novos vendedores.   Um dos divulgadores da empresa, Edmar Freire Jesus Santos, conta que o protesto é contra a decisão da Justiça do Acre. “Nós queremos simplesmente trabalhar, queremos que a nossa empresa volte com suas atividades, como fazia há mais de um ano e meio no Brasil. Nós fomos bloqueados pela Justiça do Acre, uma juíza de lá entrou com uma liminar e bloqueou os nossos pagamentos e as nossas atividades”, desabafa.

Edmar também explica que o protesto está sendo feito em outras partes do país e que os funcionários estão do lado da empresa. “A nossa ida hoje para as ruas é no Brasil inteiro, não é só aqui que está acontecendo. É simplesmente em nome dessa empresa, que tem honrado com o salário, que tem honrado com todas essas pessoas, somente isso. Nós queremos trabalhar e isso nos prejudica. Nós não queremos o nosso dinheiro de volta, nós estamos felizes e satisfeitos, nós somos 100% Telexfree e queremos voltar a trabalhar”, finaliza.
Funcionários da Telexfree fazem protesto em São Vicente, SP (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)Manifestantes pedem para voltar a trabalhar em
São Vicente (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)
O caso
Em junho, a Justiça do Acre atendeu a um pedido do Ministério Público Estadual para suspender as atividades da Telexfree. Com a decisão, foram suspensos os pagamentos e a adesão de novos contratos à empresa até o julgamento final da ação em todo o país.
Os Ministérios Públicos de pelo menos sete estados investigam a empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, por suspeita de prática de pirâmide financeira, com "investimentos" estimulados por meio de um sistema chamado de "marketing multinível". O Ministério da Justiça também instaurou um processo administrativo contra a empresa.
A empresa, com sede no Brasil no Espírito Santo, diz atuar com prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet). Para tornar o serviço conhecido, a empresa vende pacotes a "divulgadores", que compram e revendem contas e "recrutam" novos revendedores. A divulgação é feita principalmente pela internet.
Segundo as regras da Telexfree brasileira, a pessoa que se cadastra como divulgador deve fazer uma postagem diária de anúncios em sites de classificados, divulgando o produto e ganhando uma comissão sobre as vendas.

Os divulgadores podem ainda, cadastrar outras pessoas como divulgadoras criando assim, uma rede. Para tornar-se um divulgador, o interessado precisa pagar uma taxa de adesão e comprar os pacotes de contas, que custam a partir de US$ 289.
Funcionários da Telexfree fazem protesto em São Vicente, SP (Foto: Ivair Vieira Jr/G1)Funcionários da Telexfree protestam no país inteiro (Foto: Ivair Vieira Jr/G1) Fonte: G1

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Entenda como o Uruguai planeja legalizar a maconha

                                                                                                   

Após Câmara aprovar na quarta medida apoiada por presidente Mujica, Senado deve votá-la até fim do ano                                                   O Uruguai está a um passo de legalizar a maconha e colocar nas mãos do Estado a produção, a distribuição e a venda controlada da cannabis - uma medida inédita no mundo. Na noite de quarta-feira, o projeto de legalização foi aprovado na Câmarae segue agora para o Senado, onde deve ser aprovado sem dificuldades.

AP
Homem fuma maconha do lado de fora do Congresso, onde deputados debateram legalização da venda da maconha (31/7)
Segundo o governo, a lei tem como objetivo tirar mercado dos cartéis de narcotráfico e evitar que os uruguaios passem a consumir drogas mais pesadas. 
Veja abaixo o que mudará caso a lei seja de fato aprovada: 
Nas mãos do Estado
O Estado uruguaio assumiria o controle e a regulação das atividades de importação, produção, compra, armazenamento, comercialização e distribuição da maconha e derivados. Isso seria conduzido por uma agência estatal, responsável por emitir licenças e comandar os elos da cadeia.
Quem poderá comprar e cultivar?
Só maiores de 18 anos e residentes no Uruguai poderiam se registrar como consumidores recreativos de maconha e comprá-la em farmácias licenciadas. 
São previstas três formas de acesso à substância: 
- pelo cultivo próprio, para uso pessoal (sob um limite de seis plantas e uma colheita máxima de 480 gramas por ano); 
- pelo cultivo feito em clubes que exigiriam filiação (com um mínimo de 15 sócios e um máximo de 45, e um número proporcional de plantas, com um limite máximo de 99); 
- pela compra em farmácias. Um indivíduo só poderia comprar e ter em sua posse 40 gramas de maconha.
O projeto de lei também prevê o cultivo para fins científicos e medicinais - este, liberado por meio de receita médica - e habilita a produção de cannabis não psicoativa, conhecida como cânhamo industrial. Fonte :IG
Como as licenças serão emitidas?
O projeto de lei estabelece a criação de registros para a produção, o cultivo próprio e o acesso à maconha em farmácias. Tais registros estariam guardados sob a lei de proteção de informações sigilosas. Além disso, seria criado um órgão estatal, que emitirá as licenças de compra.
Mas o projeto de lei não especifica os critérios para a emissão de licenças, seu custo e quais pessoas seriam autorizadas a tê-las. Tampouco estipula qual será a produção de maconha do país. Acredita-se que esses aspectos da lei serão regulados pelo Poder Executivo, se confirmar-se a aprovação da lei. 
O governo também deve elaborar planos de prevenção ao consumo, e serão proibidas a publicidade e a venda a menores de 18 anos. A normativa determina a criação de uma unidade de avaliação e monitoramento do cumprimento da lei.
Por fim, plantações não autorizadas teriam de ser destruídas sob ordem judicial, e o órgão estatal a ser criado será responsável por aplicar penalidades a infratores.

Manifestantes ainda ocupam via próxima à casa de Cabral no Rio

Cerca de 30 manifestantes ainda ocupam duas faixas da avenida Delfim Moreira, desta vez sentido Copacabana, na altura da rua Aristídes Espínola, no Leblon, na zona sul do Rio.
O local é onde mora o governador Sérgio Cabral (PMDB). Segundo o Centro de Operações da Prefeitura, o grupo transita pela via há pelo menos cinco dias.
Entre os manifestantes há estudantes, professores e ativistas que pedem a saída do governador do cargo. Com cartazes com dizeres "fora Cabral" e "cadê o Amarildo", o grupo pede a adesão de moradores e motoristas ao protesto pacífico.
Três carros da Polícia Militar fazem a segurança da portaria do governador. Grades móveis estão posicionadas nas duas pontas da Aristídes Espínola para, no caso de a manifestação se aproximar da portaria de Cabral, a rua seja fechada.
Uma nova manifestação está sendo convocada por moradores da Rocinha para as 17h desta quinta-feira no local. Foi na comunidade que o pedreiro Amarildo de Souza, 47, desapareceu há duas semanas. Ele morava com sua família na região.

Protesto contra Cabral no Rio

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Daniel Marenco/Folhapress
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Protesto em Copacabana chega próximo ao palco da Jornada Mundial da Juventude; o show de encerramento do evento foi finalizado antes do previsto Leia mais Fonte: Folha de São Paulo

Dilma vai sancionar lei que garante atendimento a vítimas de estupro

A presidente Dilma Rousseff vai sancionar, sem vetos, a chamada "lei da profilaxia da gravidez", que trata do atendimento, na rede pública de saúde, de vítimas de estupro.
Dilma aceitou a recomendação da área técnica do governo, que defendia a sanção, como mostrou a Folha na edição desta quinta-feira.
A decisão da presidente vai ser anunciada ainda hoje e publicada na edição de sexta-feira do Diário Oficial da União.
A presidente deve enviar ao Congresso um projeto esclarecendo, expressamente, que o termo "profilaxia da gravidez" não significa aborto.
A lei aprovada estabelece que os hospitais do SUS devem prestar serviço multidisciplinar à mulher vítima de violência sexual, incluindo a "profilaxia da gravidez", ou seja, o uso da chamada "pílula do dia seguinte", prática já prevista em norma técnica do Ministério da Saúde.
Comunidades religiosas pediam o veto na lei por entender que o termo "profilaxia" abre brechas para a prática do aborto.
Ontem, durante uma reunião de Dilma com os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho, houve o entendimento de que o governo não poderia vetar trechos de uma lei aprovada por unanimidade por congressistas, sobretudo em uma instituição onde as bancadas religiosas e de defesa da família são muito fortes.
Para o Executivo, a lei dá base legal a uma prática já realizada nos hospitais. O governo usa estatísticas oficiais para reforçar a convicção de que a pílula do dia seguinte, dentro dos protocolos do Ministério da Saúde, não é abortivo e tem evitado que mulheres recorram ao aborto legal pelo uso do método.
O Ministério da Saúde entende que, em casos de estupro, "a pílula do dia seguinte" tem se mostrado eficaz na prevenção de morte materna ao evitar, ainda, abortos clandestinos. Fonte : Folha de São Paulo

quarta-feira, 31 de julho de 2013

TelexFREE: Mentiras que andam circulando na internet. Boleto FALSO

Boleto da Telexfree com cobrança de R$ 3.052,50 por 'assinatura de adesão' e 'kit central de anunciante'A pagina esta bloqueada e não  emite boletos .

Telexfree sofre 9ª derrota no Acre e apresenta novo recurso; bloqueio segue

Novos pedidos podem ser avaliados por desembargadores na segunda-feira (5)                                  A Telexfree sofreu a 9ª derrota no processo que bloqueou os pagamentos da empresa em 18 de junho . Na segunda-feira (29), os três desembargadores da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) recusaram um novo recurso para tentar reverter o congelamento das contas. Em 24 de junho, esses mesmos magistrados já haviam derrubado outro pedido feito pela defesa .

O Ministério Público do Acre (MP-AC) acusa a Telexfree de ser, possivelmente, a maior pirâmide financeira do Brasil. A empresa informa comercializar pacotes de telefonia por internet (VoIP) via marketing multinível – pelo qual revendedores ganham bônus por vendas de outros revendedores que trazem para o negócio. A rede da Telexfree tem cerca de 1 milhão de associados no País .
Procurados, os representantes da empresa não se posicionaram até a publicação desta reportagem. Em ocasições anteriores, eles negaram irregularidades e afirmaram que continuarão a recorrer da decisão.
O recurso julgado nesta segunda-feira (29) era um embargo de declaração, usado geralmente para esclarecer uma decisão anterior e não para derrubá-la. A Telexfree, porém, tentou usar o mecanismo para modificar a sentença que bloqueou os pagamentos, entenderam os desembargadores, o que não é válido. 
A Telexfree tem mais dois recursos para serem analisados pelos desembargadores do TJ-AC. O principal é o agravo de instrumento, que pode ser julgado na próxima segunda-feira (5) pela mesma 2ª Câmara Cível.
O outro é um agravo regimental contra uma outra decisão contrária, tomada pelo desembargador Adair Longuini, presidente da 1ª Câmara Cível do Tribunal, numa medida cautelar. Esse pode ir a julgamento já nesta quarta-feira (31).
Além de oito derrotas na Justiça do Acre, a defesa da Telexfree também sofreu uma no Superior Tribunal de Justiça (STJ). 
Veja abaixo a cronologia do processo:
18 de junho
24 de junho
2 de julho
8 de julho
10 de julho
Desembargadora Eva Evangelista nega mandado de segurança (terceiro recurso) contra a liminar
12 de julho
19 de julho
Desembargador Adair Longuini nega medida cautelar inominada (quinto recurso) contra a liminar
24 de julho
29 de julho
2ª Câmara Cível nega embargos de declaração (sétimo recurso) contra a negativa do agravo regimental (segundo recurso)
A polícia acompanhou o protesto de integrantes da Telexfree, ocorrido em julho, em Brasília. Foto: Agência Brasil Fonte :IG

MEC foi sensato ao manter curso de medicina em 6 anos, diz USP

Governo desistiu da ideia de ampliar curso graduação para oito anos.
Residência médica será feita parcialmente na atenção básica do SUS. A decisão do Ministério da Educação em desistir de estender o curso de graduação em medicina para oito anos agradou a reitores e diretores de faculdades. Nesta quarta-feira (31), o ministro Aloizio Mercadante disse que o curso segue sendo em seis anos, e os dois anos extras serão aproveitados como residência médica, na atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo o primeiro em urgência e emergência, que tem caráter de especialização e atualmente não é obrigatória. Com isso, os estudantes de medicina não ficariam impedidos de se formar após os seis anos de curso.

José Otávio Costa Auler Júnior, diretor em exercício da Faculdade Medicina da Universidade de São Paulo (USPx), disse que a decisão do governo de revogar o aumento de oito para seis anos do curso de medicina foi uma “atitude sensata.” “O que o governo tinha proposto é impraticável (ampliar o curso de graduação de seis para oito anos). A maioria das faculdades ia estender o curso, mas não teria a infraestrutura necessária.”
Segundo Auler Júnior, a USP fará uma reestruturação do curso. Nos primeiros três anos, o estudante fará o ciclo básico, e nos três restantes, o internato, com a parte prática. “Haverá uma prática mais intensa para aumentar a exposição do aluno em programas de atenção básica.” A expectativa é de que as mudanças sejam colocadas em prática em 2015. Outra intenção da USP é facilitar o intercâmbio internacional entre os alunos. Repercussão
Diretor da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Antonio Carlos Lopes considerou um ganho manter a graduação em medicina em seis anos, mas acha “uma pena mexer na residência médica”. Segundo ele, a graduação já é feita com trabalhos no SUS. “Isso daí vai representar em última análise uma mão de obra para o SUS, e a contribuição para o residente vai ser muito pequena para o seu aprendizado. Nas regiões afastadas não há nenhuma infraestrutura. A decepção pode ser grande e eles podem largar a medicina”, disse.
Presidente do Fórum Permanente de Dirigentes de Escolas Federais de Medicina (Formed), Lopes diz que vai apresentar ao governo propostas para melhorar o que foi anunciado pelo MEC. “Tem que aprimorar a residência médica da forma como ela está, e não tirar o residente para coloca-lo no SUS. Isso não vai trazer nenhuma contribuição para o médico nem para a comunidade.” Segundo ele, é preciso dar estrutura para o residente trabalhar e um acompanhamento sistemático feito pelo preceptor (tutor). “Médico sozinho não faz saúde. É preciso que haja enfermeiros, dentistas, fisioterapia, psicólogos, assistentes sociais.”
José Tadeu Jorge, reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), disse que prevaleceu o bom senso. “A universidade possui autonomia pedagógica, estamos falando de currículo e formação de profissionais. Ela tem competência para avaliar se dois anos a mais é bom ou não. A proposta teria que ser discutida, não anunciada como medida do Executivo".
Para Silvana Artioli Schellini, diretora da faculdade de medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp), recebeu a notícia com “muita satisfação”.  Ela ressaltou, no entanto, que é preciso que o trabalho do residente nas áreas de urgência e emergência. “Todas as vezes que a gente trabalha com residência médica a gente pega na mão do residente e ensina como é o serviço. É uma formação pós-graduada. Pessoa precisa de um supervisor. Pela nova resolução, ele continua falando que é para instalar em pessoas em locais distantes, e não fala quem é que vai dar a supervisão. No setor de urgência e emergência não pode ser feita à distância”, afirma.Fonte : G1

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