quarta-feira, 3 de julho de 2013

MP investiga atuação da Telexfree e outras empresas de multinível no RN

Além da Telexfree, são investigadas BBom, NNex, Multiclick, Priples e Cidiz.
Objetivo é investigar se empresas estão atuando como pirâmide financeira.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte vai abrir um inquérito civil para investigar a atuação de empresas de marketing multinível no estado. As empresas investigadas são Telexfree, BBom, NNex, Multiclick, Priples e Cidiz.  A promotoria de Defesa do Consumidor será responsável por apurar se o funcionamento destas empresas se constitui em pirâmide financeira.  A decisão foi tomada em reunião realizada na manhã desta terça-feira (2), em Natal, com os promotores de defesa do consumidor Alexandre Cunha Lima, José Augusto Peres e Sérgio Sena. O Rio Grande do Norte é o sétimo estado a abrir investigação sobre o Telexfree.
No último sábado (29), um grupo de divulgadores da Telexfree fez uma manifestação em Natal para protestar contra a decisão da Justiça do Acre de impedir as atividades da empresa no Brasil.
A Justiça suspendeu os pagamentos e a adesão de novos contratos à Telexfree, no dia 18 de junho. A decisão, que é válida até o julgamento da ação principal, sob a pena de multa diária de R$ 500 mil, foi mantida no dia 24 de junho, quando o desembargador Samoel Evangelista, do Tribunal de Justiça do Acre (TJ/AC) indeferiu o pedido de revisão das sentenças impetrado pelos advogados da Telexfree. A decisão deixou muitos divulgadores da empresa preocupados com o futuro e com a possibilidade de serem prejudicados por terem investido altos valores.

Empresas afirmam legalidade
Para o empresário Victor Noé, que é investidor da empresa BBom em Natal, a empresa se diferencia de outras por ter um produto qualificado. Ele se refere ao rastreador veicular comercializado pela rede de franquias Unepxmil, um dos braços do grupo Embrasystem, que criou neste ano a empresa de marketing multinível BBom. Os rastreadores em questão são alugados por uma mensalidade de R$ 80 nas lojas da rede de franquias.

O lucro dos investidores, segundo o empresário, vem da receita adquirida com os rastreadores. "Ao entrar você adquire uma microfranquia e recebe um rastreador veicular para uso pessoal e outros para serem inseridos na rede de franquias do Unepxmil, que chega a duas mil lojas no Brasil. Muitas das empresas não conseguem atingir o cliente tradicional porque ficam dentro do marketing multinível", afirma o empresário, que abriu uma franquia da Unepxmil há 15 dias na capital potiguar.

Já a empresa Priples, que também é citada pelo Ministério Público, trabalha com a venda de espaços publicitários na internet. O fotógrafo Ewerton Farias, considerado número 1 da empresa no Rio Grande do Norte, conta que trabalha na empresa para adquirir a renda complementar. "Não estamos preocupados com a investigação. Se fosse assim teriam de investigar todas as mídias sociais e sites", ressalta. Ele garante que a empresa atua de forma correta e dentro da legalidade.

"Trabalhamos com publicidade, vendendo os espaços para a divulgação de produtos. Temos o diferencial de controlar o horário em que os anúncios são publicados, possibilitando as empresas anunciantes atingirem o público alvo", diz. De acordo com Ewerton Farias, além da publicidade, a empresa está ampliando suas atividades. na internet. "Estamos com um serviço agregado de perguntas e respostas no site e pretendemos ampliar nossas atividades", conclui.

O representante comercial Nestor Case, que é divulgador Telexfree, diz que não vê problema no fato de o MP investigar a empresa. "A Telexfree é 100% legal e cumpre com todas suas obrigações com seus divulgadores e clientes, e paga todos os seus impostos. Temos um produto, que é o serviço Voip, que não é um produto de fantasia. Caso seja solicitada alguma informação perante ao MP, com certeza o setor jurídico da Telexfree estará à disposição. A postura do MP do nosso estado de não apenas investigar a Telexfree como todas as outras mostra transparência e imparcialidade e isso é bom para o MMN do Brasil".

G1 procurou as demais empresas, mas até o fim da tarde desta terça não conseguiu contato com representantes.Fonte:G1

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sem necessidade de pauta, recurso da Telexfree poderá ser julgado hoje no TJ

DSC 0075     A 2ª Câmara Cível poderá julgar hoje, 1º, o agravo de instrumento impetrado pelos advogados da TelexFree. De acordo com o Sistema de Automação Judiciária (SAJ), o processo não está na pauta, mas, por se tratar de feito sem a figura do revisor, o relator, desembargador Samoel Evangelista, poderá levar o recurso em mãos para a apreciação e julgamento pelos membros do órgão de 2º grau.

A empresa tenta reverter a decisão da juíza da 2ª Vara Cível, Thaís Borges, que decidiu bloquear todas as operações de cadastro de clientes, pagamentos e divulgações, sob a alegação que os lucros de uma possível pirâmide financeira pode prejudicar várias famílias.

Na semana passada, Samoel Evangeslista negou o pedido de derrubada da liminar que impede as atividade da TelexFree. A manutenção da decisão da magistradade 1º grau causou uma série de protestos e divulgações de falsas informações pelas redes sociais.

A expectativa de um novo julgamento veio acompanhada da decisão do Ministério Público Estadual (MPE) em oferecer à Justiça uma denúncia contra os sócios da empresa sob a acusação de crime contra a economia popular.

Caso haja a negativa de todos os recursos no âmbito estadual, os advogados poderão apelar para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o MPE, mais de 70 mil pessoas no Acre estão cadastradas como divulgadores da empresa, realizando postagens e oferecendo os pacotes com o objetivo de garantir a alta nos rendimentos.

O Ministério da Justiça também já entrou no caso. Após receber várias denúncias de diversos Procon’s, abriu inquérito administrativo, na semana passada, para apurar se o “trabalho” é realmente uma pirâmide financeira.

Os divulgadores da Telexfree pressionam diariamente no Ministério Público do Acre (MPE). Eles fecharam por diversas vezes a rua de acesso ao prédio e agridem oralmente os funcionários da instituição. Hoje, eles protestam em frente ao Fórum Barão do Rio Branco.

Reclamação
Muitos divulgadores reclamam do problema. Uns alegam prejuízo por parte do bloqueio dos pagamentos. É caso do empresário Leonardo da Silva, 28 anos. Ele diz ter investido R$ 20 mil e ter ganhado os lucros, mas fez contas contando com o ‘salário’ mensal.

“Tenho contas parceladas contando com o ganho da empresa. Com o bloqueio, como vou pagar? Não vejo isso sendo crime e creio que tudo isso passará”, comentou.

Para maiores ganhos, os divulgadores devem recrutar pessoas. Assim cria-se a chamada rede. O valor mínimo para entrar era de R$ 600 a R$ 800, mas uma produtora rural vendeu alguns bens para investir com R$ 20 mil e, após dois dias veio a decisão da Justiça, que fez o “patrão” perder o sono.

“O meu investimento eu tirei, mas pediu muito para essa produtora entrar na rede. Ela entrou com R$ 20 mil e dias depois tudo foi bloqueado. Estou perdendo o meu sono porque ela não sabe o que está ocorrendo por aqui e não sei como vou explicar a situação”, disse. Fonte :A GAZETA NET

Por que a Telexfree teve tanta repercussão no Acre?

Os relatos são os mais diversos e iniciam mais ou menos assim: “eu vendi 150 cabeças de gado...”; “eu vendi uma moto e uma casa...”; “eu vendi um trator...”; “eu vendi uma caçamba...”; “deixei de viajar...”; “deixei de investir na minha loja...”. O complemento para essas frases é único: “... para investir na Telexfree”.                                                                                                                      Telex Free - OL    Nessa toada, estão pelo menos 75 mil acreanos que investiram na empresa de marketing multinível há pouco mais de um ano. Calcula-se que em todo Brasil já ultrapasse os dois milhões de cadastros (são dois milhões de CPFs diferentes).
A repercussão foi tão grande que chamou a atenção do Fantástico, da Rede Globo, que exibirá hoje uma reportagem especial sobre o processo aberto pela Justiça contra a empresa Telexfree, por suspeita de pirâmide. Como funciona essa rede e por que ela pode estar lesando os consumidores são algumas das questões que serão tratadas pelo programa dominical.
O site JusBrasil, uma referência em assuntos jurídicos na internet, entende como “crime contra economia popular”: “Fato de que resulta, de algum modo, lesão de certos direitos patrimoniais de alguém, na qualidade de membro da coletividade, a que o Estado tutela”.
Traduzindo: as pessoas se desfazem de seus bens, acreditando em uma proposta, sem saber que estão sendo lesadas. Caso a Justiça intervenha, o bem da coletividade passa a ficar completamente comprometido. E toda a economia local perde.
Não se sabe ainda se é o caso da Telexfree: a Justiça ainda não se pronunciou sobre o assunto de forma definitiva. O que se tem de concreto é que o Ministério Público e o Procon (ambos do Acre) entraram com uma Ação Civil Pública pedindo uma série de coisas, inclusive o cancelamento da atividade da empresa.
As duas instituições também enviaram relatórios ao Departamento Nacional de Defesa do Consumidor (vinculado ao Ministério da Justiça) que, por sua vez, informou a situação do Acre para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central, Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda e Conselho Administrativo de Defesa Econômica.
A juíza da 2ª vara Cível da Comarca de Rio Branco, Thaís Queiroz Borges de Oliveira Abou Khallil, no entanto, não atendeu à íntegra os pedidos existentes na Ação Civil Pública.
Ela, entendendo que havia indícios (frise-se: indícios) de prática de pirâmide financeira, exigiu que fossem proibidas novas adesões de divulgadores e, com a suspeita de indícios de irregularidade, para evitar crime contra a economia popular, exigiu que fossem bloqueadas bonificações, pagamentos e qualquer forma de remuneração entre os integrantes da rede. Essa decisão foi de natureza liminar: tinha que ser cumprida imediatamente.
A empresa, naturalmente, recorreu da decisão. Mas, o presidente da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Samoel Evangelista, manteve a decisão da magistrada. Resultado: todos os divulgadores do país deixaram de receber dinheiro.
Mas, o mérito da Ação Civil Pública proposta pela Promotoria Especializada de Defesa do Consumidor do MP do Acre ainda não foi julgada pela magistrada Thaís Queiroz Borges de Oliveira Abou Khallil.
Na quarta-feira da semana que passou, um pequeno grupo de divulgadores da Telexfree do Acre bloqueou a ponte metálica, causando transtornos no trânsito. A imagem correu o país por meio das redes sociais.
Foi o suficiente para que começassem a ter registros de protestos em outras regiões do país.
“Não quero ser doutor”
 Ao lado de um rapaz que esta com nariz de palhaço, o jovem que mexe ao celular, acomoda o cartaz que levantara há pouco com a seguinte frase: “Não quero ser um doutor. Quero ser team builder”.
Team builder é uma espécie de classificação interna da empresa Telexfree. Ser um “team builder” é sinônimo de certa conquista na lógica da rede. Com lucratividade maior, estar nessa condição confere status.
No entanto, é necessário ponderar que, na lógica da sociedade capitalista, para muitas pessoas, a condição de “doutor” tem a mesma finalidade de manutenção do status. Nesse aspecto, a crítica à conduta da Telexfree perde força quando se questiona aspectos subjetivos como “ambição”, “ganância”, “apelo ao consumo” etc.
Ao que se deve atentar é para as questões legais. O que permite a legislação; o que não permite; que ajustes podem ser feitos. O Departamento Nacional de Defesa do Consumidor já informou que a empresa pode ser multada em R$ 6 milhões.
A investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, que tenta mostrar haver crime de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e crime contra economia popular, também deve ser observado com atenção.
E as supostas ameaças de morte, segundo o MP, “feitas por divulgadores da empresa” devem ser investigadas com seriedade. Em respeito a todos.
Shawke Lira é um dos pioneiros da Telexfree no Estado. Deu entrevista ao Acre Economia há pouco mais de um ano. Na ocasião, disse que conseguiria o primeiro milhão em julho de 2013. Amigos próximos na rede garantem que conseguiu.
Ele é uma referência de equilíbrio entre os divulgadores. Sua página no Facebook é sempre acessada como forma de estar informados sobre os assuntos da empresa, principalmente nesse período de crise de imagem. Por telefone, foi taxativo. “Não há crime. Nós só queremos trabalhar e contribuir com esse país”, afirmou.
Novo trabalho?
O acreano que tem mais de 40 anos fatalmente possui uma formação ainda vinculada aos seringais, colônias, fazendas. De vida interiorana, acostumado a tomar leite in natura, tomar banho de igarapé, comer carne de caça.
Ao sair da zona rural/florestal, essa pessoa vem para a cidade e aqui muda a rotina: passa a ter contato com outros elementos da vida moderna. Para esse cidadão, agora com hábitos urbanizados, o trabalho sempre teve uma relação quase direta ou com esforço físico ou com relações de patronato: salário, 13º, férias, seguridade social etc. etc.
“Trabalho fácil e dinheiro fácil, a gente sempre desconfia” é um raciocínio muito comum. Há casos que contradizem o exemplo, mas para uma pessoa com esse perfil, acumular dinheiro na internet é algo muito difícil de ser aceito.
A forma de atuação de uma empresa como a Telexfree não estaria trazendo um novo problema para demonstrar as possibilidades de acúmulo de dinheiro por meio da internet? Por que a atuação de empresa é permitida em outros países? Não são perguntas que pretendem fazer defesa de nada: têm apenas a intenção de contextualizar o problema.
Classe média
No Acre, quase metade das famílias ou são pobre ou extremamente pobres. Para estas, Telexfree é algo que está longe das prioridades. Na maioria dos casos, o problema atingiu a classe média local: são famílias compostas basicamente por funcionários públicos ou profissionais liberais.
Como a maioria dos brasileiros, têm implícita a vontade de fazer fortuna com pouco esforço. Quem não quer garantir algum luxo à família com publicação de anúncios em internet?
Nesse aspecto, uma imagem registrada pelo repórter-fotográfico do site de notícias local G1 pode ser uma espécie de símbolo: nela, vê-se um jovem bem vestido, cabelos higiênicos e cortados ao gosto da moda. Ele mexe no celular, durante um dos protestos de divulgadores da Telexfree em frente ao MP.
Governador não vê indícios de crime
Em audiência realizada na sexta-feira, o governador Tião Viana declarou apoio aos empreendedores da empresa de marketing multinível. “Eu não tenho nada contra o Telex-free e não vejo nada errado nele até que provem o contrário”, disse Tião Viana. “Apoio todo tipo de manifestação pacífica, mas entendo que o Estado não tem que se meter nestas relações da sociedade. Eu nunca vi ninguém reclamar que foi lesado pelo Telexfree e no Procon não há reclamação alguma”.
Foi por meio de uma representação do Procon e do MP do Acre que a Justiça praticamente suspendeu temporariamente a atuação da empresa em todo país. “O que é grave é que tem pessoas que estão perdendo dinheiro com essa decisão do Ministério Público, que provocou uma consequência em cadeia em todo Brasil”, disse o governador Tião Viana.  Fonte : A Gazeta do Acre 

Divulgadores da Telexfree de vários estados participam de protesto no AC

Ao menos 100 carros vieram da região oeste do Paraná.
Manifestantes pedem queda da liminar que impede adesões e pagamentos.                                                  Protesto Telexfree Acre (Foto: Rayssa Natani/G1)    Uma caravana de divulgadores da Telexfree (Ympactus Comercial LTDA)  de diversas partes do país estão em Rio Branco realizando uma manifestação em frente ao Fórum Barão de Rio Branco contra a liminar que suspendeu pagamentos e novas adesões na empresa. A intenção do grupo é mostrar a força e a influência da Telexfree.

O divulgador Sérgio Giambra é de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, e abandonou o emprego como jornalista para se dedicar à empresa. Ele foi um dos idealizadores desta caravana e conseguiu aderir pessoas através das redes sociais. "Como todo mundo fora do Acre estava muito angustiado, resolvemos vir ao Acre para acompanhar de perto", conta. O grupo espera influenciar na queda da liminar. Somente da região oeste do Paraná, cerca de 100 carros fazem parte da comitiva.
O grupo irá, através de equipamentos de som, fazer depoimentos de pessoas que participam da Telexfree e que estão bem sucedidas, explicar aos divulgadores o histórico do processo e em que fase está. Também  pretendem esclarecer a diferença entre pirâmide financeira e marketing multinível. O Fórum foi escolhido por ser um órgão que representa a justiça acreana.
Um dos primeiros divulgadores da Telexfree no Acre, Shawke Lira, afirma que a manifestação deve ser pacífica e que a empresa repudia atos de vandalismo ou ameaças.  Ele  está otimista em relação ao processo. "Esperamos que nessa segunda saia uma decisão favorável, estamos muito otimistas. Acreditamos na idoneidade da empresa", afirma.

Entenda o caso
No dia 18 de junho, a juíza Thaís Borges, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, julgou favorável a medida proposta pelo Ministério Público do Estado do Acre (MP/AC) para suspender as atividades da Telexfree. Com a decisão, foram suspensos os pagamentos e a adesão de novos contratos à empresa até o julgamento final da ação em todo o país. A magistrada afirma que a decisão não configura o fim da empresa, apenas suspende suas atividades durante o processo investigativo.
Na última terça-feira (28), a empresa começou a ser investigada também na esfera penal. O Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado do Acre (MP/AC), instaurou inquérito para apurar se as atividades da Telexfree envolvem práticas de crimes contra a economia popular, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. O Ministério da Justiça também instaurou um processo administrativo contra a empresa, anunciado na sexta-feira (28).
Protesto Telexfree Acre (Foto: Rayssa Natani/G1)Uma caravana com divulgadores de várias partes
do Brasil está no Acre (Foto: Rayssa Natani/G1)
Sobre a Telexfree
A empresa Ympactus Comercial Ltda. ME, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, com sede no Brasil no Espírito Santo, diz atuar com prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet). Para tornar o serviço conhecido, a empresa vende pacotes a "divulgadores", que compram e revendem contas e "recrutam" novos revendedores. A divulgação é feita principalmente pela internet.
Segundo as regras da Telexfree brasileira, a pessoa que se cadastra como divulgador deve fazer uma postagem diária de anúncios em sites de classificados, divulgando o produto e ganhando uma comissão sobre as vendas. Os divulgadores podem ainda, cadastrar outras pessoas como divulgadoras criando assim, uma rede. Para tornar-se um divulgador, o interessado precisa pagar uma taxa de adesão e comprar os pacotes de contas, que custam a partir de US$ 289. Fonte:G1

               

domingo, 30 de junho de 2013

Família de Pascal Calil, fatura R$ 2,7 milhões vendendo quentinhas para prefeitura em contrato de apenas 60 dias

                                                                                                                                                                 O governo do Acre gastou R$ 2,7 milhões com refeições só com uma empresa de alimentação. A ordem de contratação e de pagamento á empresa TAPIRI INDÚSTRIA E COMÉRCIO ALIMENTÍCIO LTDA, para fornecimento de alimentação tipo marmitex ás famílias desabrigadas pela enchente do rio Acre e que estavam alojadas no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco no Acre este ano, foi publicado na edição desta sexta-feira (20), no Diário Oficial do Acre e tem o valor total pelo serviço R$ 2.718.456,50 (dois milhões, setecentos e dezoito mil, quatrocentos e cinquenta e seis reais e cinquenta centavos).
A empresa Tapirí Indústria e Comércio Alimentício LTDA é de propriedade da família do ex-secretário de saúde do município de Rio Branco, Paskal Kalil e foram fornecidos segundo a publicação, 232.345 unidades de marmitex. Confira publicação do D.O:
ESTADO DO ACRE
COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL – CEDEC/AC EXTRATO DO CONTRATO N° 018/2012.
Contrato N° 018/2012, firmado entre a COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL e a EMPRESA TAPIRI INDÚSTRIA E COMÉRCIO ALIMENTÍCIO LTDA, para fornecimento de alimentação.
DO OBJETO
Constitui objeto deste contrato a contratação de empresa do ramo alimentício para a preparação e o fornecimento de refeições – almoço e jantar – tipo “marmitex”, de forma estimativa, para atender as demandas de pessoas vitimadas em face da enchente do Rio Acre, que se encontram abrigadas nos locais destinados/instalados pelo Governo do Estado do Acre/Prefeitura, no Parque de Exposições e na Avenida Amadeo Barbosa no Município de Rio Branco/AC, em quantidades estimadas para o período de 16/02/2012 a 17/05/2012, conforme descrição a seguir.
DO PAGAMENTO
O pagamento dar-se-á até 30 (trinta) dias, após o fornecimento das refeições, acompanhados das Faturas, juntamente com as requisições, Notas Fiscais, Certidões Negativas de Débitos para com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal, INSS, FGTS, mediante Cartão de Pagamento da Defesa Civil, conforme Lei Nº 12.340, de 01/12/2010 e DECRETO Nº 7.257, de 04/08/2010.
DOS PREÇOS
O valor total deste Contrato é de R$ 2.718.456,50 (dois milhões, setecentos e dezoit mil, quatrocentos e cinquenta e seis reais e cinquenta centavos), estando incluídos todos os impostos, fretes e demais encargos incidentes, considerando os preços relacionados na planilha abaixo, os quais foram cotados na Proposta de Preços da Contratada
DESCRIÇÃO UNIDADE QUANTIDADE 232.345
VALOR R$ 5,85
UNITÁRIO R$ 5,85
VALOR ESTIMADO TOTAL R$ 1.359.218,25  Fonte: Ac24horas

Carreata da TelexFree congestiona trânsito na Agamenon

14265d1777aba2c656fe4e74b764b7ac.jpg  O trânsito em alguns trechos da Avenida Agamenon Magalhães, no Derby, região central do Recife, ficou parado na manhã deste domingo (30). O engarrafamento repercutiu até o início da Avenida Domingos Ferreira, em Boa Viagem, na Zona Sul da cidade.

O motivo do congestionamento foi uma carreata de divulgadores da empresa de marketing Ympactus Comercial Ltda., nome de fantasia da TelexFree, em protesto contra uma liminar que suspende pagamentos e novas adesões contratuais à empresa. 

Assim como no Recife, passeatas reivindicando a liberação dos pagamentos e adesões à empresa TelexFree já ocorreram em Salvador e Ilhéus (BA), São Paulo (SP) e Campo Grande (MS).
 
JUSTIÇA - A decisão foi realizada no último dia 18 de junho pela juíza titular da 2° Vara Civil da Comarca de Rio Branco, Thais Borges Kalil, que julgou procedente a medida cautelar preparatória de ação civil pública, proposta pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) contra a empresa.

A TelexFree é acusada de crime contra a economia popular, pela formação de esquema de pirâmide financeira. A decisão também bloqueou as contas bancárias dos diretores da empresa até o final do processo. Fonte : NE 10 uol

sábado, 29 de junho de 2013

Grupo fecha rua e protesta contra suspensão da Telexfree em Natal

Divulgadores se reuniram na tarde deste sábado (29), em Candelária.
Justiça suspendeu pagamentos e adesão de novos contratos da empresa                                                          Divulgadores fecharam rua em Candelária durante protesto neste sábado (29) (Foto: Fred Carvalho/G1)   Divulgadores da empresa de marketing multinível Telexfree fizeram uma manifestação na tarde deste sábado (29) em uma rua de Candelária, bairro da zona Sul de Natal. O protesto reuniu cerca de 300 pessoas e foi pacífico. Policiais militares e rodoviários federais acompanharam a movimentação.  Segundo o representante comercial Nestor Case, divulgador da Telexfree, o protesto foi contra a decisão da Justiça do Acre de impedir as atividades da empresa no Brasil. "Queremos o direito de trabalhar livremente. Na visão de todos os divulgadores, a Telexfree é uma empresa lícita, que paga seus impostos e todos os seus divulgadores".

O delegado da Polícia Civil do Rio Grande do Norte e professor de Direito Heráclito Noé, que também é divulgador da Telexfree disse que a empresa é legal. "Não existe uma pessoa no país que tenha sido lesada pela Telexfree. Tanto que estamos protestando contra a Justiça, não contra a empresa". Segundo Heráclito, o Rio Grande do Norte tem hoje cerca de 100 mil divulgadores.

A Justiça suspendeu os pagamentos e a adesão de novos contratos à Telexfree, no dia 18 deste mês. A decisão, que é válida até o julgamento da ação principal, sob a pena de multa diária de R$ 500 mil, foi mantida no dia 24, quando o desembargador Samoel Evangelista, do Tribunal de Justiça do Acre (TJ/AC) indeferiu o pedido de revisão das sentenças impetrado pelos advogados da Telexfree. A decisão deixou muitos divulgadores da empresa preocupados com o futuro e com a possibilidade de serem prejudicados por terem investido altos valores           

Telexfree Ser honesto no Brasil é crime? Trabalhe para o governo ganhe pouco e nunca reclame,esse é o dilema do nosso Brasil.

Juíza do caso Telexfree recebeu ameaças de morte e Ministério Público pede providências. Quem deve ter ameaçado não deve faz parte desta empresa pois confiamos na justiça. Pois todos nós confiamos que haja justiça e seja liberado o site da TelexFREE que pode hoje ser considerada a maior empresa de marketing multinível no mundo. Quem fez ameaças deve estar aproveitando o caso para aparecer na mídia. Todos nós sabemos que a empresa honra seus compromissos sem atraso DOC em uma semana você recebe na outra sem falha. O Brasil que tem grandes riquezas,bem que poderia receber essa empresa com os braços abertos,pois temos um produto para se vender porque querer enquadra-la em PIRÂMIDE FINANCEIRA,sem necessidade. Confira o ranking   Alexa Internet                                     

No Ranking Brasil 

Bandeira do Brasil33   

Grã-Bretanha aprova inseminação polêmica

Foto: BBC O governo britânico declarou apoio à técnica pioneira de fertilização in vitro que permite a transferência dos genes de pais que tenham apresentado doença mitocondrial para o óvulo de uma doadora saudável.
A doença mitocondrial é degenerativa e tende a matar bebês em poucos meses.
Críticos afirmam que a técnica é antiética, já que o novo óvulo fecundado também carrega pequenas partículas do DNA da doadora.
Mas o governo britânico aguarda apenas os testes finais para legalizar o procedimento, que estará disponível para casais em até dois anos. Fonte: BBC Bras

Plebiscito vai custar R$ 500 milhões

A consulta popular sobre a reforma política poderá custar cerca de R$ 500 milhões aos cofres públicos, caso a convocação ocorra ainda este ano. A previsão leva em conta números atualizados das últimas eleições municipais, realizadas em 2012, que custaram R$ 395 milhões, uma média de R$ 2,81 por eleitor. A avaliação é de técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo esses técnicos, o valor por eleitor, que vem caindo nos últimos anos, pode aumentar devido à urgência no planejamento. Geralmente, o TSE começa a preparar as eleições seguintes assim que um pleito é encerrado. Com mais de um ano de antecedência, o tribunal já está lançando o termo de referência para contratações necessárias às eleições de 2014.
A consulta popular também poderá ficar mais cara devido ao aumento do eleitorado e à necessidade de reforçar a segurança nos locais de votação, resultado dos protestos recentes que tomaram o país. Em 2012, os gastos com a Força Nacional somaram R$ 24 milhões.
Outro custo que deve ser considerado é a campanha de esclarecimento à população. Como o assunto é complexo, especialistas já alertaram que os temas devem ser amplamente divulgados antes de entrar em votação. No ano passado, a produção da campanha Voto Limpo para veiculação gratuita em rádio e em televisão custou R$ 2,8 milhões ao TSE. Uma vez definido o modelo de consulta, a empresa responsável pela publicidade precisa de pelo menos 30 dias para preparar o material.
Nesta semana, a presidenta Dilma Rousseff entrou em contato com a presidenta do TSE, Cármen Lúcia, para tratar do planejamento e logística para realização da consulta pública. Até a última sexta-feira (28), o TSE não havia, oficialmente, divulgado informações sobre o assunto.
A reforma política só poderá ser aplicada nas eleições de 2014 se for aprovada até o início de outubro. Segundo interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF), mudanças no sistema eleitoral devem esperar um ano para entrar em vigor. Foi isso que ocorreu com a Lei da Ficha Limpa, aprovada em meados de 2010 e invalidada para as eleições daquele ano.
O Executivo sugeriu como possíveis datas os feriados de 7 de Setembro ou 15 de novembro, mas ainda há a opção de realizar a consulta com as eleições presidenciais do ano que vem, reduzindo custos. Em 2010, os acrianos votaram em referendo sobre o fuso horário local no segundo turno das eleições daquele ano.
A última consulta nacional, realizada em 2005, foi o referendo do desarmamento, e custou R$ 252 milhões. No Pará, o plebiscito sobre a divisão do estado, realizado em 2011 com a população local, custou R$ 19 milhões. Fonte :Tribunada Bahia

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Greve Geral,o Brasil vai PARAR dia 01/07/2013 segunda-feira

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    Dia 01/07/2013 o Brasil vai parar. Vamos mostrar ao governo, que quem faz um país é o povo e não os políticos. Unidos podemos fazer esse país mudar! Junte-se ao movimento, que também é pelo futuro dos nossos filhos, nossos netos... Basta de impunidade, basta de dinheiro, DINHEIRO DO POVO, sendo usado e abusado pelos governantes das formas mais absurdas. Ou o governo nos ouve, ou paramos o Brasil !

    Neste dia, apenas serviços essenciais devem fun...Ver mais

Publicações

Publicação fixada

Nova PEC em São Paulo proíbe que Ministério Público investigue políticos

Promotor que cancelou o pagamento de auxílio-moradia aos deputados diz que proposta da Assembleia Legislativa é 'retaliação' contra o MP

Mal comemoraram a derrubada da Proposta de Emenda à Constituição 37 (PEC 37) - que pretendia tirar do Ministério Público a autorização para investigar crimes –, os promotores de São Paulo já travam outra guerra, agora contra a Assembleia Legislativa de São Paulo. Um grupo de deputados articula a aprovação de outra PEC, a de número 01/2013, que tenta proibir a promotoria de investigar denúncias de corrupção contra prefeitos, secretários, vereadores e deputados estaduais.
“Até as manifestações começarem, 90% dos deputados aprovavam a PEC 01”, afirmou ao iG o autor da proposta, o deputado petebista Campos Machado. Ele reclama até do aliado PSDB, que “em duas semanas” deixou de apoiar o projeto para liderar o movimento que tenta engavetá-lo. “A proposta quer resguardar a honra de políticos contra abuso de promotores sem responsabilidade alguma. Eles denigrem a imagem de prefeitos e deputados e depois não sabem como restituí-la.”
AE
Campos Machado (PTB) conversa com deputados da base governista em São Paulo
Co-autor de dois processos que tiraram de cada deputado o equivalente a R$ 47 mil por ano, o promotor Saad Mazloum descreve a PEC 01 como uma “retaliação” ao Ministério Público. No dia 22 de junho do ano passado, a Justiça deu parecer favorável a uma ação de Mazloum e do colega Silvio Antonio Marques que cancelava o benefício anual de R$ 20.042,37 do chamado auxílio-paletó, utilizado sob a justificativa de compensar despesas com transporte e comparecimento a sessões ordinárias e extraordinárias.
A dupla de promotores voltou a incomodar oito meses depois, no dia 1° de fevereiro deste ano, quando conseguiu derrubar o pagamento do auxílio-moradia : R$ 2.250 mensais aos 94 deputados da Alesp, incluindo aqueles com residência própria na capital. No dia 13 de maio a decisão foi confirmada.
“O deputado Campos Machado [PTB] apresentou a PEC cinco dias depois, no dia 6 de fevereiro”, diz Mazloum. “Eu encaro como uma retaliação ao Ministério Público, assim como aconteceu com a PEC 37, porque os deputados federais nos ameaçavam com a aprovação da proposta. Eles mudaram de lado por causa das manifestações.”
O deputado chamou a opinião do promotor de “leviana” ao defender a PEC. “Olha o que fizeram contra o Gabriel Chalita?”, acusado de receber R$ 50 milhões de empresários quando era secretário estadual de Educação. “Os promotores os destruíram moral e politicamente.”
De acordo com o deputado, “o Ministério Público é uma instituição que quer se transformar em Poder”. “O que estou estou propondo não tem nada a ver com a PEC 37. Ela não tira poderes, mas o entrega ao mais experiente deles, o procurador-geral de Justiça”, Márcio Fernando Elias Rosa.
Mazloum explica que em cada comarca um promotor fica responsável por investigar danos ao patrimônio público. Em razão de suas proporções, a capital paulista reúne 10 deles. “O promotor é escolhido por meio de um sorteio eletrônico para assumir a investigação de alguma denúncia.” Se a PEC 37 emplacar, essa prerrogativa será exclusiva do procurador-geral de Justiça, que já se manifestou contrário à ideia.
“É humanamente impossível que uma pessoa investigue tanta gente. Só prefeitos são 644”, contabiliza Mazloum. “Os deputados querem inviabilizar as investigações para ficarem impunes. Eles sabem que crime por improbidade prescreve em cinco anos após o mandato, um tempo muito curto.”
Ao contrário dos promotores, que não podem ser destituídos de seus cargos, a Alesp pode derrubar o procurador-geral, homem indicado pelo governador. “Ele pode ser convocado pela Assembleia e sofrer pressão, ao contrário de nós. Só com independência é possível investigar.”
Pressionada pela opinião pública, a bancada tucana tentou derrubar a proposta em votação na noite de quarta-feira (26), mas Machado conseguiu impedir que isso acontecesse. Agora ele tenta garantir que o texto seja avaliado apenas no dia 14 de agosto. “Vou fazer uma campanha de esclarecimento à população. Não há problema se eu perder porque vou cumprir com minha parte sem medo.” Fonte :IG

    Governo cria canal de diálogo com a juventude

    Agência BrasilDiante das diversas demandas apresentadas porjovens que participam de manifestações em todo o País, o governo decidiu criar um "canal de diálogo" nas redes sociais na internet para ouvir a juventude, anunciou nesta sexta-feira a secretária nacional de Juventude, Severine Macedo.
    "Precisamos ampliar e qualificar  os espaços de participação e ouvir a opinião da juventude, e para isso estamos propondo a criação do observatório participativo, que será lançado sem ser na próxima semana, na outra, para que a gente possa ter um canal de diálogo permanente com os jovens, através das redes sociais, para consultas públicas e aprofundar o conteúdo acerca dos temas de juventude", disse, após receber, no Palácio do Planalto, movimentos ligados à juventude, como as Uniões Nacional dos Estudantes (UNE) e Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).
    As redes sociais têm sido usadas como um dos principais ambientes de mobilização e convocação de protestos. De acordo com Severine, poderão ser discutidas no "observatório participativo" questões como o enfrentamento da violência nas periferias, educação e demandas dos jovens que vivem no campo.
    "A nossa avaliação é fortalecer cada vez mais esse diálogo da Presidência (da República), da Secretaria-geral (da Presidência) e de todos os ministérios que têm pauta de juventude. Nosso entendimento é que as políticas sociais e universais são as que mais têm feito que a juventude hoje avance, mas suas especificidades precisam ser mais asseguradas. Daremos sequência a esse diálogo pelas redes sociais, mas também com momentos presenciais de elaboração, de acompanhamento e participação", detalhou.
    Segundo ela, o observatório servirá para abrir um canal de comunicação com jovens que não necessariamente pertençam a alguma organização social. "O observatório está aberto para o diálogo, para o jovem que quer opinar, ser consultado, discutir um tema da sua vida, sem, necessariamente, ter de ser eleito para um espaço de participação. Essa voz dele também será ouvida e sistematizada", afirmou. Fonte : Diário do Grande ABC

    Advogado é preso com carro clonado no ES, diz polícia

    Suspeito foi localizado após uma denúncia anônima, em Vila Velha.
    O homem foi conduzido à chefatura da polícia para prestar depoimento.                                                                        Um advogado foi preso em Vila Velha, na Grande Vitória, ao ser encontrado com um carro clonado e uma arma, nesta sexta-feira (28). De acordo com a polícia, o suspeito foi localizado após uma denúncia anônima e já possuía estava sob investigação. O advogado resistiu à prisão, realizada na casa dele, na Prainha, e desacatou os policiais. Em seguida, foi conduzido à chefatura da polícia, onde vai prestar depoimento.

    Uma denúncia anônima revelou que o suspeito estava com um carro, com placa clonada de Minas Gerais. A polícia, então, se deslocou até a casa do advogado, na Prainha, em Vila Velha, com um mandado de busca e apreensão, nesta sexta-feira. No local, além do veículo, também foi encontrada uma arma.
    De acordo com os policiais, o carro estava sendo usado pelo suspeito e tem a placa dianteira ilegal, clonada de um veículo da cidade mineira de Juiz de Fora. "Ele se alterou muito, gesticulou, agrediu com palavras. Queria impedir de qualquer maneira que o mandado fosse cumprido. Ele mesmo mandou que a irmã acionasse a imprensa, que chamou duas emissoras para ir ao local. Então, ele acabou sendo algemado", falou o delegado Danilo Bahiense.

    O delegado informou que o advogado tem outros processos criminais da polícia. Segundo a advogada do suspeito, ela ainda vai buscar informações sobre a afirmação.   Fonte: G1                 

    Telexfree faz os corruptos no Brasil nunca fizeram

     Algum corrupto declara o seu imposto de renda sem omitir gastos?                                                                                                                A TelexFREE declara. São tantas coisas no nosso País que é errado, quando aparece uma Empresa que colabora com o POVO brasileiro eles querem puxar o tapete,por que tantos impostos? Daqui uns dias vão criar até imposto para respirar oxigênio,porque ele esta acabando, com tanta poluição no mundo irão cobrar para vocês respirarem ar puro. Se os BANCOS ajudasse as pessoas garanto que todo Mundo iria investir neles e isso seria Pirâmide também? Por que não fiscalizam os juros altos cobrados pelos Bancos,tem tanta taxa que as vezes nem os correntistas sabem o que esta sendo cobrado,e fica por isso mesmo,porque nem todas as pessoas vão atras de 0,20 centavos que cobram. O resultado é uma população revoltada com os governantes deste País, protestos atras de protestos. Pense e reflitam sobre isso que esta acontecendo com a TelexFREE.                                                                                                                                                

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