Na madrugada do dia 20 de agosto de 2013, o vaqueiro Wellington Rodrigues das Costa de 23 anos (foto) chegou ao Pronto Atendimento Infantil de Caldas Novas (PAI) na companhia do seu pai pedindo socorro. Naquela madrugada um aparelho que Wellington usava para ajuda-lo a respirar e que ficava conectado a sua traqueia havia se desconectado e o vaqueiro estava sem ar. O pai de Wellington chegou ao hospital de moto com o filho na garupa e clamava por atendimento. Duas atendentes, entre elas uma enfermeira disse que não o atenderia porque aquela unidade só atendia crianças e que ele deveria seguir a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que fica na outra extremidade da cidade. O pai então pediu que uma ambulância que estava parada na porta do hospital pelo menos levasse o filho que estava agonizando. O pai de Wellington chegou a pedir pelo amor de Deus, mas nem isso sensibilizou as atendentes. Naquela madrugada o pai da vítima o colocou na garupa da moto, seu filho quase sem consciência e seguiu para o UPA. Após atravessar quase toda cidade com o filho em agonia para respirar na garupa de uma moto, pai e filho chegaram na porta da Unidade de Pronto Atendimento. O filho desmaiou na porta do hospital, foi atendido pela equipe e minutos depois, morreu após uma parada cardiorrespiratória provocada pela crueldade dos atendentes do Pronto Atendimento Infantil. O caso foi parar na polícia e quase um ano depois o delegado de polícia civil de Caldas Novas, Wllisses Valentin, indiciou duas atendentes do PAI por omissão de socorro e outros agravantes que podem até triplicar a pena. O inquérito concluído segue para o judiciário que deverá dar prosseguimento no processo. Desde o caso de Wellington outras vítimas morreram no PAI e acusaram o hospital de negligencia e mau atendimento. O mais polemico é de uma mãe que foi enterrada com o filho no ventre depois de uma suposta negligencia que ainda esta sendo investigada pela polícia. Fonte : Plantão Policial CNO Brasil hoje está em guerra jovens morrendo e tudo isso devido a este estatuto da criança e do adolescente, desde 13 de julho de 1990. A proibição das crianças começarem a trabalhar desde pequenas levou, as crianças do país a maioria ao mundo do crime,podem pesquisar que vocês vão ver que o que digo é verídico. Abrace essa causa.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Polícia Civil de Caldas Novas indicia duas recepcionistas do Pronto Atendimento Infantil.
Na madrugada do dia 20 de agosto de 2013, o vaqueiro Wellington Rodrigues das Costa de 23 anos (foto) chegou ao Pronto Atendimento Infantil de Caldas Novas (PAI) na companhia do seu pai pedindo socorro. Naquela madrugada um aparelho que Wellington usava para ajuda-lo a respirar e que ficava conectado a sua traqueia havia se desconectado e o vaqueiro estava sem ar. O pai de Wellington chegou ao hospital de moto com o filho na garupa e clamava por atendimento. Duas atendentes, entre elas uma enfermeira disse que não o atenderia porque aquela unidade só atendia crianças e que ele deveria seguir a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que fica na outra extremidade da cidade. O pai então pediu que uma ambulância que estava parada na porta do hospital pelo menos levasse o filho que estava agonizando. O pai de Wellington chegou a pedir pelo amor de Deus, mas nem isso sensibilizou as atendentes. Naquela madrugada o pai da vítima o colocou na garupa da moto, seu filho quase sem consciência e seguiu para o UPA. Após atravessar quase toda cidade com o filho em agonia para respirar na garupa de uma moto, pai e filho chegaram na porta da Unidade de Pronto Atendimento. O filho desmaiou na porta do hospital, foi atendido pela equipe e minutos depois, morreu após uma parada cardiorrespiratória provocada pela crueldade dos atendentes do Pronto Atendimento Infantil. O caso foi parar na polícia e quase um ano depois o delegado de polícia civil de Caldas Novas, Wllisses Valentin, indiciou duas atendentes do PAI por omissão de socorro e outros agravantes que podem até triplicar a pena. O inquérito concluído segue para o judiciário que deverá dar prosseguimento no processo. Desde o caso de Wellington outras vítimas morreram no PAI e acusaram o hospital de negligencia e mau atendimento. O mais polemico é de uma mãe que foi enterrada com o filho no ventre depois de uma suposta negligencia que ainda esta sendo investigada pela polícia. Fonte : Plantão Policial CN
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