sábado, 10 de maio de 2014

Origem do Microscópio

O microscópio foi inventado por um fabricante de óculos holandês chamado Zaccharias Janssen por volta de 1590. Mais já haviam relatos do uso deste desde 721 a.C. As lentes não se sabem quando foram inventadas mais já havia relatos de um cristal de rocha recortado com propriedades de ampliação. As lentes passaram a ser conhecidas por volta do ano 1280, na Itália com a invenção dos óculos . 

   O Primeiro Microscópio                                                                   Modelo do primeiro microscópio inventado.  Os primeiros microscópios eram bastante limitados,pois só estudavam pequenos insetos. Todos os direitos sobre a invenção ficaram exclusivamente para o holandês Zacharias Jansen no ano de 1595, como ele jovem acreditam que a invenção do aparelho com duas lentes tenha sido invenção de seu pai, Hans Jansen. Mais quem montava os aparelhos era Zacharias para serem distribuídos a realesa europeia.                                                                                                                            Cristal de rocha conhecido como lente Lanyard de 721 a.C.                       No século XVII ouvi uma mudança no seu protótipo. O nome de microscópio foi dado por johann Giovanni Faber (1570-1640) de Barberg em 1624,médico residente em Roma a serviço do Papa Urbano VII,membro da Academia de Lincei. Com dois vocábulos gregos "micros" pequeno e " skopein  " ver,examinar. Houve uma grande disputa por quem inventou o equipamento. Os italinos dizem que o inventor foi seu compatriota famoso Galileu Galilei (1564-1642) natural de Pisa competente físico e matemático. Em 1609 Galileu inventou uma combinação de lentes com cristais de aumento em um tubo de chumbo com papelão construído por ele mesmo. Foi ele o fundador do método experimental de Ciência dinâmica mas afirma com base no instrumento já inventado por Janssen . Por volta de 1650, Robert Hooke, fabricou um microscópio óptico composto  que lhe permitiu observar um pedaço de cortiça. As quais chamou "poros" ou "células". Foi Hooke que utilizou, pela primeira vez, o termo célulaDevido a problemas com as lentes.  O holandês A. Leeuwenhoek (1632-1723), abandonou o seu uso e utilizou um m.o.simples (só com uma lente), fazendo várias observações e os seus registos. O facto de haver construído seus próprios microscópios, como aconteceu com Galileu, Fontana, Drebbel, Kircher, Hooke, Leeuwenhoek, etc., não lhes credita obter a patente de inventores como os seus biógrafos pretendem. Pelas computações cronológicas, o progenitor do invento sem disputa pertence aos Janssen.                                                                                                                                                                             Atualmente, os microscópios e as técnicas de observação estão bastante avançados. Os modelos ópticos confocais possibilitam regulagens extremamente precisas no foco e na capacidade de ampliação. Novos microscópios eletrónicos estão levando a observação a um limite que os cientistas do século XVI jamais imaginariam: o nível atómico. No século XX, o microscópio conquistou seu espaço em campos tão diversos quanto a medicina e a engenharia.
                                                                                                        O microscópio é um instrumento que possui lentes especiais destinadas a ampliar a visualização de um determinado objeto de tamanho reduzido que dificilmente seria possível a observação a olho nu.  

          Anton Van Leevwenhoek (1632-1723) produzia lentes com vidro moído, usava o microscópio para conhecer a anatomia de pequenos animais, ele criou um microscópio muito eficiente e com isso, praticamente elaborou o ramo da microbiologia.    Fonte: pesquisa de Rocchaa                                                                                            

1931: Físico alemão cria microscópio eletrônico


No dia 9 de março de 1931, o físico alemão Ernst Ruska apresentou o microscópio eletrônico, instrumento hoje capaz de ampliar imagens em até 500 mil vezes, revelando a estrutura de moléculas orgânicas e vírus.                                                                                                                                      Em 1986 foi ganhador do premio Nobel de Física.                                                                 "O microscópio óptico abriu a primeira porta para o microcosmos. O microscópio eletrônico abriu a segunda. O que iremos encontrar quando abrirmos a terceira porta?"
A questão foi colocada em 1985 pelo criador do microscópio eletrônico, o físico alemão Ernst Ruska, um ano antes de receber o Prêmio Nobel de Física: 55 anos antes ele projetara o primeiro aparelho do gênero. A diferença básica entre os dois tipos de microscópio está na formação da imagem: enquanto o óptico emprega um feixe de luz, o eletrônico emite elétrons.
O professor Reinhard Strey, do Instituto de Fisicoquímica da Universidade de Colônia, é um dos inúmeros cientistas que utilizam o microscópio eletrônico em seu trabalho. Ele emprega o aparelho para examinar microemulsões – como a mistura de água, gordura e um tipo de textura – para a criação de sabonete e detergente.
"A vantagem do microscópio é permitir a melhoria das substâncias químicas ativas de limpeza, pois funciona como um projetor de slides, que regula a nitidez da substância, conforme você quiser", explica.
Outros pesquisadores visualizam, através do microscópio eletrônico, moléculas orgânicas, como o DNA e o RNA, algumas proteínas, bactérias e vírus, pois o aparelho permite o estudo da ultraestrutura celular, formando imagens planas, com ampliação de até 500 mil vezes.
Cientistas dos Laboratórios Bell, pertencentes à empresa Lucent Technologies, construíram em 2002 um microscópio eletrônico capaz de visualizar, num semicondutor, impurezas de um simples átomo, infinitamente pequenas, mas suficientes para impedir o funcionamento adequado de um chip.
O microscópio de Ruska veio para solucionar enigmas que, apenas com o microscópio óptico, seria impossível sequer abordar.
Carreira profissional e acadêmica intensa
Nascido no dia 25 de dezembro de 1906 em Heidelberg, Ruska foi professor do Instituto Fritz Haber, que integra a Associação Max Planck, em Berlim, e um dos ganhadores do Nobel de Física de 1986: a metade do prêmio lhe coube pelo trabalho em óptica eletrônica e por projetar o primeiro microscópio eletrônico de transmissão.
Filho de Julius Ruska e Elisabeth (nascida Merx), Ernst Ruska foi educado em Heidelberg e em 1925 começou a estudar Eletrônica, primeiro na Universidade Técnica de Munique, depois em Berlim.
O físico cumpriu estágios nas firmas Marrom-Boveri, de Mannheim, e Siemens & Halske, em Berlim. Sob a tutela do professor Max Knoll e com outros estudantes de doutorado, trabalhou no desenvolvimento de um osciloscópio de raios catódicos de alto desempenho.
O primeiro trabalho científico completo do físico, realizado entre 1928 e 1929, foi a prova matemática e experimental da teoria de Busch, que resultou no desenvolvimento de uma lente especial para microscópios magneto-eletrônicos de alta resolução.
A partir da construção do microscópio eletrônico, desenvolveu uma tese de doutorado e outra pedagógica universitária, ambas na Universidade Técnica de Berlim, com o objetivo de investigar as propriedades de lentes eletrônicas de baixo comprimento focal.
Ernst Ruska foi pesquisador da Siemens entre 1937 e 1955, diretor do Instituto Fritz Haber de Berlim entre 1955 e 1972, e professor da Universidade Técnica de Berlim. Nomeado diretor do Instituto para Microscopia Eletrônica, aposentou-se em 1974. Ernst Ruska morreu de câncer, em Berlim, em 27 de maio de 1988. Fonte: Stefanie Leipert

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