VERA ARAÚJo-Repórter
RIO — O telefonema não durou mais do que três minutos, mas foi suficiente para Caio Silva de Souza, de 22 anos, contar à mãe, Marilene Mendonça, de 49 anos, que a morte do cinegrafista Santiago Andrade durante a manifestação da última quinta-feira não passou de um acidente. Em sua casa no município de Nilópolis, na Baixada Fluminense, Marilene contou ao Globo que ele confessou ter segurado o rojão que atingiu a vítima — mas que negou ter feito o lançamento do artefato. Desesperada, a mãe, que disse ter reconhecido o filho nas imagens de TV, contou que não foi procurada por nenhum político e que o filho só não se entregou à polícia porque nenhum advogado ofereceu ajuda jurídica à família. Fonte : Globo Rio
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