Maísa Lima, que passou por cinco cirurgias, era amiga das três idosas que morreram na queda
Do R7, com Rede Record
Quase um mês após o acidente de balão que provocou a morte de três cariocas na Turquia, Maísa Lima, de 71 anos, busca ajuda financeira para conseguir voltar ao Brasil. A idosa passou por cinco cirurgias e foi liberada para continuar o tratamento no Rio de Janeiro. No entanto, o transladado precisaria ser feito em um avião com UTI, ao custo de R$ 200 mil.
A empresa responsável pelo balão acidentado se dispôs a pagar cerca de R$ 85 mil. A família se esforça para desembolsar o restante. O Itamaraty informou que “não pode assumir despesas e dívidas de qualquer tipo em nome de um cidadão no exterior”.
Maísa teme que só consiga deixar a Europa após ficar completamente recuperada, o que pode durar várias semanas. Ela é a última vítima do acidente que permanece internada na Capadócia. A queda do balão deixou 24 feridos, sendo 11 brasileiros.
A idosa sofreu perfurações no pulmão e oito fraturas. Em entrevista ao Balanço Geral, Maísa lembrou dos momentos de pânico na hora da queda.
— Eu segurei forte, o máximo que eu pude e de repente bateu. Aí não lembro de mais nada. Quando eu vi, estava na sala e eles cortando a minha roupa, que estava ensanguentada e me botando num helicóptero da UTI pra me trazer pra esse hospital.
Maísa era amiga das três mulheres que morreram no acidente. Emocionada, ela mandou uma mensagem para os parentes e amigos no Brasil.
— Estou com muita saudade de todos e da minha terra.Assista ao vídeo
A empresa responsável pelo balão acidentado se dispôs a pagar cerca de R$ 85 mil. A família se esforça para desembolsar o restante. O Itamaraty informou que “não pode assumir despesas e dívidas de qualquer tipo em nome de um cidadão no exterior”.
Maísa teme que só consiga deixar a Europa após ficar completamente recuperada, o que pode durar várias semanas. Ela é a última vítima do acidente que permanece internada na Capadócia. A queda do balão deixou 24 feridos, sendo 11 brasileiros.
A idosa sofreu perfurações no pulmão e oito fraturas. Em entrevista ao Balanço Geral, Maísa lembrou dos momentos de pânico na hora da queda.
— Eu segurei forte, o máximo que eu pude e de repente bateu. Aí não lembro de mais nada. Quando eu vi, estava na sala e eles cortando a minha roupa, que estava ensanguentada e me botando num helicóptero da UTI pra me trazer pra esse hospital.
Maísa era amiga das três mulheres que morreram no acidente. Emocionada, ela mandou uma mensagem para os parentes e amigos no Brasil.
— Estou com muita saudade de todos e da minha terra.Assista ao vídeo
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