domingo, 22 de fevereiro de 2015

Maníaco invade casa e violenta idosa de 98 anos

 Na cidade de Aldeias Altas, no Maranhão, um homem estuprou uma senhora de 98 anos. A senhora estava jantando quando o criminoso adentrou a residência e a arrastou até a cama,onde praticou o crime. Em menos de 5 horas o estuprador foi detido pela polícia. Veja a reportagem de Ricardo Rodrigues
 Fonte: Band Brasil Urgente

Confira a lista das prefeituras investigadas por agiotagem no Maranhão

Levantamento da Seic e do Gaeco apontou que mais da metade dos envolvidos é de aliados do governador                                                                                                                         Engavetado em meados de 2013 pela governadora Roseana Sarney (PMDB), o inquérito que apura o envolvimento de prefeituras, prefeitos e ex-prefeitos do Maranhão com esquemas de agiotagem, uma das principais razões pelas quais o estado detém um dos mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) no Brasil, deve ser reaberto pelo governador Flávio Dino (PCdoB) nas próximas semanas.
A informação foi divulgava pelo secretário de Segurança Pública, delegado Jefferson Portela, na última segunda-feira (10), durante visita à Assembleia Legislativa.
Por se tratar de uma reabertura de caso, o inquérito deve tomar por base as investigações feitas pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público (MP) Estadual, que identificaram a participação de 41 municípios, gestores e ex-gestores supostamente envolvidos com os crimes de agiotagem - inclusive em tramoias com a quadrilha que executou o jornalista Décio Sá.
No mapa da corrupção, pelo menos 23 prefeituras investigadas, o que representa mais da metade, estavam sob o comando de partidos que fazem parte da base aliada de Dino - inclusive coligados com o partido do governador, o PCdoB, durante o período eleitoral.
Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Augusto Barros Neto - na época titular da Seic e responsável pelas investigações, "um mandato de prisão" já poderia ser expedido contra todos os envolvidos com máfia dos agiotas.
- A qualquer momento poderá sair um mandado de prisão contra alguns dos 41 prefeitos e ex-prefeitos que estão sendo investigados pela Polícia Judiciária, por envolvimento com a máfia dos agiotas que vinham agindo no interior do Maranhão. Até mesmo o município de São Luís tem gestor que está sendo investigado - afirmou Barros à época, em entrevista ao O Imparcial. Fonte: Atual7

Cadeirante com 117 kg tenta cirurgia bariátrica pela rede pública em Goiás

Maria Divina Batista espera há 4 anos por cirurgia bariátrica em Goiânia, Goiás (Foto: Vitor Santana/G1)   A autônoma Maria Divina Batista, de 33 anos, luta há quatro anos para conseguir uma cirurgia  para reduzir o estômago, também chamada de bariátrica, pela rede pública de saúde, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Ela, que é cadeirante e pesa 117 kg, diz que enfrenta muitas dificuldades no seu dia a dia, não só pela deficiência, mas também em função da obesidade mórbida e, por isso, precisa ser operada.
Maria nasceu com uma má formação na coluna chamada mielomeningocele, conhecida popularmente como espinha bífida, o que a impede de andar. Além disso, ela diz que sempre teve uma pré-disposição para engordar. “Sempre fui gordinha. Como sou cadeirante, soma o sedentarismo e fui só engordando e engordando. Aí os próprios médicos me diagnosticaram com obesidade mórbida e recomendaram que eu fizesse essa cirurgia”, explica. Segundo ela, os médicos também disseram que, caso continue acima do peso, ela terá dificuldades até mesmo em se manter na cadeira de rodas no futuro e precisará ficar apenas deitada em uma cama.

Em 2010, Maria procurou o plano de saúde que possuía na época, mas ele não cobria todas as despesas. “Me falaram que ficaria em R$ 3,5 mil a operação, mas eu não tenho como pagar esse valor. Então sugeriram que eu procurasse a Secretaria de Saúde, que foi o que eu fiz e até hoje estou esperando”, conta.

Na ocasião, a autônoma diz que foi informada pela secretaria que existem mais de mil pessoas na lista de espera para esse tipo de procedimento, realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Goiânia, e que são realizados, em média, três procedimentos por semana.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que no estado de Goiás não existe nenhuma unidade habilitada pelo Ministério da Saúde para realizar cirurgia bariátrica. Mesmo assim, o órgão destacou que o Hospital das Clínicas (HC) e o Hospital Geral de Goiânia  (HGG) realizam esse procedimento com o intuito de serem habilitados.

O órgão ressaltou, ainda, que fila para essa cirurgia "depende da capacidade de atendimento dos hospitais e a capacidade para realização do procedimento aumentou em relação aos anos anteriores".
Sonhos
Enquanto não consegue a cirurgia, Maria conta que o procedimento vai possibilitar a realização de um sonho: voltar a estudar.  A autônoma cursou apenas até o 7º ano do ensino fundamental. Como as ruas até a escola do bairro em que mora são íngremes, ela abandonou os estudos por não conseguir ir até a sala de aula usando a cadeira de rodas.

“Eu tentei ganhar uma cadeira elétrica para ajuda, mas não consegui. Às vezes, arrumava alguém que me ajudava a empurrar a cadeira, mas durava um ou dois meses, pela dificuldade, então tive que parar de estudar”, diz.

Antes de procurar a cirurgia bariátrica, Maria afirma acompanhamento com nutricionistas para tentar perder peso, mas também não conseguiu. “Obesidade mórbida não é algo que se resolve com dietas, é um problema que tem a ver com hormônios também”, desabafa. Fote : G1 Goiás

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Em Goiás, dez cirurgias de separação de siameses foram feitas em 14 anos

No total, equipe acompanhou 27 casos de bebês de todo o país, diz médico.Em caso raro, irmãs separadas sobreviveram quase sem sequelas.

Raniela e Rafaela logo após a separação e hoje, aos 12 anos, em Goianésia, Goiás (Foto: Arquivo Pessoal)                  Há 14 anos foi realizada em Goiás a primeira cirurgia de separação de gêmeos siameses da região Centro-Oeste. O fato ganhou repercussão nacional e, desde então, outros 26 casos foram acompanhados pela equipe médica do Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia, sendo que destes, nove chegaram a ser operados.

Lutando contra a estatística mundial de 5% de sobrevivência a cada 100 mil nascidos vivos, dos 20 bebês separados na unidade, 11 obtiveram sucesso. Entre eles estão as irmãs Raniela e Rafaela Rocha Cardoso, de 12 anos, que nasceram unidas pelo abdômen, passaram pela cirurgia e praticamente não ficaram com sequelas: "Nossa história é impressionante”, afirmou Raniela ao G1As meninas nasceram em setembro de 2002, no Hospital Municipal de Goianésia, no sul goiano, onde ainda moram. Mãe das gêmeas, a costureira Meire Rocha de Oliveira Cardoso, de 39 anos, conta que só depois do parto descobriu que as filhas eram unidas e compartilhavam o fígado. “Foi uma surpresa, fiquei nervosa, tinha medo de pegá-las e machucá-las”, lembra.O médico responsável pelo parto no interior encaminhou as meninas ao HMI, na capital. Quatro dias após a chegada, elas foram separadas pelo cirurgião pediatra Zacharias Calil Hamu, que é referência nacional neste tipo de procedimento e foi o responsável por todas as separações feitas no estado.As irmãs afirmam que ainda se emocionam quando assistem à gravação da cirurgia de separação. Apenas Raniela ficou com sequela, pois não tem o umbigo.Estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental, as gêmeas fazem praticamente tudo juntas. “Saímos juntas, brincamos juntas, estudamos na mesma sala, fazemos tarefas juntas”, conta Raniela. No entanto, a estudante garante que elas possuem aptidões diferentes: “Por exemplo, eu gosto mais de matemática e ela de português”.Para a mãe, ver as filhas tendo uma vida normal é gratificante. “Quando você olha para elas nem imagina tudo o que passaram. Graças a Deus deu tudo certo”.

Larissa e Lorrayne Gonçalves foram separadas em julho de 2010 no Hospital Materno Infantil, em Goiânia (Foto: Cristina Cabral/ O Popular)

Primeiro caso                                                                                                                                                        Menos de três anos antes do nascimento de Raniela e Rafaela, nasceram as primeiras siamesas Larissa e Lorrayne Gonçalves, em setembro de 2009. As gêmeas eram unidas pelo abdômen e pela pelve, compartilhando rins, estômago, bexiga, intestino grosso, uretra, vagina e ânus.Larissa e Lorrayne nasceram em um hospital de Goiânia. Tia biológica das meninas, a dona de casa Luciana Gonçalves da Cunha Silva, de 43 anos, tinha dois filhos e resolveu adotar as gêmeas com um mês de vida, pois a irmã não tinha condições de criá-las.A dona de casa conta que um médico ofereceu para separar as meninas antes que elas deixassem o hospital em que nasceram, mas ela não quis, porque teria que sacrificar uma delas. “O que eu mais queria era a separação, mas não queria escolher uma, tinha que salvar as duas”, diz Luciana ao G1.Menos de um mês depois, o caso das gêmeas ganhou repercussão, pois Luciana participou de uma reportagem em uma emissora de televisão pedindo ajuda para comprar o leite especial que as meninas tomavam. Ao verem que as meninas eram siamesas, vários médicos procuraram a família oferecendo para separá-las, entre eles  Zacharias Calil, que fez o procedimento.O caso de Larissa e Lorrayne era inédito. Por isso, o cirurgião conta que a equipe médica estudou intensamente como fazer a operação. “Fizemos um estudo grande, pesquisamos através de livros e estudando anatomicamente o corpo delas, o que elas compartilhavam. Quase ninguém no mundo tinha experiência pois são casos raros”, explicou o cirurgião.
As siamesas foram separadas aos 10 meses de vida, em julho de 2000. A cirurgia durou 14 horas e contou com uma equipe composta por 32 profissionais. “Deu certo, foi um sucesso, me marcou muito o caso delas”, diz Zacharias.

Primeira cirurgia de separação de siameses é realizada em julho de 2000, em Goiás (Foto: Cristina Cabral/ O Popular)

Dificuldades                                                                                                                                                               Larissa ficou apenas com uma das pernas, a esquerda, um rim e o seu coração é do lado direito. Já Lorrayne teve mais sequelas, principalmente devido à paralisia cerebral, que fez com ela não falasse nem andasse, mesmo tendo uma das pernas. Ela ingeria apenas alimentos triturados e usava uma bolsa de colostomia.
Aos sete anos, em maio de 2007, Lorrayne morreu na casa em morava, em Santo Antônio de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia. Ela se engasgou com leite e teve embolia pulmonar.
Já Larissa está com 15 anos e cursa o 1º ano do Ensino Médio. Sete anos depois da morte da irmã, ela afirma que ainda sente muito a falta de Lorrayne. “Apesar de ela não poder falar, a gente era muito unida, ela entendia tudo, a gente conversava pelo olhar. Tudo lembra ela”, conta.
Larissa, aos 15 anos, sonha em ser médica em Goiás (Foto: Arquivo Pessoal)           Para Larissa, estar viva é “um milagre”. Inspirada na própria história, ela sonha em ser médica e poder salvar vidas. “O doutor Zacharias salvou a minha vida e a da minha irmã. Ele me incentivou a querer fazer faculdade de medicina”, afirma.
 Para a mãe da garota, cada dia de vida da filha é “uma vitória”. “É uma história incrível, se fosse preciso fazer tudo de novo eu faria, compensou cada noite mal dormida, chegava a desmaiar de cansaço. Eu fico emocionada de ver a Larissa bem depois de tudo o que elas passaram e sei que ela ainda vai passar por muitas coisas”, concluiu Luciana.             Ansiedade                                                                                                                                                                     As histórias das meninas goianas ajudam a tranquilizar outras famílias que têm filhos siameses, como a da professora bahiana Eliana Ledo Rocha Brandão, de 28 anos. Ela é mãe de Arthur e Heitor Ledo Rocha Brandão, de 5 anos, que ainda aguardam a cirurgia de separação.
Os gêmeos são unidos pelo tórax, abdômen e bacia, compartilhando o fígado, intestino, bexiga e genitália. Atualmente, eles possuem sete expansores de pele, mas ainda não chegaram ao nível ideal para a cirurgia. Desde 2009, eles já passaram por mais de 15 procedimentos cirúrgicos. A família acredita que a separação deve ser feita em fevereiro de 2015. "Tem muito tempo que estamos nessa luta, coração está a mil. A gente não esperava que eles chegassem até essa idade juntos", afirma a professora.
Com personalidades “totalmente diferentes”, os gêmeos sonham com a cirurgia. "Eles querem se separar, não querem desistir porque sabem que vão ter liberdade, uma independência maior, poder ir sem precisar da permissão do outro", diz a mãe.                                                                          Arthur e Heitor querem se separar para ter independência, em Goiânia, Goiás (Foto: Eliana Ledo Rocha Brandão/Arquivo Pessoal)
Eliana afirma que, apesar das restrições físicas, os filhos não possuem nenhum problema cognitivo. Inclusive, ela os alfabetizou: "Eles já sabem ler e escrever, aliás, são avançados para a idade deles".Natural de Riacho de Santana, cidade do interior da Bahia, Eliana veio a Goiânia um mês antes do nascimento dos filhos para que eles tivessem acompanhamento desde o parto, em maio de 2009. Após o nascimento, ela voltou para a terra natal por um período e, desde 2010, mora em Goiânia com os siameses. O marido e a filha mais velha, de 7 anos, continuam no Nordeste.
                  Para ela, a separação física da família é o mais difícil de suportar. “É uma vida que a gente tinha lá, trabalho, por isso ficamos nessa ansiedade pela cirurgia, mas tem tudo a hora certa, Deus está preparando. A gente corre e luta para dar uma vida melhor pra eles”, afirma. Também é da Bahia a família do caso mais recente de gêmeos siameses acompanhado pelo HMI. Anny Beattriz e Anny Gabrielly nasceram no último    dia 10 de dezembro. Elas seguem internadas em estado grave na  Unidade de Terapia Intensiva do hospital. Unidas pelo tórax e abdômen, as recém-nascidas compartilham o fígado e uma delas tem má formação renal. Ainda não há previsão para a cirurgia de separação delas.
Gêmeas siamesas nasceram unidas pelo tórax e abdomen em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)                Causas                                                                         De acordo com a literatura médica, 60% dos siameses, que também são chamados de gêmeos conjugados, morrem antes ou após o nascimento, 35% morrem no primeiro dia de vida e 5% sobrevivem. Dos sobreviventes, 25% chegam a idade adulta. Além disso, 70% são do sexo feminino, mas não se sabe qual a razão para isso.
Zacharias Calil explica que nenhuma mulher está livre de gerar um feto com essa patologia. Segundo o cirurgião pediátrico, os gêmeos conjugados surgem de uma divisão incompleta do óvulo. Fatores ambientais, como o contato com agrotóxicos, estão entre as principais causas para esta má formação.
“Como exemplo cito os dados da Guerra do Vietnã, onde eles utilizaram o agente laranja, que era um desfolhante. A população foi toda atingida e foi constatado que houve incidência gritante de má formação e abortos. O agrotóxico mimetiza as células como se fosse um hormônio natural e direciona as células a provocarem erros na formação”, diz Calil.
Para o médico, o desenvolvimento tecnológico permite estudar melhor os bebês e, assim, aumentar o índice de sobrevivência. Os exames de imagens, por exemplo, estão cada vez mais nítidos e permitem estudar os gêmeos ainda no ventre materno. “Após o exame de imagem, a gente o transforma em um protótipo, um biomodelo, de maneira que a gente pode programar e ter mais segurança de como proceder a separação”, explica o médico.
Fonte: G1 Goias

sábado, 20 de dezembro de 2014

Falta de produtos se agrava na Venezuela com queda do petróleo

A falta de produtos básicos, como a fralda para a filha de Eugenia, tem se agravado na Venezuela com a forte queda no preço do petróleo nos últimos meses.

O país é altamente dependente dos recursos da exportação do produto – segundo estimativas, 96% das receitas de exportação são provenientes do produto. Petróleo mais barato significa menos dinheiro nos cofres do país para garantir acesso a moeda estrangeira e importações de produtos.
Assim, filas para itens simples têm se espalhado pelo país.
Produtos básicos, como fralda e leite, sumiram e pessoas fazem filas para tentar comprá-los.
Eugenia Martinez disse ter acordado às 3h para comprar dois pacotes de fraldas para a filha.
"Em nenhum lugar em Caracas você consegue encontrar fraldas", diz a dona de casa. "Então quando alguém me avisa sobre onde encontrá-las, tenho que ir."
Mesmo tão cedo, Eugenia conta ter enfrentado um metrô lotado, antes de se juntar a mais uma fila. Achadas as fraldas, o desafio agora é encontrar leite.
"Todos os dias eu tenho que ficar na fila para encontrar o que eu preciso. Agora, eu não consigo encontrar uma lata de leite. Não acho em nenhum lugar. Estou preocupada porque só tenho uma lata em casa."
"Não consigo imaginar como serão as coisas em janeiro. Desse jeito, vamos passar fome."
Em junho, o preço do barril do petróleo venezuelano – mais pesado para os padrões internacionais – estava ao redor de US$ 100. Na semana passada, o preço chegou a US$ 57,53.
'Economia de guerra'
A queda do preço do petróleo significa menos dólares nos cofres do governo da Venezuela e para o pagamento de importações.
Para o empresário Alex Hernández, a queda do preço do petróleo tornou ainda mais difícil o acesso a moeda estrangeira necessária para comprar os produtos importados que ele vende.
"Não temos guerra mas é uma economia de guerra. Porque mesmo quando você tem dinheiro você não consegue encontrar o que quer. Empresários estão sob risco", diz ele.
Homem mostra senha escrita en seu braço para marcar seu lugar numa fila para comprar alimentos em um mercado do governo em Caracas
Em 2003, o governo venezuelano definiu uma taxa fixa para o câmbio. A medida foi adotada para que o governo mantivesse o controle sobre os preços e garantir que alguns itens básicos, como pão e arroz, ficassem mais acessíveis aos pobres.
Diante do controle cambial, pessoas e empresas podem receber dólares na taxa oficial somente através de uma agência do governo – e somente para fins de importação de bens ou pagamento de viagens ao exterior.
Como Hernández disse, o preço de produtos na Venezuela tem subido. A taxa de inflação oficial do governo está em 63,4% e o país está beira da recessão.
Foi a primeira vez desde maio que o Banco Central local divulgou o índice de inflação. Críticos acusam o governo de omitir dados por razões políticas.
O BC também não divulgou o índice de escassez, que revela os produtos que estão em falta. Mas é evidente que a dificuldade de se obter produtos básicos tem gerado descontentamento entre muitos.
"Todos os venezuelanos têm sentido no bolso a queda do preço do petróleo. Evidentemente está custando muito para a gente. Porque quando o preço cai há menos moeda estrangeira para os importadores", disse Hernández.
"Aqui na Venezuela 90% dos produtos são importados. Quase tudo o que se consome na Venezuela é importado. E lamentavelmente isso colabora para que a alta dos produtos seja maior."
O mecânico Enrique Moreno também se diz afetado pela escassez de produtos - no caso dele, de peças de reposição importadas.
"Nos dizem que este país tem as maiores reservas de petróleo do mundo. Mas para mim isto é mentira, porque se fosse verdade, não deveríamos estar onde estamos", disse.
"Estamos num período de insatisfação. Você sente nas ruas, falando com as pessoas." Fonte: BBC BRASIL

Brasileiro Gabriel Medina é campeão mundial de surfe

O Brasil tem um novo ídolo esportivo: o surfista Gabriel Medina, que conquistou nesta sexta-feira o título mundial em Pipeline, no Havaí, diante de adversários experientes e campeões como o norte-americano Kelly Slater e o australiano Mick Fanning. É a primeira vez na história que o País garante um troféu na elite deste esporte.
Outros brasileiros já brilharam na modalidade, mas nunca haviam chegado tão longe quanto o garoto de Maresias (praia de São Sebastião, em São Paulo), que nesta segunda faz 21 anos. A façanha ocorreu no Pipe Masters, a última etapa da temporada, disputada no Havaí.
Ele já liderava o ranking mundial com uma boa vantagem sobre seus concorrentes antes do início da disputa em Pipeline e durante a competição mostrou talento para garantir o título mundial ao vencer suas baterias e contar com o tropeço de Mick Fanning na quinta fase da competição - o brasileiro Alejo Muniz eliminou o australiano.
Gabriel Medina comemora resultado (Foto: AFP)
“Significa muito para mim poder ser o primeiro brasileiro campeão mundial de surfe”, disse Gabriel Medina. Este é o quarto ano dele no Circuito Mundial de Surfe - em 2011, quando estreou, disputou apenas quatro etapas, ganhando duas e chamando a atenção para o seu talento precoce. Logo em sua primeira etapa na elite, em Hossegor, na França, ele venceu com um show de aéreos e mostrou que daria muito trabalho para as feras. Naquele mesmo ano, ainda faturou o Rip Curl Pro Search, em São Francisco. Terminou a temporada na 12.ª posição, mesmo não tendo participado de nem metade das etapas.
No ano seguinte provou que aqueles que apostavam nele estavam certos e terminou na sétima posição, ficando em segundo lugar em duas etapas e mostrando uma consistência. Em 2013, prejudicado por lesões, ficou em 14.º lugar, com apenas dois bons resultados - um segundo lugar e um terceiro. Mas ver de perto o título do amigo e conselheiro Mick Fanning deu um grande estímulo para que ele pudesse brilhar na temporada seguinte. Só que ainda no Havaí, no final de 2013, o brasileiro se machucou em um treino livre depois do Pipe Masters. “Quebrei a perna dias depois do campeonato, em um aéreo bobo. Também não tinha dormido direito na noite anterior, estava me sentindo meio cansado, e já era meio estresse de competição. Rompi três ligamentos e minhas férias foram com gesso”, relembrou.
Medina trouxe título inédito 
(Foto: AFP)
Amadurecimento
A partir daí, iniciou a sua recuperação e reforçou os treinamentos funcionais com o preparador Allan Menache. Na primeira etapa do ano, em Gold Coast, na Austrália, venceu e chamou a atenção por ser o primeiro “goofy” (que surfa com o pé direito na frente) após dez anos a ganhar lá. Depois venceu em Fiji e no Taiti, nos temidos tubos de Teahupoo, diante do maior especialista naquele tipo de onda: Kelly Slater. “As etapas que eu ganhei este ano mostram meu amadurecimento. Eram ondas com tamanho grande. Em Snapper Rocks (Austrália) estava competindo com os melhores regulares, aqueles que surfam para a direita. Depois fui para Fiji, consegui ganhar a etapa que o Kelly dominava, foi muito legal porque era um local em que sempre quis vencer.
Depois teve Teahupoo, e todos achavam que o vencedor seria o Kelly ou o John John, mas acabei ficando calmo e obtive a vitória. Essas três conquistas foram especiais e vou lembrar para sempre”, disse Gabriel Medina. Os importantes resultados e o título mundial colocam agora o brasileiro no foco para 2015. Sua popularidade cresce em proporções gigantescas, ele acumula patrocínios (já tem 11) e é cada vez mais um ídolo para os brasileiros. Apesar da fama, garante que não vai mudar. “Apesar dos bons resultados que venho tendo eu nunca mudei, sou o Gabriel de sempre, com os mesmos amigos de quando era pequeno. Trato bem meus pais e irmãos, nada mudou. Minha mãe e meu pai continuam me botando no lugar em casa e sempre fui pés no chão”.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Começa hoje o festival sertanejo Caldas Country, em Caldas Novas

  Caldas Country é hoje considerado um dos maiores eventos do Brasil, há pessoas que não gostam nem de ouvir falar,mais o Caldas Country já conquistou o gosto da galera e cada vez mais veem atraindo a atenção de outros estados do nosso País,ouvi sim uma repercursão nacional quando apareceu na tv imagens de cena de sexo em plena rua,mais em anos anteriores isso já havia acontecido. Só que naquela época a internet estava apenas começando isso no ano de 1999, não sei se alguém lembra mas tinha um restaurante que tinha uma escada e fazia propaganda de um club na cidade de Caldas Novas e na parte superior subiam garotas que se despiam no carnaval,e isso não saiu em nem um jornal daquela época. O que aconteceu foi que a internet ajudou a espalhar a notícia mais rapido que a mídia e a troca de politicos é sempre um querendo derrubar o outro.  Hoje 14 de novembro 2014 começa o Maior Festival de Música do Centroeste !                                                                                  Serão 27 apresentações em dois dias até o sol raiar!!!!!

domingo, 9 de novembro de 2014

O Povo que reelegeu Dilma estavão desinformados das notícias

Dívida pública sobe 0,6% em março, para R$ 2,08 trilhões, diz Tesouro. Fonte:G1 28/04/2014 

Dívida externa do Brasil cresce 48% e vai a US$ 523,7 bilhões.Fonte: Correio Brasiliense   16/08/2014 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Gasolina vai subir ainda neste ano, diz ministro da Fazenda

Superávit foi sacrificado em prol de investimento, saúde e educação, disse.
Guido Mantega falou ao G1 sobre inflação, PIB, dólar e juros               Guido Mantega falou ao G1 no Ministério da Fazenda (Foto: Alexandro Martello/G1)  Guido Mantega falou ao G1 no Ministério da Fazenda (Foto: Alexandro Martello/G1)

A gasolina vai ficar mais cara ainda este ano, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Em entrevista ao G1, Mantega, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras, disse também que o governo decidiu "sacrificar" o chamado "superávit primário" – que é a economia feita para pagar juros da dívida pública – em prol de gastos com investimentos, saúde e educação.
"Quem resolve o preço da gasolina é a Petrobras. Temos uma certa regularidade. Nos últimos anos, sempre teve aumento. Um ou dois. É um setor privilegiado. A maioria dos segmentos teve reajuste de preços uma vez por ano, e não duas vezes por ano. Ano passado [a gasolina] teve dois aumentos. Então, esse ano não será diferente. Vai ter aumento. Ano passado teve aumento em novembro. Quando houver a decisão, haverá um aumento. Não cabe a mim decidir isso", disse Mantega ao G1.
No ano passado, houve dois reajustes nos preços da gasolina. O primeiro aconteceu em janeiro, quando a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%. O último reajuste aconteceu no fim de novembro de 2013 – momento no qual a Petrobras anunciou que os preços da gasolina e do diesel foram reajustados nas refinarias, sendo que a alta foi de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel. 02/10/2014 06h10 - Atualizado em 02/10/2014 06h13

Gasolina vai subir ainda neste ano, diz ministro da Fazenda

Superávit foi sacrificado em prol de investimento, saúde e educação, disse.
Guido Mantega falou ao G1 sobre inflação, PIB, dólar e juros.

Alexandro MartelloDo G1, em Brasília
Guido Mantega falou ao G1 no Ministério da Fazenda (Foto: Alexandro Martello/G1)Guido Mantega falou ao G1 no Ministério da Fazenda (Foto: Alexandro Martello/G1)
A gasolina vai ficar mais cara ainda este ano, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Em entrevista ao G1, Mantega, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras, disse também que o governo decidiu "sacrificar" o chamado "superávit primário" – que é a economia feita para pagar juros da dívida pública – em prol de gastos com investimentos, saúde e educação.
"Quem resolve o preço da gasolina é a Petrobras. Temos uma certa regularidade. Nos últimos anos, sempre teve aumento. Um ou dois. É um setor privilegiado. A maioria dos segmentos teve reajuste de preços uma vez por ano, e não duas vezes por ano. Ano passado [a gasolina] teve dois aumentos. Então, esse ano não será diferente. Vai ter aumento. Ano passado teve aumento em novembro. Quando houver a decisão, haverá um aumento. Não cabe a mim decidir isso", disse Mantega ao G1.
No ano passado, houve dois reajustes nos preços da gasolina. O primeiro aconteceu em janeiro, quando a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%. O último reajuste aconteceu no fim de novembro de 2013 – momento no qual a Petrobras anunciou que os preços da gasolina e do diesel foram reajustados nas refinarias, sendo que a alta foi de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.
Meta fiscal
Na mesma semana em que o Banco Central informou que o superávit primário ficou em apenas R$ 10,2 bilhões nos primeiros oito meses do ano – o pior resultado da história –, Mantega afirmou que o governo decidiu sacrificar o esforço fiscal deste ano em "prol dos investimentos, da saúde e da educação".
"Não tem desperdício. O que temos é um gasto importante para a população. Temos investimento, infraestrutura, e a área social, a educação e o Pronatec. A educação está melhorando, a população jovem está saindo com mais educação para o mercado de trabalho, vai ter salários melhores", declarou.
O ministro não garantiu, também, que a meta de superávit primário do setor público neste ano, de R$ 99 bilhões, ou 1,9% do PIB, será atingida. No mercado financeiro, a descrença é geral na obtenção do objetivo fiscal de 2014.
"Estamos fazendo um esforço. É difícil. Mais difícil do que no ano passado. Porém, temos de esperar para ver. Estamos fazendo o esforço máximo, mas sem abrir mão de investimentos. O investimento do governo vai atingir o seu maior patamar em 2014. A gente vai trabalhar para fazer o melhor primário possível", afirmou ele.
Dólar pressionado
Sobre o dólar, que registrou em setembro a maior alta em três anos, fechando o mês passado em R$ 2,44, Mantega declarou que a pressão acontece por conta da retirada dos estímulos na economia norte-americana e disse que não há teto para a cotação do dólar, pois o câmbio, segundo ele, é flutuante. "Não trabalhamos com teto nem com piso", disse.
De acordo com o ministro, haverá uma elevação do juro básico americano em 2015, e os mercados já estão antecipando essa alta. "Isso está sendo anunciado e o mercado já se movimenta, antecipa essa situação. O dólar se valorizou em relação a todas as moedas do mundo. É normal. No Brasil, como temos um mercado futuro mais líquido, aqui o dólar se movimenta mais do que outros mercados. No mercado de derivativos, é fácil fazer uma aposta na valorização do dólar. Em outros países, não é possível, tem de trabalhar no spot [mercado a vista]", declarou ele.
O ministro da Fazenda afastou a possibilidade de o governo retirar o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) no mercado de derivativos, instituído em 2011, e declarou que também não pensa em reduzir o tributo para empréstimos buscados no exterior com prazo inferior a seis meses – duas medidas que, teoricamente, poderiam tirar um pouco a pressão de alta do dólar. "Não há previsão de tirar esse IOF [empréstimos externos] também em função da arrecadação. Ia ter uma perda de arrecadação que, neste momento, não é possível. Mas, no futuro, isso será possível", acrescentou.
Taxa de juros e inflação
Sobre a definição da taxa básica de juros para conter as pressões inflacionárias, tarefa que cabe ao Banco Central, o ministro da Fazenda se disse a favor do "gradualismo", ou seja, sem choques, que são altas fortes da taxa básica da economia.
"Defendo o gradualismo porque eu vi algumas propostas preocupantes de levar a inflação para o centro da meta rapidamente. Como faz isso? Chutando o juro lá para cima como era no passado. Voltando juro real [após o abatimento da inflação prevista para os próximos doze meses] de 15% ao ano. Isso significa [juro] nominal de 25%, 20% ao ano. Acho que isso seria muito ruim para a economia. Sou a favor do gradualismo, mas elevamos juros quando foi necessário", disse ele, acrescentando que, em sua visão, o juro básico já subiu. "Agora não precisa subir porque já está alto", opinou.
Mantega disse ainda que a inflação ficou "sob controle" nos últimos anos, embora tenha oscilado ao redor de 6% – distante, portanto, da meta central de 4,5% estipulada pelo governo federal.
"A seca pressionou [a inflação]. Estamos com seca há dois ou três anos. Não deveremos ter no próximo ano. Não é possível que se repita esse fenômeno", disse. Segundo ele, as chamadas "commodities" (produtos básicos com cotação internacional, como minério de ferro, alimentos e petróleo) estão caindo e isso deve ter impacto nos preços no futuro.
"A regra é que tem de buscar o centro da meta [de 4,5%], desde que não tenha choque de oferta, como aconteceu no mercado internacional, que eleva os preços. Tivemos uma pressão da seca que levou a um aumento do preço da energia elétrica de 0,4 ponto percentual a mais no IPCA. Nos Estados Unidos, eles tiram energia e alimentos para calcular a inflação. Se tirarmos energia e alimentos aqui, a inflação iria estar no centro da meta [de 4,5%]", disse Mantega.
Crescimento do PIB
Guido Mantega disse ainda que indicadores mostram que a economia está crescendo mais a partir de julho, e que a previsão do último relatório de receitas e despesas do orçamento, de uma alta de 0,9% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, é possível. O mercado financeiro, porém, prevê um crescimento de apenas 0,29% para este ano.
"Temos indicadores de que a economia a partir de julho está crescendo mais. Em julho, produção industrial cresceu, investimento cresceu. Agosto não saiu ainda. Eu acho que a produção industrial cresceu em agosto também. Temos dados que vão nos dizendo que a economia está em uma fase de crescimento. O crédito está voltando agora bem gradualmente. Também vai melhorar", disse ele.
O ministro disse que é "difícil" fazer previsão em um cenário com muita volatilidade, como atualmente. Segundo ele, a seca impactou o crescimento mais fortemente no primeiro semestre. "Estamos em recuperação e o segundo semestre será melhor. Previsão é de 0,9%. Pode mudar até o fim do ano. Esse último trimestre certamente a economia vai crescer mais. Dá para chegar no 0,9%", concluiu. Fonte : G1

Ônibus volta a circular após atentados em Santa Catarina

á são 20 cidades atacadas em sete dias, e número de ataques chega a 49.
Comando da PM disse que seis atentados foram evitados com prisões.Subiu para 49 o número de atentados em Santa Catarina. Já são 20 cidades atacadas em sete dias. A circulação dos ônibus, que foi suspensa durante a madrugada, voltou ao normal, mas eles só saíram das garagens às 6h.

O transporte coletivo parou às 19h. Mesmo com a polícia garantindo a escolta até mais tarde, os motoristas e cobradores se recusaram a trabalhar por medo de novos ataques, que aconteceram. Foram pelo menos 12 atentados durante a noite e madrugada. Uma base da polícia foi alvo de tiros em Joinville.
O comando da Polícia Militar disse que seis atentados foram evitados com a prisão de pessoas com combustível. Até agora 28 pessoas foram detidas, oito delas menores de idade, e três pessoas morreram.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, as ordens para os atentados vêm de dentro dos presídios. Se identificados, os líderes serão transferidos para o sistema penitenciário federal. Fonte : G1

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Jovem é assaltado após oferecer carona para "paquera"

O assaltante levou o carro, celular e tênis da vítima                                             Na madrugada deste domingo (17), um homem, não identificado, de 21 anos foi assaltado em Presidente Prudente, São Paulo. Toda situação aconteceu quando o jovem pensou estar sendo “paquerado” por um outro rapaz na rua às 2h40. O assaltante fugiu levando o automóvel, celular e tênis da vítima.
Segundo o boletim de ocorrência registrado pela vítima, o jovem viu um outro homem acenando para ele. Pensando se tratar de uma paquera, ele parou o veículo e o assaltante entrou. Eles foram para um lugar mais tranquilo e enquanto “trocavam carícias” o acusado pediu dinheiro para comprar drogas. O rapaz disse que não tinha e neste momento o bandido revelou que estava armado e que levaria o seu carro e objetos pessoais.
Segundo a vítima, o acusado se identificou como Rogério e disse ter 35 anos. O rapaz ainda tentou relutar com o assaltante, mas o homem o ameaçou dizendo que o furaria com a chave do carro. A polícia está investigando o caso e o jovem negou qualquer tipo de programa sexual de ambas as partes.
Com informações G1
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução Fonte : G1

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