quarta-feira, 24 de julho de 2013

Confira mapa com 9.596 vagas na Grande São Paulo

Vagas são oferecidas pelo Centro de Solidariedade ao Trabalhador.
G1 traz tabela dividida por cargos operacionais, administrativos e técnicos.

 A região metropolitana de São Paulo tem o total de 9.596 vagas abertas nesta semana, sendo 51 para deficientes, oferecidas pelo Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST), centro de intermediação de mão de obra localizado na cidade de São Paulo. Todas as quartas-feiras, o G1 publica os dados do emprego na região metropolitana do Rio de Janeiro e na Grande São Paulo.
Um subtotal de 8400 vagas se destina a candidatos que tenham fácil acesso ou residam perto do local de trabalho, uma preferência dos empregadores - veja na tabela abaixo a relação de todos os cargos por áreas (operacional, administrativa e técnica), os requisitos exigidos e os salários mínimos e máximos em cadMapa de empregos de SP 24-07 (Foto: Arte/G1)     a função.Na Grande São Paulo, são 1.165 chances para candidatos das cidades de Guarulhos,Osasco e do ABC.
Não há um prazo para inscrição. A seleção é feita até o preenchimento das vagas. Por isso, é recomendado que os candidatos compareçam às unidades do CST o quanto antes.
De acordo com o Centro de Solidariedade ao Trabalhador, as vagas da área administrativa são preenchidas mais rapidamente que as demais devido à grande procura.
Centro
O Centro oferece 4.498 vagas, sendo que os cargos com maior número de vagas são operador de telemarketing ativo (3.096), auxiliar de cobrança (250) e atendente (151).
Há ainda 35 vagas para ajudante de cozinha (R$ 813) e 80 para operador de caixa (média de R$ 950).

Zona Leste
Na Zona Leste são 1.460 vagas, sendo que os cargos com maior número de vagas são operador de telemarketing (700), atendente (80) e motorista de caminhão (30).
Há ainda 6 vagas para fiscal de loja (R$ 1.185), 5 para operador de caixa (R$ 922), 4 para mecânico de autos (a combinar) e 4 para operadora injetora de plástico (R$ 943).

Zona Sul
Na Zona Sul são 1.240 vagas, sendo que os cargos com maior número de vagas são operador de telemarketing (577), atendente (222) e auxiliar de limpeza (30).
Há ainda 32 vagas para vigilante (R$ 1.024), 50 para porteiro (R$ 830), 7 para auxiliar de linha de produção (R$ 860) e 1 para pedreiro (R$ 1.500).

Zona Oeste
Na Zona Oeste são 1.026 vagas, sendo que os cargos com maior número de vagas são atendente (162), operador de supermercado (130) e auxiliar de limpeza (40).

Há ainda 94 vagas para operador de caixa (entre R$ 800 e R$ 922) , 35 para fiscal de loja (média de R$ 984), 18 para pintor de alvenaria (R$ 1.235) e 4 para encanador (R$ 1.367).

Zona Norte
Na Zona Norte são 176 vagas, sendo que os cargos com maior número de vagas são atendente (65), repositor de mercadorias (8) e vendedor (4).

Há ainda 14 vagas para operador de caixa (R$ 922).
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RegiõesCargos operacionaisCargos administrativosCargos técnicos
CentroOperador de telemarketing ativo (3.096)

Requisitos: ensino médio completo ou incompleto (não é necessária experiência)

Salário: média de R$ 678


Atendente (151)

Requisitos: ensino médio completo ou incompleto (necessário ter experiência)

Salário: entre R$ 700 e R$ 1 mil


Auxiliar de limpeza (100)

Requisitos:
 ensino fundamental completo e médio incompleto (necessário ter experiência)

Salário: média de R$ 790
 
Auxiliar de cobrança (250)

Requisitos:
 ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: a combinar


Recepcionista atendente (6)

Requisitos:
 ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 1.023
Auxiliar de manutenção predial (6)

Requisitos:
 ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 1 mil


Pintor industrial (3)

Requisitos:
 ensino fundamental completo (necessário ter experiência)

Salário: a combinar


Técnico eletrônico (2)

Requisitos:
 ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: a combinar
Zona LesteOperador de telemarketing (700)

Requisitos: 
ensino médio completo (não é necessário ter experiência)

Salário: média de R$ 678


Atendente (80)

Requisitos: 
ensino médio incompleto (necessário ter experiência)

Salário: entre R$ 702 e R$ 930


Motorista de caminhão (30)

Requisitos: 
ensino fundamental incompleto (necessário ter experiência)

Salário: média de R$ 1.190
 
Estoquista (5)

Requisitos: 
ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 933


Auxiliar de estoque (5)

Requisitos: 
ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 921


Auxiliar de pessoal (2)

Requisitos: 
ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 1 mil
Auxiliar de manutenção predial (11)

Requisitos:
 ensino médio incompleto (necessário ter experiência)

Salário: a combinar


Mecânico de refrigeração (6)

Requisitos:
 ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 1.200


Auxiliar de linha de produção (3)

Requisitos:
 ensino fundamental completo (necessário ter experiência)

Salário: a combinar
 
Zona SulOperador de telemarketing (577)

Requisitos:
 ensino médio incompleto ou completo (não é necessário ter experiência)

Salário: média de R$ 678


Atendente (222)

Requisitos:
 ensino fundamental ou médio completo (necessário ter experiência)

Salário: entre R$ 750 e R$ 1.200


Auxiliar de limpeza (30)

Requisitos:
 ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: entre R$ 702 e R$ 885
 
Recepcionista (5)

Requisitos: 
ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 1.086


Office girl (4)

Requisitos: 
ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 800
Auxiliar de manutenção predial (15)

Requisitos: 
ensino fundamental completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 1.400


Pedreiro (6)

Requisitos: 
ensino fundamental completo (não é necessário ter experiência)

Salário: R$ 1.000


Auxiliar de enfermagem (3)

Requisitos:
 ensino fundamental completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 933
 
Zona OesteAtendente (162)

Requisitos: 
ensino médio incompleto (necessário ter experiência)

Salário: entre R$ 702 e R$ 933


Operador de supermercado (130)

Requisitos:
 ensino médio completo (não é necessário ter experiência)

Salário: média de R$ 922


Auxiliar de limpeza (40)

Requisitos: 
ensino fundamental completo e incompleto (necessário ter experiência)

Salário: entre R$ 702 e R$ 873

 
Não háAuxiliar de manutenção predial (21)

Requisitos: 
ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: média de R$ 1.033


Eletricista (7)

Requisitos:
 ensino fundamental completo ou incompleto (necessário ter experiência anterior)

Salário: R$ 1.367


Mecânico de refrigeração (4)

Requisitos:
 ensino médio completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 1.658
Zona NorteAtendente (65)

Requisitos:
 ensino médio completo (não é necessário ter experiência)

Salário: média de R$ 702


Repositor de mercadorias (8)

Requisitos: 
ensino médio completo (não é necessário ter experiência)

Salário: R$ 980


Vendedor (4)

Requisitos:
 ensino fundametnal incompleto (necessário ter experiência)

Salário: média de R$ 1.065
 
Não há
 
Mecânico de automóveis (4)

Requisitos: 
ensino fundamental incompleto (necessário ter experiência)

Salário: a combinar


Torneiro CNC (2)

Requisitos:
 ensino fundamental completo (necessário ter experiência)

Salário: R$ 1 mil


 
Como se candidatar
Os interessados nas vagas do Centro de Solidariedade ao Trabalhador devem comparecer aos endereços abaixo com carteira profissional, RG, CPF, certificado de escolaridade e currículo.
Centro de Solidariedade ao Trabalhador de São Paulo
Região central
Rua Galvão Bueno, 782 - Liberdade
Zona Sul
Rua Barão do Rio Branco, 864 - Santo Amaro
Estrada de Itapecerica, 3.770
Zona Norte
Avenida Cabo Adão Pereira, 387 - Pirituba
O horário de atendimento é das 7h às 16h, de segunda a sexta-feira. Fonte : G1

Corpo de Dominguinhos é velado na Assembleia Legislativa de SP

Dominguinhos é velado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Foto: Letícia Macedo/G1)Depois seguirá para Recife, no Pernambuco, onde será enterrado.
Músico, que sofria de câncer de pulmão, morreu na terça-feira (23) em SP. O corpo do músico Dominguinhos está sendo velado desde as 6h desta quarta-feira (24) na Assembleia Legislativa de São Paulo, na região do Ibirapuera, na Zona Sul da capital. Segundo a mulher de Dominguinhos, Guadalupe Mendonça, o velório em São Paulo ocorrerá até as 16h. Depois, o corpo seguirá para Recife, onde deverá ser enterrado na sexta-feira (26).

O artista morreu nesta terça-feira (23), aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês. Ele lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão. De acordo com o hospital, o músico morreu às 18h em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas.

Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos foi transferido para a capital paulista em 13 de janeiro. Antes, esteve internado por um mês em um hospital no Recife.

Considerado o sanfoneiro mais importante do país e herdeiro artístico de Luiz Gonzaga (1912-1989), José Domingos de Morais nasceu em Garanhuns, no agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com 8 anos. Aos 13 anos, morando no Rio, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião, que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico.  Instrumentista, cantor e compositor, Dominguinhos ganhou em 2002 o Grammy Latino com o “CD Chegando de Mansinho”. Ao longo da carreira, fez parcerias de sucesso com músicos como Gilberto Gil, Chico Buarque, Anastácia e Djavan.

Ainda criança, Dominguinhos tocava triângulo com seus irmãos no trio “Os três pinguins”. Quando ele tinha 8 anos, foi “descoberto” por Gonzagão ao participar de um show em Garanhuns. A “benção” lhe foi dada pelo rei do baião quanto tinha 16 anos.
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 Dominguinhos durante apresentação em São Luis do Paraitinga em 2011. (Foto: José Patrício/Estadão Conteúdo)Dominguinhos em apresentação em São Luís do
Paraitinga (Foto: José Patrício/Estadão Conteúdo)
“Gonzaga estava divulgando para a imprensa o disco 'Forró no Escuro' quando ele me apresentou como seu herdeiro artístico aos repórteres”, lembrou-se Dominguinhos em entrevista ao G1 no fim de 2012. “Foi uma surpresa muito grande, não esperava mesmo.”
De acordo com ele, o episódio aconteceu somente três anos depois de sua chegada ao Rio, acompanhado do pai, o também sanfoneiro Chicão. Mudaram-se para a cidade justamente para encontrar Luiz Gonzaga. “Em cinco minutos, ele me deu uma sanfona novinha, sem eu pedir nada”, prosseguiu. Naquele período, Dominguinhos saiu em turnê com o mestre para cumprir a função de segundo sanfoneiro e, eventualmente, de motorista.
Centenário de Gonzagão
No fim de 2012, Dominguinhos se dedicou ativamente às celebrações dos cem anos do nascimento de Luiz Gonzaga. Durante um show no dia centenário, 13 de dezembro, realizado na terra natal do músico, Exu (PE), Gilberto Gil comentou: “Dominguinhos teve a herança do Gonzaga, que ele incorporou, através das canções, dos estilos, o gosto pelo xote, xaxado”. 
Para Gil, no entanto, Dominguinhos soube trilhar um caminho próprio. “Dominguinhos foi além, em uma direção que Gonzaga não pôde, não teve tempo. Ele foi na direção do início de Gonzaga, o instrumentista, da época das boates do Mangue, no Rio de Janeiro, quando ele tocava tango, choro, polca, foxtrot, tocava tudo, repertório internacional, tudo na sanfona. ” Fonte : G1

domingo, 21 de julho de 2013

Pesquisa identifica que a falha em uma proteína impede o controle do peso

O próximo passo é descobrir se o mecanismo acontece também em humanos, o que ajudaria na criação de remédios mais eficazes contra a obesidade                                       
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      Será que a obesidade poderá ser tratada por meio de correções genéticas? Essa dúvida impulsionou alguns cientistas americanos a realizar um experimento que ajudasse a decifrar o problema. A suspeita do grupo era de que o gene MRAP2 seria um dos responsáveis pelo controle do peso. Testes em ratos confirmaram o efeito ao anular a ação dessa proteína nos bichos. A intenção agora é decifrar o funcionamento dela em humanos e, no futuro, desenvolver drogas que combatam um dos maiores problemas de saúde pública mundial.O experimento foi feito por pesquisadores do Hospital da Criança de Boston e publicado na revista científica Science desta semana. Os cientistas desconfiaram que a ligação do MRAP2 com a MC4R — uma proteína localizada no hipotálamo e importante na regulação de gasto de energia — poderia influenciar o ganho de peso. A fim de comprovar a suspeita, eles modificaram geneticamente alguns ratos para silenciar o MRAP2, ou seja, anular a função da proteína no organismo das cobaias. Após a alteração, os ratos foram isolados com outros camundongos normais e todos seguiram a mesma dieta.

Com o tempo, os pesquisadores notaram que os animais com a proteína alterada engordaram mais. “Os ratos com mutações no MRAP2 tornaram-se obesos sem comer mais comida do que os ratos normais. Se os seres humanos com deficiências no MRAP2 ou em outros genes localizados nessa via se comportarem da mesma maneira, pode ser que a obesidade humana aconteça, pelo menos em estágios iniciais, sem que haja maior ingestão de alimentos. Em vez disso, o problema se daria devido a alterações na forma como o corpo queima a energia”, explica o endocrinologista e líder do experimento, Joseph Majzoub.                        Fonte : Correio Braziliense


Ganhou na loteria aos 16 anos, foi à falência e diz ser mais feliz agora

 Aos 16 anos, a britânica Callie Rogers ganhou uma "bolada" na loteria. Ela embolsou cerca de 1,9 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 6,5 milhões). Com 26 anos, ela tem apenas 2 mil libras no banco (cerca de R$ 7.800), conforme conta o diário britânico Daily Mail.
Mas o que aconteceu em 10 anos para Callie "torrar" essa pequena fortuna? Festas, viagens, drogas, presentes e tratamentos estéticos consumiram todo o dinheiro da moça. No entanto, na entrevista ao jornal, ela diz estar mais feliz atualmente, sem dinheiro.
"Era dinheiro demais para alguém tão jovem. Mesmo se você disser que sua vida não vai mudar, ela muda, e às vezes não para melhor. Eu fiquei perto de quebrar, mas agora estou mais forte. A vida de festas se foi. Prefiro assim", diz Callie.
Quando ganhou na loteria, Callie ganhava cerca de R$ 12 por hora num emprego de atendente em uma cooperativa. Semanas depois, ela estava vivendo em uma casa de R$ 600 mil com o pai do seu filho mais velho. Ao longo do relacionamento, ela gastou 260 mil libras (R$ 846 mil) em cocaína.
Callie largou o emprego, viajou, gastou em roupas e presentes para os pais biológicos. Mas a sensação de solidão causada pelo dinheiro fez a britânica tentar o suicídio. Aos 26 anos, ela estuda para ser enfermeira e compra em promoções da rede de varejo Tesco.
Trabalhando duas vezes por semana como cuidadora de idosos, Callie vive em uma casa de três quartos de 80 mil libras (cerca de R$ 271 mil) e se prepara para estudar enfermagem. "Tento esquecer os altos e baixos pelo qual eu passei e apenas tento me ver como uma pessoa normal", diz a moça. Fonte :Yahoo

Parte do lago de Zurique isolada para o casamento de Tina Turner

                                                                                                                         A polícia isolou uma parte do lago de Zurique, situado junto à mansão da cantora Tina Turner, que celebra neste domingo com grande pomba seu casamento com o produtor musical alemão Erwin Bach.
As autoridades policiais decidiram por isolar essa parte do lago, mas explicaram que tal medida não foi pedida pela cantora.
Tina Turner, 73 anos, vai casar com o seu namorado Erwin Bach, de 57 anos, em uma cerimônia budista organizada em sua mansão às margens do lago Zurique.
Várias personalidades da música, como os artistas David Bowie, Eros Ramazzoti e Sade, são esperadas entre os 120 convidados para a cerimônia na pequena cidade de Kusnacht, localizada na "Goldküste" (a costa dourada), parte nobre do lago.
A famosa apresentadora de TV americana Oprah Winfrey também deve participar, de acordo com o jornal suíço Schweiz am Sonntag, que garante que o casal pediu que os convidados se vestissem de branco.
A noiva deve vestir um vestido do estilista Giorgio Armani, indicou o jornal, sem citar suas fontes.
Tina Turner, que se tornou cidadã suíça em abril, e Erwin Bach celebraram seu casamento civil em segredo, há algumas semanas, segundo o jornal Schweiz am Sonntag, citando a revista alemã Bunte.
Tina Turner e Erwin Bach enviaram uma carta aos vizinhos para se desculpar com antecedência "do barulho" que poderá acontecer durante a festa.
A cantora, que emplacou vários sucessos como "Simply the best" e "We Don't Need Another Hero" durante sua longa carreira, aprendeu alemão e estabeleceu-se na Suíça, em 1995, para seguir Erwin Bach.
Em janeiro, aos 73 anos, a roqueira americana obteve a cidadania de Küsnacht. Em abril, o cantão de Zurique e a Confederação permitiram a sua naturalização, depois de aplicarem uma prova.
"Eu estou muito feliz na Suíça e me sinto em casa. Eu não posso imaginar um lugar melhor para se viver", disse em janeiro a estrela, nascida Anna Mae Bullock, à revista Blick.
Ela agradeceu o respeito pela privacidade que o país garante. A cantora se retirou da vida pública após a sua turnê de 2008/2009.   Fonte : Yahoo

Meu namorado se assumiu gay e virou meu melhor amigo

Depois de ter relacionamentos héteros, homens e mulheres se descobrem gays e se separam, mas não perdem carinho dos antigos parceiros                                                                          Famosa no Brasil por interpretar uma babá de voz esganiçada no seriado “The Nanny”, a comedianteFran Drescher levou uma curiosa história de sua vida para a ficção, na série “Happily Divorced”, exibida no Brasil pelo Comedy Central. A personagem autobiográfica dela é uma florista que tem como melhor amigo o ex-marido, que se assumiu como homossexual com o fim do casamento.

A história de Fran não é tão incomum como muitas pessoas possam imaginar. Quem comprava isso são os ex-casais ouvidos pelo iGay, que viveram a mesma dinâmica da relação da atriz. Os estilistasDaniela Rosário , 27, e Dieferson Gomes , 24, por exemplo, foram namorados antes de ele se dar conta de sua verdadeira orientação sexual. Desta maneira, a relação que era romântica se transformou em uma profunda amizade.
Dieferson Gomes e Daniela Rosário foram namorados um ano antes de ele se assumir gay. Foto: Edu Cesar
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“Quando ele me contou, eu falei: ‘qual a novidade?’. Eu sempre soube que ele era gay, desde a época que namorávamos. Sempre gostei dele como pessoa, a orientação sexual não fazia diferença na época e não faz hoje”, observa Daniela.
Getty Images
Fran Drescher e o ex-marido Peter Marc Jacobson: casamento de 21 anos terminou quando ele 'saiu do armário'
A maneira receptiva com a qual a amiga recebeu a notícia só fez a cumplicidade entre os dois aumentar. “A Dani vai estar sempre junto de mim, não sei se no mesmo bairro ou no mesmo prédio, mas vai estar”, projeta Dieferson. Atualmente, os dois vivem e trabalham juntos num apartamento no centro São Paulo, no qual eles produzem vestidos de noiva.
Daniela se relaciona bem com atual namorado de Dieferson, mas confessa que ainda sente ciúmes das mulheres que se aproximam dele. “Cada mulher com o seu gay, já estou cultivando esse tem sete anos, fico fula da vida quando a mulherada chega nele, mesmo que elas queiram só amizade”, brinca a estilista.
Nos planos do casal, ou melhor, dos amigos Dieferson e Daniela há um projeto importante. “Quero um filho, e se tudo der certo vai ser com a Dani. Não sabemos como, mas acho que nada seria mais perfeito do que ter um filho dela”, constata o estilista.                                                                                                                                      Divórcio não acabou com amizade
A dona de casa Emanuela da Ponte , 37, e o designer de interiores Gláucio Veiga , 38, ficaram casados por 11 anos e tiveram dois filhos. “Nós nos dávamos muito bem, tínhamos uma cumplicidade muito grande, um casamento sólido. Vivíamos para as crianças, sempre curtindo a vida e viajando”, conta ela.
Mas quando o casamento se desgastou, o designer passou a conversar com outros homens na internet, conhecendo um rapaz com quem teve um encontro. “Logo depois, voltei pra casa, peguei minhas coisas e me separei, não foi pra ficar com ele nem nada, só achei que ela não merecia a traição”, lembra Glauco.
Arquivo pessoal
Emanuela da Ponte e Gláucio Veiga foram casados 11 anos até ele se assumir gay

Como era de se esperar, a separação causou turbulência na vida de ambos, mas aos poucos eles conseguiram se recuperar, mantendo inclusive a amizade. Ela se casou novamente e teve outro filho. O designer fez questão de dar apoio à ex-mulher e amiga. “Foi um parto muito arriscado, passei muito tempo abraçando o Gláucio, ele ficou ao meu lado até a hora de ir para a sala de cirurgia”.
“Transformamos o amor de homem e mulher numa relação de amizade, qualquer problema de relacionamento nos abrimos um com o outro. Temos uma compreensão mútua que não acabou com o divórcio”, pontua Gláucio.
Arquivo pessoal
Camila Scatolini e Ricardo Virginilli. Ela namorou com ele e depois se assumiu gay
Amigo de todas as horas
No caso do ex-casal Camila Scatolini, 21, eRicardo Virginilli , 24, foi ela quem se assumiu gay e depois acabou virando a melhor amiga do antigo parceiro, com quem namorou por quatro anos. Camila se descobriu lésbica ao se apaixonar por uma colega da faculdade de Engenharia.
Camila recorda que foi difícil falar sobre assunto com Ricardo, que estuda Enfermagem. “Eu expliquei que precisava terminar com ele e me assumir lésbica. Ele ficou triste e chocado. E eu fiquei triste por magoá-lo, mas ele venceu a dor da separação ficando próximo a mim e continuando meu amigo. Ele sabia que se continuássemos eu estaria mentindo tanto para ele quanto pra mim”, observa a estudante.
Ricardo não nega que ficou realmente chocado. “Eu queria que ela voltasse atrás, chorei”, admite o estudante, que acabou aceitando a situação posteriormente. “Vi que estava sendo um idiota no começo”, constata.
Hoje, dois anos depois do rompimento, Camila e Ricardo continuam com uma amizade intensa, apesar da distância, já que amiga dele mudou para a França com a namorada.
“O Ricardo é meu companheiro, amigo para todas as horas. É alguém com quem eu posso conversar de tudo, que gosta das mesmas coisas que eu. Do mesmo modo como ele quer me ver feliz, eu quero vê-lo feliz, nunca conseguiríamos deixar de ser amigos”, conclui Camila. Fonte : IG

Bebê sequestrada e deixada em orfanato em 1974 pode ser filha de guerrilheiros

História de menina criada Belém pode esclarecer casos de crianças desaparecidas nas mãos de militares no Araguaia                                         Lia Cecília da Silva Martins, uma microempresária que vive na cidade de Catalão, em Goiás, é o elo perdido que pode esclarecer um dos mais escabrosos crimes da ditadura militar: o desaparecimento forçado de bebês e crianças filhos de militantes do PCdoB fuzilados no Araguaia.

Guerrilha: Documento pode mudar versão sobre descoberta do Araguaia                                              Arquivo pessoal
A tia Sandra (esquerda) é a mais parecida com Lia, que reencontrou a família do pai morto em 2009
Sequestrada com poucos meses de idade e levada para um internato em Belém, no Pará, hoje aos 39 anos, Lia é um desses bebês cuja sobrevivência assusta os militares que tentaram eliminar todos os vestígios da guerrilha, sumindo inclusive com os órfãos do conflito. Há informações que levam ao desaparecimento de oito crianças pelas mãos de militares. Os indícios mais fortes rondam três casos.
Lia, o mais forte deles, ao ser entregue por dois homens que se apresentaram como autoridades (um como delegado e o outro como militar) ao orfanato Lar de Maria, um centro espírita no bairro São Brás, em Belém, em junho de 1974, tinha o corpo cravejado de picadas de mosquito e estava esquálida. A instituição, à época, era dirigida por um coronel do Exército, Oli de Castro, seu fundador.
Pelos fragmentos de história que chegam a Lia, antes a dupla teria tentado internar o bebê numa creche conhecida por Berço de Belém, da igreja católica, no mesmo bairro, mas as freiras que geriam a instituição não aceitaram o inusitado pedido.
A criança foi então deixada com o casal Sandoval e Eumélia Martins, que cuidavam do centro espírita e do orfanato, com a promessa de apanhá-la de volta. Nunca mais foram vistos. Afeiçoada ao bebê, Eumélia a registrou clandestinamente como filha do casal no dia 1º de julho de 1974 no cartório mais próximo.
Lia soube que havia sido adotada aos nove anos de idade, mas só em 2009 se interessou pela história ao ler uma reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo. Era o relato de um dos guias dos militares, José Maria Alves da Silva, o Zé Catingueiro, apontando a existência de “um bebê branco” retirado da mãe pelos militares e que poderia ser filho de um guerrilheiro.
Arquivo pessoal
Lia e tia Maria Eliana se encontram em restaurante em Brasília
“O relato tinha detalhes parecidos com os da minha vida. Decidi então entrar em contato com o jornal”, diz ela. Os episódios seguintes mudaram a vida de Lia e dos Castro, uma família cearense que há quase duas décadas andava atrás de vestígios do ex-estudante de farmácia e bioquímica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Antônio Teodoro de Castro, quadro do PCdoB, conhecido entre os militantes por Raul, desaparecido no Araguaia.
Traços faciais e DNA
Um a um, ela foi conhecendo os oito irmãos de Raul. Primeiro a advogada Mercês, depois Maria Eliana, Paulo, Roberto, Vitória, Socorro, Laura e Sandra. Num restaurante em Brasília, onde se encontrava com Maria Eliana, veio a testemunhar um fato curioso: um amigo da família Castro foi ao encontro de Maria Eliana e, depois de um abraçá-la, estranhou o distanciamento de Lia: “poxa Sandra, você nem me cumprimentou”, disse, dirigindo-se a Lia, que reagiu com certa perplexidade. Lia é parecida com as irmãs do guerrilheiro, mas a semelhança mais notável é com Sandra, com a qual foi confundida em outras ocasiões.
Em 2010, Lia decidiu tirar a limpo sua história. Um primeiro teste, de comparação dos detalhes faciais com as tias tornaria desnecessário prosseguir a investigação, mas ela aceitou fazer um teste de DNA. O laudo apontou 90% de coincidências entre seu código genético e os de seis de seus tios. Os outros 10% poderiam ser eliminados se os restos mortais de Raul fossem encontrados.
“Não temos dúvida de que a Lia é filha de nosso irmão”, afirma Maria Eliana. Para confirmar oficialmente a paternidade, ela solicitou que a Comissão de Mortos e Desaparecidos da Secretaria Especial de Direitos Humanos (CMD-SEDH) faça o mesmo teste através do banco de sangue de familiares de desaparecidos.
O pedido, encaminhado numa petição de 24 páginas assinada pelo ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto e pela advogada Camila Gomes de Lima, ao qual o IG teve acesso com exclusividade, pode desvendar o último segredo da história de Lia.
Filha da guerrilha
“Gostaria de saber quem é minha mãe”, diz ela. “Me falaram que era estrangeira, que se incorporou à guerrilha e que fazia também observações sobre o movimento de pássaros”, afirma. A petição requer três informações: a função e legislação que rege o banco de sangue criado pela SEDH; o resultado dos exames de amostras de sangue deixados por Lia e seus prováveis tios; e, o mais importante, que os mesmos códigos de DNA sejam cruzados com os de familiares de 12 guerrilheiras desaparecidas que conviveram com Antônio Teodoro de Castro durante o período em que ele esteve no conflito, entre 1972 e final de 1974.
Existem muitas lendas sobre o “bebê branco” sequestrado pelos militares. A primeira, a de que seria filha de Raul com uma moça da região, conhecida por Regina; a segunda, a de que seria resultado do romance do guerrilheiro com a tal estrangeira; e, por último, que seria filho de Raul com uma das militantes do PCdoB que morreram no Araguaia.
Arquivo pessoal
Mercês foi a primeira tia, irmã do pai guerrilheiro, que Lia conheceu
“É plausível que a Lia seja filha de Theó (com o guerrilheiro era chamado em família) com uma das guerrilheiras. Se não for, pelo menos descartaremos uma das hipóteses”, diz Eliana. “Nos relatos nada é exatamente preciso. Por isso é razoável que se faça o confronto com as guerrilheiras”, afirma a advogada Camila. Ela reclama da morosidade da CMD-SEDH que, segundo afirma, tem adotado uma postura dúbia sobre casos do gênero. As amostras de sangue estão com o órgão há mais de um ano.
A jornalista Myrian Alves, que há duas décadas pesquisa a guerrilha, diz que diante da inconsistência das duas primeiras hipóteses, é mais provável que Lia seja filha de Raul com outra militante do PCdoB.
Porta da esperança
Maria Eliana conta que o coordenador CMD, Giles Gomes, justificou a inércia do governo argumentando que o caso é delicado por envolver a privacidade de familiares e sugeriu a alternativa de quem não quer incômodo: que as amostras sejam colhidas depois de uma negociação com parentes das guerrilheiras. A sugestão foi aceita.
Nunca deixei de buscar os meus pais verdadeiros. O que me contaram é que fui arrancada dos braços de minha mãe na prisão. Agora que sei quem é meu pai, um homem de caráter e idealista, vou ajudar a encontrá-lo. Quero dar a ele um enterro digno
O requerimento dos advogados é uma primeira tentativa de convencer o governo federal a cumprir sua obrigação, prevista na Constituição e nos tratados internacionais. O documento foi protocolado no dia 1º de abril, mas mesmo que a lei determine resposta em até cinco dias, até hoje a CMD não respondeu.
Caso a demora persista, a família de Raul pretende recorrer à mesma Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da ONU, que já condenou o estado brasileiro por graves violações no caso da Guerrilha do Araguaia. Ela seguiria o precedente adotado num caso semelhante pela família Maria Mascarena Gelman, no Uruguai, que recorreu a CIDH e obrigou o governo de seu país a identificar seus pais.
Lia viveu por 30 anos o mistério de sua origem, mas só decidiu mergulhar mesmo na busca depois que seus pais adotivos morreram. Ela guardou segredo sobre os contatos com os prováveis tios por mais de um ano e só aceitou fazer o teste de DNA depois que Sandoval faleceu, em 2010, aos 89 anos. Antes, quando tinha 16, um dos seis irmãos da família adotiva, Paulo, chegou a sugerir que procurasse o apresentador Silvio Santos e levasse sua história para o quadro Porta da Esperança, do SBT. Desistiu ao perceber que Sandoval se sentira constrangido e inseguro.
Arrancada da mãe
“Meu pai adotivo me amou muito e tinha medo de me perder. Também o amo e decidi então que enquanto vivesse não tocaria no assunto. Mas nunca deixei de buscar os meus pais verdadeiros. O que me contaram é que fui arrancada dos braços de minha mãe na prisão. Agora que sei quem é meu pai, um homem de caráter e idealista, vou ajudar a encontrá-lo. Quero dar a ele um enterro digno”, diz.
Lia é uma mulher simples, mas sua visão de mundo é de uma objetividade e resignação raras para quem a vida não para de provocar os sobressaltos. Durante as buscas pelo pai verdadeiro, apaixonou-se pelo também microempresário Márcio Carneiro, dono de uma empresa de capacitação de recursos humanos em Catalão. Do casamento, nasceu Cecília, a neta do guerrilheiro que, por um daqueles golpes do destino, depois de uma luta paralela travada pelo casal, faleceu de leucemia aos 14 meses de idade em 2011.
Ao seu tempo
“Minha história é forte, mas tenho preparo espiritual. Fui criada dentro de um centro espírita e sei que tudo vai acontecer no seu tempo” diz, resignada. “A Lia é um a dádiva”, afirma Maria Eliana, emocionada com as descobertas.
A busca pela mãe, mais uma luta, é um mosaico cujas peças já teriam sido juntadas ou descartadas se não fosse a negligência do Estado brasileiro e do PCdoB. A família encaminhou à SEDH uma lista de doze guerrilheiras que conviveram com Raul até este ser preso e fuzilado em 1974.
Não temos dúvida de que a Lia é filha de nosso irmão.
O pedido prioriza os testes de DNA com familiares de cinco guerrilheiras: Sueli Yomiko Kanayama; Lucia Maria de Souza, conhecida por Sônia; Luiza Augusta Guarlippe, a Tuca; Dinalva Conceição Teixeira, a Dina – guerrilheira mais famosa do Araguaia –; e Telma Regina Cordeiro Correa, cujo apelido, Lia, por coincidência, foi um dos prenomes de batismo da órfã que chegou ao Lar de Maria.
Como segunda opção, foram incluídas na lista encaminhada a SEDH os nomes das guerrilheiras Maria Célia Corrêa, Helenira Rezende de Souza Nazareth, Jana Moroni Barroso e Walkiria Afonso da Costa, fuzilada em 25 de outubro de 1974, a última personagem da guerrilha capturada viva e executada pelos militares.
Os casos Osvaldão e Dina
O esclarecimento do caso Lia deve levar os familiares a pressionar pela busca de outras crianças desaparecidas no Araguaia. Um deles é conhecido como o caso do “menino negro”, de três anos de idade, cujos relatos apontam para a possibilidade de tratar-se de mais um filho de Osvaldo Orlando da Costa, o Osvaldão, um militante de dois metros de altura, militar, engenheiro, lutador de boxe e o mais caçado dos guerrilheiros. Foi também o que mais laços – amorosos e de amizade – criou com os camponeses da região. Chegou lá em 1966 como dono de garimpo e mariscador (caçador que vende pele de animais) e, como Dina, faz parte das lendas do Araguaia.
O suposto filho de Osvaldo, segundo os moradores, teria sido retirado da mãe, Maria Castanheira, em Araguarina, e nunca mais foi visto. Da mesma cidade teriam sido levadas outras crianças, entre elas Lia. Abalada pela perseguição, Maria teria morrido “dos nervos”, segundo relato de camponeses. “José Reis, um dos oficiais que estiveram no comando da repressão no Araguaia me contou que o filho de Osvaldo foi adotado por um militar que o levou para Fortaleza”, conta jornalista Myrian Alves. O menino, segundo ela, chama-se Giovani e seu desaparecimento é amplamente conhecido na região.
O outro caso envolve Dina. Ao ser presa por Curió em julho de 1974, junto com Tuca, dizem os moradores, ela estava grávida e, antes de ser executada, teria dado a luz a uma menina. Os pesquisadores dizem que os casos dos bebês e crianças desaparecidas no Araguaia fazem parte de uma história oral, sem documentos de comprovação. Os rastros podem estar em orfanatos – como o de Belém –, destinos frequentes de órfãos de oponentes executados pelas Forças Armadas ao longo dos conflitos ocorridos no Brasil. Fonte: IG

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