sexta-feira, 28 de junho de 2013

Divulgadores da Telexfree fazem carreata em Vitória

Manifesto é contra a decisão da Justiça suspender atividades da empresa.
Ministério da Justiça anunciou a abertura de processo contra a Telexfree.                                                                          Divulgadores da Telexfree saíram em carreata em Vitória para defender a empresa e protestar contra decisão da justiça. (Foto: Leandro Nossa/G1 ES)  Dezenas de divulgadores da Telexfree saíram em carreata no início da tarde desta sexta-feira (28), em Vitória, para protestar contra a decisão da justiça do Acre, que suspendeu pagamentos e novas adesões à empresa. Eles saíram da Praça dos Namorados, na Praia do Canto, seguiram pela avenida Dante Michelini e retornaram em direção à sede da empresa, na avenida Nossa Senhora dos Navegantes, na Enseada do Suá. A manifestação durou cerca de uma hora. Segundo os divulgadores, a intenção é defender a empresa. O Ministério da Justiça informou, nesta sexta-feira (28), que o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) da Secretaria Nacional do Consumidor também instaurou um processo administrativo contra a empresa.    No último dia 18, a juíza Thaís Borges, da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, noAcre, julgou favorável a medida proposta pelo Ministério Público do Estado do Acre  para suspender as atividades da Telexfree. Com a decisão da juíza, foram suspensos os pagamentos e a adesão de novos contratos à empresa de marketing multinível Telexfree até o julgamento final da ação principal, sob pena de multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento e de R$ 100 mil por cada novo cadastramento. A magistrada afirma que a decisão não configura o fim da empresa, apenas suspende suas atividades durante o processo investigativo.

O divulgador Ralf Coutinho, que participou da carreata em Vitória, trabalha com a Telexfree desde agosto de 2012 e é contra a decisão da justiça. “Estamos defendendo a empresa em uma manifestação pacífica, porque achamos a decisão da juíza um tanto insana. Cada um tem uma história para contar. Temos cerca de 1,5 milhão de divulgadores querendo voltar a trabalhar e uma pessoa impede isso. Nunca deixei de receber em dia da empresa”, disse.
Ministério da Justiça investiga o caso
O Ministério da Justiça informou nesta sexta-feira (28) que o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) da Secretaria Nacional do Consumidor instaurou processo administrativo contra a Telexfree por indícios de formação de pirâmide financeira. Segundo o ministério, a empresa estaria ofendendo os princípios básicos do Código de Defesa do Consumidor, como o dever de transparência e boa-fé nas relações de consumo, além de veiculação de publicidade enganosa e abusiva. Caso seja confirmada a violação aos direitos e garantias previstos no Código de Defesa do Consumidor, a empresa poderá ser multada em mais de R$ 6 milhões, segundo o governo.

Procurado pelo G1, o advogado da empresa, Horst Fuchs, negou qualquer ocorrência de fraude ou prática de pirâmide financeira. "Vamos nos defender e colaborar com todas as investigações, como sempre fizemos, para mostrar que o que a Telexfree faz não é pirâmide e sim marketing de rede", disse o advogado. "Já faz um ano que a empresa está sendo investigada, mas a questão é que não há no país uma legislação que trate de marketing de rede. Por isso, exortamos que o Congresso legisle sobre esta matéria", acrescentou. Fonte :G1e TV Gazeta             

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Após 6 horas de reunião com Dilma, base diz que apoiará plebiscito

Líderes aliados descartaram referendo, consulta defendida pela oposição.
Renan Calheiros defendeu que novas regras possam valer em 2014.A presidente Dilma Rousseff concluiu nesta quinta-feira (27) uma jornada de reuniões que durou cerca de seis horas – primeiro com líderes da base aliada no Senado, e em seguida, com lideranças da Câmara – sobre a realização de um plebiscito para a reforma política. Os parlamentares deixaram o Palácio do Planalto declarando apoio à iniciativa.

Dilma Rousseff e ministros em reunião com líderes do Senado e da Câmara no Palácio do Planalto (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Dilma e ministros em reunião com líderes do Senado e da Câmara (Fotos: Roberto Stuckert Filho/PR)
Dilma recebeu pela manhã os presidentes de dez partidos que compõem a base aliada do governo no Congresso. A partir das 15h15, reuniu-se com os líderes do Senado e, às 18h30, com as lideranças da Câmara. Acompanharam a presidente os ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.
O líder do governo da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse após a reunião que os deputados da base estão unidos em torno da realização de um plebiscito, mas evitou afirmar se a intenção dos parlamentares é fazer com que a reforma política valha já para 2014. “Queremos aguardar a resposta do Tribunal Superior Eleitoral”, disse.
“O tema da reforma política surgiu. Todos nós valorizamos sem exceção a importância de uma consulta popular, e quando confrontada a ideia de um plebiscito e a ideia de um referendo, por unanimidade, nós fechamos unidade em torno de um plebiscito”, disse o petista.
ENTENDA O PLEBISCITO E A REFORMA POLÍTICA
plebiscito é a convocação dos eleitores do país para aprovar ou rejeitar questões relevantes antes da existência de legislação. Assim, a população diz se quer ou não a aprovação – se quiser, o Congresso elabora a lei. Leia mais
reforma política é um conjunto de propostas debatidas no Congresso Nacional para tentar melhorar o atual sistema eleitoral e político brasileiro. Entre os temas estão sistema eleitoral, financiamento eleitoral e partidário, coligações, alteração das datas de posses, entre outros. Leia mais
 O plebiscito é a convocação dos eleitores do país a aprovar ou rejeitar questões relevantes antes da existência de lei ou do ato administrativo. Assim, a população diz se quer ou não que ele seja aprovado. O referendo, defendido pela oposição, também é uma consulta popular, mas é convocado depois que o ato já foi aprovado, cabendo ao povo ratificar ou rejeitar a proposta.
Líderes do PMDB, PT, PSB e PR participaram da entrevista à imprensa concedida após a reunião e reforçaram que vão defender a ideia de consulta popular por meio de plebiscito. “Houve uma convergência sobre um ponto, que a consulta popular se dará na forma de plebiscito. O tempo que levará para esse plebiscito ser feito é uma decisão que vamos levar à bancada e o Congresso soberanamente vai decidir”, afirmou o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ).
O líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE), disse que os partidos aliados também vão se esforçar para aprovar medidas no Congresso que melhorem os serviços públicos, como saúde, educação e transportes. “Primeiro [ficou fixado] nosso entendimento de fazer de tudo por essa mobilização nacional para melhorar os serviços públicos. Sobre o plebiscito, o que é importante destacar é que todos os líderes da base aprovam a ideia de fazer a consulta popular através de plebiscito”, disse.
O líder do PR, deputado Anthony Garotinho (RJ), também defendeu fazer a reforma política ouvindo população por plebiscito e não referendo. “Quero reafirmar tudo o que foi dito aqui, do nosso apoio ao plebiscito. O referendo só cabe para algo que já existe.” A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, também destacou a “unidade” dos partidos em torno das propostas apresentadas pela presidente Dilma Rousseff para responder às manifestações. “Acho que há um sentimento muito claro que vem das ruas. Estamos nos articulando para, no menor prazo possível, dar resposta concreta para aquilo que as ruas apresentarem. Esta é a resposta de um longo dia de reuniões e debates. É a resposta ao sentimento que está vindo das ruas.”

Senadores da base aliada que se reuniram durante a tarde com a presidente Dilma deixaram o Planalto dizendo que irão organizar as bases do plebiscito.
O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), afirmou que caberá à Casa legislativa ajustar as perguntas da consulta popular. Braga informou haver unanimidade entre os líderes sobre o procedimento do plebiscito e que os parlamentares farão amplo debate sobre as propostas.
“Esse balizamento das perguntas é da iniciativa e da competência, obviamente, do Senado. Mas nós gostaríamos de poder ter uma coordenação dos partidos políticos, da Presidência da República, das lideranças do Senado, para que nós possamos encaminhar um balizamento absolutamente tranquilo para que a população possa de forma democrática se manifestar em torno desse plebiscito”, declarou.
Já o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que com o plebiscito será mesmo possível contornar a regra que obriga as mudanças no processo eleitoral só valerem se forem aprovadas com ao menos 12 meses de antecedência. Assim, mesmo que a reforma seja aprovada depois de outubro, para Renan, é possível que as regras já valham para 2014.
“Se o resultado do plebiscito mandar excepcionalizar a regra constitucional, isso pode ser feito por proposta de emenda à Constituição. É evidente que se o plebiscito disser que a reforma pode ser feita sem levar em consideração o prazo constitucional, isso vai ser feito”, disse Renan. Fonte: G1

Brasileiros sobrevivem a inundações que mataram mais de 800 no Himalaia

Inundações ocorrem em local de difícil acesso; montanhas ainda abrigam centenas de pessoas isoladas (Foto: BBC)Alguns tiveram que caminhar por dois dias entre as montanhas até serem resgatados.                                            Dez brasileiros sobreviveram às fortes inundações que atingem a região da Cordilheira do Himalaia, no norte de Índia, há 11 dias, e já deixaram mais de 800 mortos - na maior tragédia do tipo dos últimos 80 anos no país.

Cinco turistas brasileiros que viajavam com um grupo de cerca de 40 estrangeiros, a maioria americanos e canadenses, foi surpreendido pela violência dos rios na região montanhosa.
De acordo com Vineet Khare, repórter do Serviço Indiano da BBC que chegou à região e entrevistou membros do grupo, eles conseguiram se refugiar e sobreviver à força das águas e depois caminharam rumo ao local de onde helicópteros fizeram o resgate.
'Eles presenciaram a força dos rios, a violência da correnteza. Foi um milagre terem sobrevivido', diz, acrescentando que o grupo foi à região em busca de cursos de yoga e meditação.
'Foi realmente um milagre. Foi muito difícil para todos (ao perceber que) teríamos que caminhar até o outro lado da montanha para chegar até os helicópteros', disse à BBC o colombiano Luis Henao, que estava no grupo. 'Estamos muito agradecidos às organizações locais e ao governo indiano. O rio estava vindo na nossa direção, e recuou para o outro lado, foi inacreditável.'
Proporções épicas
O norte da Índia é notório pela grande quantidade de ashrams, espaços de retiros espirituais, estudo de meditação e aulas de yoga, entre outras práticas.
Em entrevista à BBC Brasil, uma diplomata da Embaixada do Brasil em Nova Déli disse que outros três irmãos brasileiros estavam na região e, após sobreviverem à passagem das águas, tiveram que andar por dois dias atravessando as montanhas até serem resgatados por helicópteros.
Além deles, um casal que estava num ashram de Rishikesh relatou ter passado momentos de preocupação, com cortes de energia e o clima generalizado de tensão. No entanto, como o local não foi atingido diretamente pelas inundações, os dois resolveram permanecer no retiro.
A diplomata explicou que a tragédia é realmente de proporções épicas e que alguns aspectos têm tornado o resgate cada vez mais difícil. Segundo a representação diplomática brasileira, ainda há regiões completamente isoladas. 'Muitas pessoas estão presas, e certamente há muitos corpos soterrados.'
Ela explicou que nesta época do ano a região do Himalaia, que abriga uma série de importantes templos hindus e budistas, recebe a visita de milhares de peregrinos indianos e estrangeiros, e que as monções (chuvas sazonais), que geralmente chegam ao norte do país em julho, atingiram a região mais cedo neste ano, e com uma violência não vista há muitas décadas.
O Itamaraty não divulgou os nomes dos sobreviventes.
Cremações e mau tempo
Nesta quinta-feira o governo indiano começou a cremar dezenas dos mais de 800 corpos das vítimas fatais da tragédia e confirmou que ao menos 100 mil pessoas já foram retiradas das montanhas.
Em um sinal da dificuldade das operações de resgate no local, na última terça-feira muitas pessoas que estavam sendo resgatadas em um helicóptero morreram quando a aeronave caiu devido a uma tempestade.
A previsão de mau tempo e neve em alguns dos pontos da cordilheira devem dificultar ainda mais os trabalhos das equipes de emergência.Fonte: G1

Senado dos EUA aprova projeto abrangente para imigração

Por Richard Cowan e Thomas Ferraro
WASHINGTON, 27 Jun (Reuters) - O Senado dos EUA aprovou na quinta-feira um importante projeto que abre caminho para legalização de milhões de estrangeiros em situação clandestina, mas o presidente da Câmara alertou que o texto não tem chance de aprovação entre os deputados.
Numa rara demonstração de bipartidarismo, o Senado, controlado pelos democratas, aprovou o projeto por 68 x 32 votos, o que incluiu o voto favorável de 14 dos 46 republicanos.
Mas antes mesmo da votação do presidente da Câmara, John Boehner, havia enfatizado que os republicanos irão apresentar um projeto próprio, que "reflita o desejo da nossa maioria" no sentido de impedir a concessão de cidadania a estrangeiros que hoje estão irregularmente nos EUA.
O projeto que tramitará na Câmara provavelmente dará grande ênfase à segurança na fronteira e a detecção de imigrantes que tenham permanecido no país sem um visto válido. "A reforma imigratória precisa estar assentada sobre a verdadeira segurança da fronteira", disse Boehner.
A votação no Senado ocorreu diante de uma galeria lotada de partidários da reforma, incluindo mais de cem filhos de imigrantes ilegais.
O presidente Barack Obama elogiou o projeto, que segundo ele consegue equilibrar uma rigorosa segurança fronteiriça com um caminho para uma "cidadania conquistada" para estimados 11 milhões de indocumentados. "Hoje o Senado fez o seu trabalho. Agora cabe à Câmara fazer o mesmo", disse Obama em nota.
Na última década, houve várias tentativas de reformar a lei migratória de 1986, permitindo que os EUA tenham mais acesso à mão de obra estrangeira. Grupos empresariais e sindicais se puseram de acordo sobre o novo sistema de vistos, mas houve forte polêmica sobre a necessidade de controlar melhor a fronteira, e sobre o prazo que os indocumentados terão de esperar antes de poderem legalizar sua situação e pleitear cidadania.
Ao contrário do que ocorre no Senado, os republicanos têm maioria na Câmara, e dificilmente aceitarão uma reforma imigratória abrangente - o que é uma das prioridades do governo Obama.
Na quarta-feira, para garantir o apoio da oposição, os senadores já haviam aprovado uma emenda que previa gastos de 46 bilhões de dólares em dez anos para a segurança na fronteira dos EUA com o México, com a contratação de 20 mil novos agentes e a conclusão das obras de uma cerca de quase 1.200 quilômetros.

(Reportagem adicional de Rachelle Younglai e Caren Bohan) Fonte:Reuters Brasil

Economia

BC baixa previsão de crescimento do PIB de 2013 para 2,7%
BC baixa previsão de crescimento do PIB de 2013 para 2,7%
Mercado financeiro vê crescimento um pouco menor, de 2,46%, neste ano. (Foto divulgação)Clique para ampliar a imagem
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Mercado financeiro vê crescimento um pouco menor, de 2,46%, neste ano.
Ministro da Fazenda, Guido Mantega, vê PIB 'caminhando' para alta de 3%.


O Banco Central baixou nesta quinta-feira (27), por meio do relatório de inflação do segundo trimestre deste ano, sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 3,1% para 2,7%. Em 2012, a expansão do PIB foi de 0,9%.

A previsão do BC para a expansão do PIB de 2013 está um pouco acima do que estima o mercado financeiro, cuja expectativa de alta, feita na semana passada, é de 2,46% para este ano. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou nesta quarta-feira (26) que vê o crescimento da economia brasileira neste ano "caminhando" para uma alta de 3%.

A peça orçamentária deste ano, aprovada pelo Congresso Nacional e revisada pelo governo federal em maio, traz a estimativa de que o PIB de 2013 terá um crescimento da ordem de 3,5%. Entretanto, o próprio ministro Mantega informou que este valor não deverá ser atingido e que deverá ser revisado para baixo em julho deste ano.

Avaliação do BC
"A atividade econômica continua se expandindo e tende a convergir para trajetória de crescimento mais alinhada com o potencial. Indicadores de atividade relativos ao segundo trimestre de 2013 sugerem continuidade desse processo de expansão, sustentado pela retomada do produto industrial, com repercussões sobre o setor de serviços; pelo desempenho da produção agrícola; pela continuidade da expansão do consumo das famílias, favorecida pelos programas de transferência de renda e pelos ganhos de renda real; e pelas perspectivas favoráveis para o investimento", informou o Banco Central no relatório de inflação divulgado hoje.

Medidas de estímulo
No decorrer do ano passado, o governo anunciou uma série de medidas para estimular a economia, como a redução do IPI para linha branca e automóveis, além do corte dos juros básicos da economia, do aumento do dólar e da redução em mais de R$ 100 bilhões dos chamados depósitos compulsórios.

O governo também reduziu, no ano passado, o IOF para empréstimos tomados pelas pessoas físicas, deu prosseguimento à desoneração da folha de pagamentos, que já conta com mais de 40 setores beneficiados, liberou mais crédito para os estados, anunciou um programa de compras governamentais de R$ 8,4 bilhões, e também tomou medidas de defesa da concorrência.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou ao G1 no fim do ano passado que, após as medidas de estímulo anunciadas no ano passado, 2013 será um "ano de colheita" em termos de crescimento do PIB. Para crescer mais neste ano, integrantes do governo têm avaliado que é importante estimular os investimentos na economia brasileira.



Fonte: Portal G1

IPI de móveis e linha branca subirá menos que o previsto, diz Mantega

Alíquotas serão elevadas em relação ao patamar atual, informou ele.
Mas ficarão abaixo da alíquota 'normal'; ministro espera preço estável.IPI 27.06 (Foto: Editoria de Arte/G1)O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira (27) que o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) dos produtos da linha branca e dos móveis, reduzido no ano passado, terá alta abaixo da prevista em julho.

A previsão, anunciada em dezembro, era que os produtos voltassem a ter as alíquotas originais a partir da próxima segunda-feira. O governo, no entanto, vai "fatiar" essa alta, com uma elevação menor do IPI até setembro.
"A partir de setembro, vamos ver. A ideia é a recomposição das alíquotas [para o patamar normal]. Podemos calibrar o tempo disso dependendo da arrecadação, da inflação e das vendas do setor. Por enquanto, está definido que está alíquota vale para setembro. Provavelmente, em setembro vamos elevá-la para o patamar normal", disse Mantega.
Em dezembro do ano passado, o governo federal anunciou um reajuste gradual das alíquotas do IPI  de produtos da linha branca (com exceção de máquinas de lavar, que permanece em 10%) no decorrer deste ano.
IPI da linha branca
Para fogões, por exemplo, a alíquota de IPI, que estava em zero no ano passado, subiu para 2% em fevereiro e a programação é que ela avançaria para 4% a partir de julho deste ano, ou seja, já na próxima segunda-feira (1). Neste caso, porém, ela subirá para 3% entre julho e setembro deste ano.
No caso de geladeiras e refrigeradores, a alíquota era de 5% até o fim de janeiro, passou para 7,5% em fevereiro e a programação é que ela seria elevada para 15% a partir de julho. Entretanto, segundo informou o ministro da Fazenda, ela será elevada para 8,5% até setembro deste ano.
Para os tanquinhos, o IPI estava em zero no ano passado, subiu para 3,5% em fevereiro e, em julho passaria para 10%. Entretanto, a alíquota subirá para 4,5% até setembro deste ano Móveis
No caso dos móveis e painéis, a alíquota, que estava em zero até o fim de janeiro, subiu para 2,5% em fevereiro e a previsão é que subiria, no cronograma original, para 5% a partir de julho. Entretanto, Mantega informou que ela avançará para 3% entre julho e setembro.
Para laminados (PET, PVC e alta resistência), a alíquota do IPI estava em zero até o fim de janeiro, subindo para 2,5% em fevereiro e a programação original é de que avançaria para 15% a partir de julho. Entretanto, segundo anunciou o ministro Mantega, ela subirá para 3% entre julho e setembro.
Para luminárias e lustres, a alíquota estava em 5% até o fim de janeiro, subindo para 7,5% desde fevereiro e, a partir de julho, a previsão é de que voltaria para a alíquota normal de 15%. Neste caso, porém, a alíquota avançará para 10%, informou o Ministério da Fazenda, até setembro de 2013.
No caso do papel de parede, a alíquota normal de 20% caiu para 10% até junho, e passará para 15% entre julho e setembro deste ano.
Preços ao consumidor
Guido Mantega, que conversou na manhã desta quinta-feira com representantes do varejo, informou que a ideia é que não haja aumentos de preços para os consumidores.
"Eu conversei com o setor. Trocamos ideia sobre o impacto destas medidas e a conversa evoluiu no sentido de que [o setor] vai procurar absorver este aumento de tarifas para que o preço [ao consumidor] não se eleve. Tanto o varejo quanto o setor produtor farão esforço para acomodar estas alíquotas para não prejudicar as vendas", declarou Mantega.
Ele disse ainda que o setor se queixou de aumentos de custos de insumos, como aço e madeira, e informou que ficou de estudar como impedir que ocorra um aumento nos preços dos componentes para a produção e para o preço ao consumidor final.
Com a medida, o governo espera arrecadar R$ 118 milhões a mais entre julho e setembro, em relação ao patamar de receitas esperado sem o aumento das alíquotas. Mantega tem reiterado que a meta ajustada de economia para pagar juros (superávit primário) de 2,3% do PIB neste ano, ou R$ 110,9 bilhões, será atingida. Fonte :G1

terça-feira, 25 de junho de 2013

Morador e policial do Bope morrem durante confronto na Maré, Rio

Outras 5 pessoas também foram baleadas e encaminhadas para hospital.
Moradores da comunidade passaram parte da madrugada na rua.    Além do sargento do Batalhão de Operações Especiais (Bope), um morador também morreu durante um confronto no Conjunto de Favelas da Maré, no Subúrbio do Rio, na segunda-feira (24).  A vítima, identificada como Eraldo Santos da Silva, de 41 anos, foi atingida na cabeça. Outras cinco pessoas também foram baleadas e encaminhadas para o Hospital Federal de Bonsucesso, conforme mostrou o Bom Dia Rio desta terça-feira (25). O sargento da PM, Ednelson Jerônimo dos Santos, de 42 anos, estava há 17 na corporação. O tiroteio aconteceu durante uma operação que tinha o objetivo de buscar suspeitos que fizeram um arrastão na Avenida Brasil após o fim de um protesto em Bonsucesso, também no Subúrbio da cidade. Os criminosos roubaram pedestres em passarelas e pontos de ônibus.

Quatorze suspeitos foram detidos, entre eles, cinco menores.
Sem ter para onde ir, moradores que chegavam do trabalho, passaram parte da madrugada na rua. Eles só voltaram para casa quando a situação acalmou. A todo momento policiais paravam veículos e faziam revistas. "O que eu mais quero é dormir e acordar em paz" , desabafou a cabelereira Valdelúcia da Silva.
Vias fechadas
Durante o protesto, os criminosos fecharam por alguns minutos a Avenida Brasil, na altura de Manguinhos. O grupo jogou pedras nos carros e montou pequenas barricadas com pilhas de lixo e ateou fogo em caixotes, para tentar impedir o tráfego de veículos. 
Houve tiroteio, mas segundo a PM, não houve registro de reclamações de roubos e furtos. Motoristas que estavam no local tentaram retornar pela contramão com medo do confronto.Fonte:G1

domingo, 23 de junho de 2013

'Integrantes' do Telexfree festejam liberação pela Justiça com carreata em Campo Grande


A decisão deve ser publicada na segunda-feira (24), quando a empresa poderá retomar normalmente os trabalhos.  A Justiça do Acre reverteu decisão que proibiu a atuação da Telexfree no território brasileiro, e os divulgadores da empresa realizam carreata em Campo Grande para comemorar a decisão. A realização de novos cadastros e movimentações financeiras da Telexfree estava bloqueada desde terça-feira (18).
 
 
A empresa estava proibida de atuar por decisão liminar da juíza da 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, Thaís Queiroz Borges de Oliveira Abou Khallil, que também bloqueou os bens dos diretores da empresa. Os advogados da Telexfree entraram com agravo de instrumento na 2ª Câmara Cível da justiça acreana, que concedeu a liminar ontem (21). A decisão deve ser publicada na segunda-feira (24), quando a empresa poderá retomar normalmente os trabalhos.
 
 
'Integrantes' do Telexfree festejam liberação pela Justiça com carreata em Campo Grande
Como forma de comemorar a decisão, mais de 500 divulgadores da Telexfree realizam carreata pelas ruas de Campo Grande. O movimento teve início no bairro Panamá, seguiu pela avenida Afonso Pena, depois pela rua Ceará até a saída de Cuiabá e terminou no bairro Columbia, com a entrega de 400 cestas básicas para pessoas carentes.
 
 
“Estamos muito contentes, mas ainda na expectativa da publicação da decisão judicial, para podermos trabalhar normalmente”, comentou Macksom Vianna, líder da equipe Águia e um dos organizadores do evento.
 
 
Segundo Vianna, mais de 500 divulgadores estão participando da carreata, que teve início às 13h30 deste sábado (22) e acabou por volta das 16h.
 
 
Em Mato Grosso do Sul, são cerca de 20 mil divulgadores da Telexfree, agregados em cerca de 900 líderes.
 
 
Planos
 
Com o tumulto jurídico envolvendo a empresa, a Telexfree anunciou a parceria com a Mapfre Seguradora, uma das maiores empresas do ramo no mundo. O contrato entre as duas prevê ressarcimento aos divulgadores em casos extremos, como “quebra” da Telexfree. “A empresa mostra que é uma empresa séria”, comemorou Vianna.
 
 
A Telexfree também deve aumentar em breve sua área de atuação. A empresa comprou uma concessão que permite a venda de telefonia fixa, internet e TV a Cabo. O novo empreendimento foi batizado de VoxBras. fonte: Cenariomt.com.br 
 

Marina Silva: protestos deixam Senado com medo de votar lei dos partidos

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva disse neste sábado, em Foz do Iguaçu (PR), que os protestos que se espalharam pelo País nas últimas semanas inibiram parte do Congresso Nacional de votar a lei dos partidos, que dificulta a criação da nova sigla da ex-senadora, a Rede Sustentabilidade. "O efeito das manifestações pode sim estar influenciando os senadores, inibindo aqueles que não gostam de fazer as coisas nas praças, gostam de fazer segredo de alcova", afirmou
.A ex-senadora e ex-candidata à presidência disse que a população se revoltou com os políticos que 'fazem mais do mesmo' Foto: Angela Chagas / Terra
Marina Silva se referiu ao adiamento da votação da medida, na última semana, assim como da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 37), que limita os poderes de investigação do Ministério Público. "Estão com medo de votar a lei da mordaça, que é essa lei dos partidos, e a PEC que tira os poderes do MP", afirmou a ex-ministra, que ainda evitou falar sobre benefícios que os protestos podem trazer para uma possível candidatura à presidência no ano que vem. A líder ambiental afirmou que alerta há mais de três anos sobre o momento em que a indignação manifestada no mundo virtual transbordaria para o real. "Uma manifestação como essa não é para ser privatizada para um grupo ou outro. É para ser vista como grande contribuição para o Brasil", disse em entrevista à imprensa antes de sua palestra no Fórum Mundial de Meio Ambiente. Segundo ela, é preciso ter a humildade de perceber que a população não quer ser espectadora da política, e sim protagonista.
"Essas mobilizações são legítimas e não podemos, por causa de uma meia dúzia que faz atos isolados de violência, ignorar os milhões que dizem qual é o Brasil que querem agora e no futuro", disse ela, ao reforçar que a população está cansada dos partidos que fazem política apenas para manter o poder. 
Ao subir ao palco do evento para falar sobre sustentabilidade, novamente Marina lembrou os protestos e foi ovacionada pelos cerca de 400 empresários e ambientalistas presentes. "Acabou aquele modelo em que os políticos faziam mais do mesmo e estava tudo bem. Quando eu dizia para as pessoas sobre a criação da Rede, que seria uma espécie de cavalo de tróia, ninguém entendia. Mas agora estão compreendendo que é uma tentativa de atualização desse processo político desgastado, atendendo esse novo mundo que não quer mais a lógica do poder pelo poder".
No entanto, ela tentou minimizar a ausência da pauta ambiental nas manifestações e disse que todos que defendem um mundo mais sustentável estavam no protesto, mas que a demanda mais urgente da população hoje é acabar com a corrupção e mudar a política. "Não vejo de forma apartada. Os 84%, segundo a pesquisa do Datafolha, que foram contra o Código Florestal estão nas ruas protestando por aquilo que é mais imediato".
A ex-candidata também aproveitou para criticar a gestão da presidente Dilma Rousseff, ao afirmar que um modelo político com 39 ministérios não atende mais aos anseios do País, embora tenha negado assumir o papel de candidata. "Não vou antecipar eleição. Quando saí da campanha (presidencial) em 2010, disse que não iria assumir a cadeira cativa de candidata". 
Após um discurso catedrático, com citações de filósofos e até do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ela aproveitou para brincar sobre o jogo do Brasil contra a Itália, que acontecia no mesmo momento da palestra. "A minha assessora disse, quando estávamos vindo: Marina, a sua apresentação está marcada para o mesmo horário do jogo. Se fosse em outros tempos, não teria ninguém acompanhando, mas por aqui posso ver que as coisas realmente mudaram", bricou ao se referir à plateia lotada que não se importou em perder o clássico do futebol pela Copa das Confederações. Fonte:Terra

Quina especial de São João sorteia prêmio de R$ 90 milhões

Sorteio será na segunda-feira e aposta mínima é de R$ 0,75                                                                                 

A Quina fará um sorteio com prêmio de R$ 90 milhões para quem acertar cinco dezenas nesta segunda-feira. O sorteio será em Jacutinga, Minas Gerais.
No último sorteio ninguém acertou os cinco números e R$ 77.017.714,00 foram acumulados. A aposta mínima é de R$ 0,75 para cinco números. A chance de ganhar é de uma em 24 milhões. Com seis dezenas, quando a aposta custa R$ 3, a chance é de uma em 4 milhões. Fonte:IG

Nos EUA, grupo que oferecia "cura gay" pede desculpas e fecha as portas

Em comunicado, a Exodus se desculpou com homossexuais por "anos de pré-julgamentos da Igreja como um todo"                                                                                                                        Foram 37 anos dizendo que a homossexualidade era um desvio. A missão era, até esta quarta-feira (20/06), “ajudar” os gays a reencontrar "o caminho para ser um cristão pleno”. No entanto, a organização Exodus International mudou de ideia, pedindo desculpa pelos tempos de represálias aos casais do mesmo sexo. “Uma nova geração de cristãos está procurando mudanças. Ele querem ser ouvidos”, afirmou à imprensa dos EUA o líder da entidade, Tony Moore.

A Exodus anunciou ontem que vai fechar as suas portas e não irá mais oferecer a “cura gay”, que foi  o carro chefe da organização desde 1976, quando começou a "recuperar" as pessoas. “ Nós fazemos parte de uma comunidade conservadora cristã. Mas nós cessamos e agora queremos vida, um organismo que respira”, disse Moore.

Reprodução Twitter ThinkProgress

A organização Exodus International enfrentou vários protestos por oferecer a "cura gay"

Em um comunicado oficial, a Exodus pediu desculpas aos homossexuais por “anos de pré-julgamentos da Igreja como um todo”.

“É estranho fazer parte de um sistema de ignorância que perpetua e fere o sentimento das pessoas. Hoje é como se eu tivesse acabado de acordar e perceber como é doloroso ser um pecador nas mãos de uma igreja com raiva", afirmou o presidente da Exodus, Alan Chambers, à rede CNN.

Chambers é, inclusive, um dos "curados" pela Exodus. Antes de passar pela entidade, se reconhecia como homossexual. Hoje, com esposa e filhos e só após o fechamento da Exodus, assume que continua a sentir "atração pelos dois sexos".    Fonte: Opera Mundi  

PEC 37 ganha as ruas, mas poucos sabem o que é

Proposta de emenda constitucional é um tema espinhoso juridicamente, mas que nas ruas ganhou status de combate à corrupção. O protesto deste sábado em São Paulo deu de graça aos procuradores da República e promotores a vitória na primeira batalha da guerra em torno da PEC 37, a proposta de emenda constitucional que reforça o poder da polícia como titular exclusivo de investigações penais.

“O Congresso tem de rejeitar. Só depois poderemos negociar o que fazer”, disse o promotor Felipe Locke, presidente da Associação Paulista do Ministério Público.

Leia também: Protesto contra PEC 37 em São Paulo vira ato de oposição ao governo
Durante as quatro horas em que marcharam da Paulista até o centro da cidade, dezenas de milhares de manifestantes entoaram palavras de ordem, exibiram centenas de cartazes e faixas contra a PEC, mas pouca gente sabia exatamente de que se tratava.
“É contra a corrupção e contra a impunidade”, cravou o estudante José Paulo Esteves, que se enrolou quando perguntado sobre como funciona atualmente o aparato de investigações criminais no país. “Não sei os detalhes”, admitiu.
Veja imagens da passeata contra a PEC deste sábado (22):
A presença foi menor que a esperada: cerca de 3 mil pessoas contra 80 mil previstas pela PM. Foto: Futura Press
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A maioria dos entrevistados que participaram da manifestação que terminou com “um abraço” prédio do Ministério Público Estadual, no centro da cidade, não tem intimidade com conceitos de Direito e bateu na mesma tecla, sem saber o que diz a Constituição sobre o papel das instituições e nem como cada uma delas atua atualmente. “Só sei que é contra a corrupção e que devemos apoiar”, acrescentou o professor de história Valdemar Luzardo, que carregava um cartaz em que se lia “Contra a PEC da imunidade”.
“O que a população está percebendo é que a PEC favorece a corrupção e a impunidade. É isso que interessa nesse momento”, disse Locke, que fez um longo mergulho no tempo para tentar explicar sua tese.

Reação: Hostilizados nos protestos, partidos agora recorrem à bandeira da ética 
“Se a PEC for aprovada, voltaremos à Era Vargas e teremos um chefe da polícia mandando no país. Com as investigações nas mãos da polícia, o delegado vai investigar o que quiser ou o governo quiser. Como ele pode ser removido, fará investigações com ausência de transparência e excesso de impunidade”, acredita o promotor.
De autoria do delegado de polícia Lourival Mendes, do PT do B do Maranhão, a PEC 37 é um tema árido para o grosso da população, mas hoje dificilmente seria aprovada no Congresso por causa das manifestações que tomam conta do país. A proposta é, na verdade, uma redundância jurídica porque afirma aquilo que já está na Constituição: polícia investiga, promotor e procurador denunciam e o juiz julga.
O problema é que desde 2007, amparado numa resolução do Conselho Nacional do Ministério Público, a investigação criminal deixou de ser monopólio da polícia. A maioria dos juristas e criminalistas é contra por se tratar de uma norma que não poderia estar acima da Constituição ou das leis. Em São Paulo, o Ministério Público, ajudado pela Polícia Militar, passou a investigar as organizações criminosas, enquanto em nível nacional, os procuradores passaram também a se dedicar ao combate a corrupção, uma atribuição até então exclusiva da Polícia Federal.
Procuradores e promotores aproveitaram os protestos contra a corrupção para levar o tema para as ruas. “Eu gostaria que a PEC 37 fosse votada hoje”, diz o promotor Felipe Locke, com a certeza de que seria rejeitada pela força das manifestações. “Não aceito maniqueísmo”, diz, para afirmar que quem está contra a emenda está do “lado do bem”.
O promotor Artur Magliori vai na mesma linha: “quando investigamos é para o bem da população. No Brasil a corrupção é endêmica. Ou o Ministério Público investiga ou país perde para a corrupção”.
Locke diz que é inaceitável a concentração de poder numa só instituição e que o MP deve ainda controlar a atividade policial. O controle é uma das atribuições legais de procuradores e promotores, que nem sempre o órgão executa. “Eles não deixam”, reclama o promotor ao ser questionado sobre o pífio papel do MP na fiscalização da polícia.
Locke afirma que a tese de que o MP deve ficar fora das investigações é amparada pelo jurista Ives Gandra Martins que, segundo lembra, apoiou o golpe militar de 1964 no Brasil e, mais recentemente, em Honduras.
“O combate a corrupção não pode ficar só nas mãos da polícia”, disse o chefe interino da procuradoria da República em São Paulo, Aureo Lopes, que comemorou o ingresso do tema nos protestos que tem balançado o país.
A oportunista inclusão da PEC 37 nas manifestações de rua silenciou os policiais que lutavam pela aprovação. Como tema é de difícil compreensão popular por mexer filigranas jurídicas, os delegados se recolheram, mas não têm com o que se preocupar: o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), retirou o assunto da agenda e, se nada mudar, pelo menos com base no que diz a Constituição, continuam com a prerrogativa exclusiva de investigar. Nos protestos deste sábado a condenação da PEC rimou com os palavrões contra a corrupção e contra governo e Congresso. Fonte: IG

    sexta-feira, 21 de junho de 2013

    E o salário oOOO!

    Fifa nega que tenha discutido cancelar a Copa das Confederações

    Entidade divulga comunicado informando que não conversou com o Comitê Organizador Local sobre o assunto após manifestações pelo Brasil   A Fifa negou, através de um comunicado divulgado na manhã desta sexta-feira, que tenha discutido a possibilidade de cancelar a disputa da Copa das Confederações por causa dos protestos pelo Brasil nos últimos dias. As informações são da Reuters.

    - Até esta data, nem a Fifa nem o Comitê Organizador Local nunca discutiram qualquer possibilidade de cancelamento da Copa das Confederações da Fifa -  diz o comunicado.
    Desde o início da Copa das Confederações, no dia 15 de junho, em Brasília, na vitória do Brasil sobre o Japão, manifestantes fizeram protestos nas áreas dos estádios e chegaram a se envolver em conflitos com policiais em cidades que receberam jogos do torneio, casos de Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza e Salvador.Dois micro-ônibus da Fifa foram apedrejados por manifestantes na noite desta quinta-feira, no bairro do Campo Grande, em Salvador. Os veículos foram depredados em frente ao Hotel da Bahia, onde membros da entidade máxima do futebol estão hospedados. O prédio também teve a fachada danificada.
    O protesto em Salvador, inicialmente pacífico, teve início no bairro do Campo Grande e se alastrou pelas Avenidas Joana Angélica, Centenário, além do Dique do Tororó, Politeama e Barris. No Rio Vermelho, o transporte oficial da Fifa que levava jornalistas do hotel Íbis para o estádio foi interrompido preventivamente a partir de 14h.
    Nos estádios, torcedores contrariam norma da competição e fazem protestos com cartazes. Alguns dizeres citam a Fifa.
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    Cartaz protesto estádio maracanã Espanha e Taiti (Foto: Agência AFP)'Educação, saúde e segurança padrão Fifa': frase voltou na quinta, no Maracanã (Foto: Agência AFP)                     Fonte :Globo.com

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