domingo, 16 de junho de 2013

Semana em fotos: PM reprime protesto em SP, rapaz fica 'grávido' e filho de Eliza pode ser de corintiano

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A semana ficou marcada pela repressão violenta da PM a manifestações pela redução da tarifa de transporte público em São Paulo. Foram dois protestos, ambos coibidos com balas de borracha, bombas de efeito moral e gás lacrimogênio. Mas teve ainda greve da CPTM, trânsito recorde para o ano na capital paulista, desabamento de prédio na Índia e a conquista de 500 mil assinaturas para a criação do partido político de Marina Silva. Confira tudo nas próximas fotos
 Foto: montagem R7

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Cotado para o governo, ministro diz que 'houve extrema violência policial' em SP

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta sexta-feira (14) em entrevista exclusiva à Folha, que as informações e imagens que chegaram ontem ao governo federal mostram que houve "extrema violência policial" em São Paulo, durante protesto contra o aumento das passagens de ônibus.
"O que também nos parece absolutamente inaceitável. Jamais a polícia pode atuar de forma arbitrária e violenta, como tudo indica que parece ter ocorrido", disse o ministro.
Cotado no PT para a sucessão de Geraldo Alckmin (PSDB), ele nega que esteja politizando a questão.
Pedro Ladeira/Folhapress
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo
"Esta boataria de que eu seria candidato prejudica imensamente esta atuação porque alguns começam a me ver, em quaisquer dos atos, até numa simples oferecimento de apoio em momentos difíceis, como se fosse bandeira eleitoral", afirma.
O ministro diz que, se São Paulo desejar, o serviço de inteligência da Polícia Federal e a expertise de mediação de conflitos civis que a Força Nacional tem estão à disposição.
Perguntado se houve oferta de efetivo policial ontem, ele diz que ofereceu genericamente ajuda a São Paulo. "Como faço a todos os estados".
Leia os principais trechos da entrevista:
Folha- O senhor falou ontem que o governo federal estava à disposição para ajudar, mas não detalhou o que poderia ser feito.
José Eduardo Cardozo - É importante em São Paulo termos claro que o direito de liberdade e manifestação tem que ser sempre garantida. É um valor democrático que tem que ser respeitado. Claro que isso não implica que ao se fazer manifestações possa se agir com vandalismo, como também não autoriza autoridades policiais que ajam com violência. Não podemos concordar com a violência venha ela de onde vier.
Houve momentos diferentes nos protestos? Um antes e depois das ações policiais que atingiram a população e também jornalistas ontem?
Sim. A percepção que nós temos é que algumas pessoas, num primeiro momento, praticaram atos de vandalismo que entendemos ser inaceitáveis. É descabido atos de depredação de patrimônio público e prejudique a vida da cidade. Porém, num segundo momento, que pode ser localizado ontem ao final da tarde e noite, as informações e imagens que chegam é de extrema violência policial. O que também nos parece absolutamente inaceitável.
Houve desrespeito da PM de São Paulo com direitos humanos e liberdade de expressão dos manifestantes?
Veja, acho que violência não se reprime com violência. O papel da polícia deve ser sempre de garantir os direitos e livre manifestação. E também de impedir abusos. Jamais a polícia pode agir de forma arbitrária e violenta.
Como ocorreu ontem?
Como tudo indica parece ter ocorrido. Neste sentido, é muito importante que as autoridades paulistas tomem as providências necessárias para apurar e punir abusos. Acredito que Fernando Grella (secretário de segurança pública de São Paulo) agiu corretamente ao abrir medidas de investigação necessárias para apuração desta violência policial.
O governador Geraldo Alckmin diz que não é necessária ajuda do governo federal que vocês oferecem. O que é essa ajuda?
Eu digo o seguinte: estamos sempre dispostos a ajudar no que for necessário. Cada estado tem sua necessidade, que são diferentes. No caso de São Paulo, obviamente, o que nos for solicitado obviamente teremos todo empenho em atender. Não creio, porém, que São Paulo vai precisar de efetivo policial. Se solicitar, estaremos dispostos a colaborar. São Paulo tem a maior força policial do país.
Mas o senhor chegou a falar ontem em efetivo policial.
Ontem, eu falei que ajudaria naquilo que foi necessário. Não creio, em princípio, que São Paulo vá precisar de efetivo. O seu contingente é, inclusive, superior a de alguns segmentos das Forças Armadas, como a Marinha e Aeronáutica. Mas talvez não seja necessário apoio nessa área. Se São Paulo desejar, o serviço de inteligência da Polícia Federal e a expertise de mediação de conflitos civis que a Força Nacional tem estão à disposição.
Como funciona a mediação?
A Força Nacional tem sido notoriamente conhecida como força de pacificação. A Força é treinada para isso, se for necessário for, estão à disposição de São Paulo.
O senhor entrou em contato com o governador Geraldo Alckmin?
Não, não cheguei a falar com ele. Ele sabe que estamos sempre à disposição. Não só de São Paulo, mas de qualquer estado do país.
Tucanos reclamam que haveria uma politização do caso por parte do governo federal.
Em hipótese alguma. Eu falei que estava à disposição de São Paulo e qualquer outro estado. Há manifestações ocorrendo em outros estados. Recentemente, o governador do Mato Grosso do Sul, André Pucinelli, me ligou pedindo ajuda para o conflito dos índios no Estado. Quando dizemos que estamos dispostos a ser parceiros com São Paulo, vale para São Paulo e qualquer outro estado. Não há perspectiva de politização do problema, ao contrário: são nos momentos difíceis que os entes federados têm que esquecer suas divergências e estarem juntos.
Há quem diga que o senhor está se posicionando neste caso porque é candidato em 2014. O senhor é candidato?
Não, tenho reiteradamente dito isso mas parece que alguns não se convencem. Eu procuro tratar as questões de segurança pública dentro do espírito absolutamente republicano. Aliás, esta boataria de que eu seria candidato prejudica imensamente esta atuação porque alguns começam a me ver, em quaisquer dos atos, até numa simples oferecimento de apoio em momentos difíceis, como se fosse bandeira eleitoral. Quando na verdade tem sido uma postura do Ministério da Justiça, determinada por Dilma Rousseff, desde quando assumi.
Como Dilma tem acompanhado o caso?
Eu informo permantemente a presidente tudo que diz respeito à segurança pública.
Mas neste caso específico.
Eu a informo permanentemente.

Manifestação contra o aumento das tarifas

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Joon Ho Kim/Leitor
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Grupo de manifestantes foge da tropa de choque que dispara bombas de gás lacrimogêneo na avenida Paulista, na altura do cruzamento da rua Carlos Sampaio.        Fonte Folha de São Paulo

Equador aprova lei que cria órgão de vigilância da mídia

O Congresso do Equador aprovou ontem projeto do governo do presidente Rafael Correa que cria um órgão para vigiar a mídia do país, com poder para sanções econômicas e administrativas, e fixa novos critérios para futuras concessões de rádio e TV.
Após tramitar por quatro anos, a Lei de Comunicação passou graças à ampla maioria do partido do esquerdista Correa na Assembleia Nacional unicameral (137 cadeiras). Para a votação, o projeto foi dividido em sete seções, e cada uma delas foi aprovada por no mínimo 108 votos.
A lei, que seguirá para sanção presidencial, foi duramente criticada por opositores e entidades de jornalistas, que veem nela mais um capítulo da briga de Correa com a mídia --no plenário, parlamentares oposicionistas protestaram colocando mordaças logo depois da aprovação.
Além de criar a Superintendência de Informação e Comunicação --cujo papel será de "vigilância, auditoria, intervenção e controle"--, a lei reserva 33% das futuras frequências de rádio e TV para a mídia estatal, 33% para emissoras privadas e 34% para grupos indígenas, sem mudar as concessões atuais.
Outro artigo polêmico é o do chamado "linchamento midiático": caso julgue que pessoa física ou jurídica foi "desacreditada" pela mídia, a Superintendência pode obrigar o veículo responsável a divulgar um ou mais pedidos de desculpas, dependendo de quantas vezes a "informação lesiva" foi publicada.
'CORRUPÇÃO PROTEGIDA'
Para o presidente da União Nacional de Jornalistas do Equador, Vicente Ordóñez, o objetivo da lei é o "controle absoluto da imprensa independente" --em vez da informação livre, ela "protege a corrupção, por meio do dispositivo sobre linchamento midiático", diz o jornalista.
Entidades como o Comitê para a Proteção de Jornalistas e a Anistia Internacional se disseram preocupadas.
O autor do projeto, o parlamentar governista Mauro Andino, argumenta que a lei veta a censura prévia no país e garante a liberdade de expressão e opinião, "mas com responsabilização posterior".

Salvador decreta feriado e proíbe morador de ir para a casa de carro 6h antes dos jogos

Na véspera da abertura da Copa das Confederações, a Prefeitura de Salvador decidiu decretar feriado nos dias em que serão realizados os jogos da primeira fase do torneio na cidade.
A decisão da gestão ACM Neto (DEM) tem como justificativa "evitar transtornos" na capital baiana e envolve as partidas Uruguai x Nigéria, na próxima quinta-feira (20), às 19h, e Brasil x Itália, no sábado seguinte (22), às 16h. Veja o calendário completo dos jogos da Copa das Confederações.
A mesma medida já havia sido adotada pela Prefeitura do Rio para o jogo Espanha x Taiti, no dia 20, no Maracanã.
Autoridades de Salvador decretaram feriado por temer que o trânsito na região da Fonte Nova vire um caos devido às interdições de ruas no entorno do estádio.

Enquanto as leis não mudarem jovens continuarão sendo mortos

Minha ideia é O QUE SE FEZ HOJE PAGA AMANHÃ,  Crimes cometidos enquanto menor seriam pagos após completarem maioridade,e seriam procurados todos os infratores de pequenos e grandes delitos,não se pre escreviam crimes cometidos quando menor. Mata com 17 e com 18 não é CRIMINOSO? Como pode isso? Só acontece no Brasil.  Valdir Ciríaco

Três jovens são assassinados em Nova Iguaçu    

A autoria do crime e os motivos ainda são desconhecidos    Rio - Um menor e dois jovens foram assassinados a tiros, na noite desta quinta-feira, na Estrada Cassiano, na altura do número 585, no bairro Figueira, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Até o momento apenas duas vítimas foram identificadas: Brendo Marley Leite Rocha, de 15 anos, e Adriano da Costa Ribeiro, 19.

De acordo com o 20º BPM (Mesquita), o trio estava em duas motos. Segundo a polícia, uma delas é furtada. A autoria do crime e os motivos ainda são desconhecidos e estão sendo investigados. A perícia está sendo aguardada no local.
O caso será registrado na 58ª DP (Posse). Fonte O DIA

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